Cultura
Palco da biblioteca deteriorado
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Para se evitar o caos na Cultura da Bahia é preciso um trabalho de urgência, para que não se transforme n’uma situação de emergência. O Governo precisa agir de maneira imediatista para evitar o colapso da cultura em nosso Estado, entre mil razões do seu aparente descaso, está à falta de Espaços para que os artistas possam se apresentar; escritores pedem a desburocratização desses editais que só beneficiam um; pedem a criação de Edital para pequenos projetos, beneficiando vários artistas em pequenos custos; querem a reforma das instalações das Bibliotecas Públicas para melhor atender ao público visitante e aos artistas que ali se apresentem... Tem se notado a olhos nus, que o número de artistas de rua tem aumentado gradativamente, espaços estão sendo usados como: ônibus e praças, diante da escassez de espaço público para apresentações e espetáculos. Resta mesmo aos artistas a opção de usar as vias públicas, porém, podem se deparar com a fiscalização da prefeitura que não apoia esse tipo de ocupação.
 
Sem os periódicos as estantes estão assim... 
Artistas já se manifestaram organizando uma Secretária de Cultura paralela, segundo matéria (no jornal Tribuna da Bahia) do jornalista e escritor Albenísio Fonseca “Artistas se rebelam e criam Secretaria de Cultura Paralela”, aos pouco as ações tomam o rumo de grandes eventos, mobilizações, protestos, manifestos e muitos serão os eventos organizados nas redes sociais e nas ruas, por entidades, associações, artistas, poetas, escritores e músicos em protesto ao descaso com a Cultura no nosso Estado. A Biblioteca Publica do Estado, nos Barris, por exemplo, está com o palco completamente deteriorado e o balcão do Quiosque está quebrado; os quatro elevadores parados; bebedouros sem água, salas sem ar condicionado; escritores denunciam ainda a compra de lâmpadas; o Quadrilátero vive as escuras mesmo em dias de eventos; os jornais para pesquisa nas bibliotecas tornou-se algo muito raro.
 
E a indignação da classe artística fica por conta da cobrança de taxa para que o artista possa usar aquele aparelho público, seja Quadrilátero, seja auditório ou Foyer, como qualquer das outras Bibliotecas administradas pela FPC – Fundação Pedro Calmon, órgão subordinado a Secretaria de Cultura do Estado. A atual diretora da BPE-Biblioteca Pública do Estado, Lívia Freitas informou que a casa adotou mudanças e hoje oferece um       Regulamento, inclusive com formulário de Pedido de Pauta, os artistas podem acessar no site: http://www.fpc.ba.gov.br onde também constam normas sobre a Gratuidade de uso de Espaço - os eventos que podem ser realizados sem custo e onde estão enquadrados também os eventos taxados com valores. Só que, os artistas veem esses formulários como uma forma de burocratizar – significa dificultar o acesso ao objetivo, que antes se fazia de forma mais simples, através de oficio a Direção. Os interessados terão acesso ao formulário de “Pedido de Pauta” para eventos nos Espaços da Fundação Pedro Calmon neste link:http://www.fpc.ba.gov.br/arquivos/File/Cessao_de_Espaco/Anexo_II_Pedido_de_Pauta.pdf
Quiosque do Espaço Quadrilátero
 
Com o projeto “Amigo da Biblioteca” a BPE está convidando escritores, poetas, contadores de história e artistas da palavra de uma forma geral, a fazer uma visita levando sua pauta, seu evento e levar seu projeto, a biblioteca se disponibiliza a dialogar. A diretora Lívia Freitas muito otimista prevê melhoras em razão das próprias necessidades do Espaço, e acredita em que as providencias já estão sendo tomadas nesse sentido. Quanto aos jornais, quem responde pela Sala de Leitura, agora de prateleiras vazias, é o Setor de Comunicação da FPC. A BPE está buscando e apelando para novos parceiros e aceitando doação de assinaturas dos principais jornais, para manter a Sala de Leitura, segundo funcionário do setor, “a situação está sem previsão de normalidade”.
 
