Publicado em Comportamento

MESTRE EM VEDANTA JONAS MASETTI SUGERE PARA 2018 MAIS AÇÃO E A DEFINIÇÃO DE METAS

por em06 Dezembro 2017 65 acessos
  • .
Report ThisConteúdo Inadequado? Avise-nos

Por ser um momento de encerramento de um ciclo para início de outro, o fim de ano sempre nos convida à reflexão. Essa experiência deve ser mágica, de celebração à vida. Então, qual é a melhor maneira de se fazer a transição para 2018, buscando um ano melhor do que foi 2017? Jonas Masetti, mestre em Vedanta formado na Índia, discípulo de  Swami Dayananda Saraswati, que é considerado o maior mestre de Vedanta da atualidade, explica que todas as mudanças que podem ocorrer na nossa vida só serão possíveis através de nossas ações.

Fazer um balanço de nós mesmos e de nossa vida ao final de um ano é uma tendência inata. No Ocidente é muito difundido o ditado ‘quem espera, sempre alcança’. Já no Oriente, as tradições milenares enxergam a esperança como algo negativo. O legado védico acentua que ‘quem espera nunca alcança nada’. Assim como também nos lembra a letra da música ‘Bom conselho’ de Chico Buarque: “Inútil dormir que a dor não passa/Espere sentado/Ou você se cansa/Está provado, quem espera nunca alcança.”

“A realização chega através dos movimentos que fazemos, são eles geram a manipulação da ordem cósmica em nosso favor. Precisamos realizar para obter resultados. Nesse sentido, a esperança acaba sendo uma inimiga. Ela deve ser substituída pelas oportunidades, pelos esforços e empenhos ativos de cada um”, explica Jonas Masetti.

Vedanta é o estudo que propõe uma mudança mental da visão sobre o mundo e de si mesmo através do autoconhecimento. O olhar incorreto de nós mesmos causa o sentimento de limitação, impotência e incompletude. Para Masetti, o fim de ano é oportuno para as pessoas definirem metas e concentrarem esforços. Para também se perguntarem qual deve ser o próximo passo que devem dar em sua caminhada pessoal, familiar e profissional. E ainda, o que devem fazer para executarem esse passo e atingirem as metas estabelecidas.

Além de celebrar o pacto de colaboração com o novo ciclo que se inicia, Masetti propõe que neste período de celebrações cada um reflita sobre o ano que termina. “Certamente, 2018 será muito mais significativo se meditarmos não apenas sobre os bons momentos, mas também em relação aos acontecimentos ruins que possamos ter vivido, para que eles fiquem no passado. Devemos manter conosco apenas o que for positivo, o que puder somar com o próximo ano. E esses bons momentos e as conquistas devem ser comemorados. Essa é a maneira mais espiritual e positiva que podemos passar as festas de fim de ano”, conclui.  

elisa

 Assessora de imprensa na A4 & Holofote.