Membros da UBESC – União Baiana de Escritores se reuniram na Cantina da Lua, no sábado próximo passado - 11/03, às 16:30 horas, quando da realização de atividade cultural com o lançamento dos livros: SARAMBOKE do poeta Elizeu Moreira Paranaguá e ARRESTO do também poeta Bernardo Monteiro, e ali discutiram formas e maneiras de buscar novos espaços dentro da cidade e também firmaram compromisso de levar aos poderes públicos do setor a sua indignação através de: notas, matérias em sites e blogs, eventos, palestras, manifestações nas redes sociais e reuniões com os artistas da palavra, para que novos rascunhos e mudanças sejam estudadas. E como se não bastasse, em detrimento do uso da palavra “crise”, vários espaço considerados de uso público na nossa cidade, vem cumprindo ordem das suas próprias diretorias, e estão cobrando taxas a titulo de colaboração, para cobrir despesas que deveriam ser saldadas pelos setores competentes dessas mesmas Casas de Cultura.
Historiador lança livro sobre Oswald de Andrade no Catuaí
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Na próxima terça-feira (21), Márcio Luiz Carreri, mestre em História pela UNESP-Assis e Doutor em História Social pela PUC-SP, lança em Londrina o segundo livro de sua carreira: “O socialismo de Oswald de Andrade: cultura, política e tensões na modernidade de São Paulo na década de 1930”. O lançamento e sessão de autógrafos serão na Livrarias Curitiba do Catuaí Shopping, a partir das 19h30.  

Márcio já é autor da obra “Agulha no Palheiro”, editado pela UEL, além de ter escrito artigos e capítulos de outros livros.  Em “O socialismo de Oswald de Andrade”, da Editora CRV, destaca-se a transição vivida por Oswald a partir da década de 1930 com a crise do capitalismo e a adesão do escritor ao PCB.

De acordo com Carreri, o livro é indicado para o leitor em geral, mas principalmente para professores e estudantes universitários de áreas das Ciências Humanas (História, Sociologia e Filosofia). “A obra é uma adaptação de uma tese de doutorado em História Social pela PUC-SP”, conta o autor. O preço do exemplar é R$ 42.

Ecos - O Mar é a nova Lua
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O livro “Ecos - O Mar é a nova Lua” mostra que o estilo das sereias vai além da água e está mais presente em nossas vidas do que imaginamos

Crédito das Imagens: Divulgação

Béatrice T. Dupuy sempre foi uma amante da Literatura e das incógnitas que o fundo do mar pode revelar. Então, durante três anos “mergulhou” nessa ideia, lançando na Bienal do Livro de São Paulo no ano passado a sua obra “Ecos - O Mar é a Nova Lua”. Misturando dados científicos e a magia do tema, ela se diz realizada por levar aos leitores um tema tão emocionante.

“O Ecos é uma aventura que promete induzir o leitor ao fabuloso mundo marítimo, entretanto, também é uma viagem de autoconhecimento e de questionamento da existência humana, colocando em xeque muitos dos nossos valores. Essa história surgiu do fato de que as profundezas do oceano permanecem praticamente inexploradas e que me interessei desde cedo pelo fundo marinho. Li várias coisas sobre seres marinhos e acho fascinante”, explica.

Quanto ao nome da obra, ela explica que “Ecos” é a repetição do som que revela a pior prisão que as pessoas possam ter, que é a de não poder expressar o que pensa ou o que sente. “É a tortura de conviver com os seus pensamentos e sentimentos presos pelo medo ou pelas convenções ameaçadoras”. Já o “Mar é a nova Lua” surgiu por conta de aproximadamente 95% dos fundos dos oceanos nunca terem sido tocados pelo homem e apenas 1% fazer parte das pesquisas biológicas. “Mais de 100 milhões de espécies submarinas vivem em anonimato. Já descobrimos tanta coisa no espaço, então, agora é a hora de descobrirmos um pouco mais sobre o mar”, ressalta.

A nova novela da Rede Globo e a exploração do universo das sereias

Estreia no 1º semestre a novela “A Força do Querer”, de Glória Perez, na Rede Globo, onde a atriz Isis Valverde dará vida a uma sereia. Béatrice vibra com o fato de a TV trazer ao conhecimento de todos um assunto que ela considera pouco explorado e de uma imensa riqueza. “Espero que as pessoas se apaixonem pelo sereísmo e ​que a novela ajude e conscientize o público a cuidar do meio ambiente”.

Segundo a autora, o Sereísmo é um estilo de vida, um estado de espírito. ​“É uma tendência que vem do fundo do mar e está presente no fato de se vestir, se maquiar e se pentear usando referências visuais das sereias, que são conhecidas há muito tempo pela sua beleza, ainda que idealizada. Porém, só agora elas ganharam atenção e também as passarelas. Também tem de ter ligação forte com a água e com o meio ambiente. Esse assunto remete ao fato de que precisamos respeitar o lugar onde vivemos, protegê-lo e sermos ativistas”.

Para finalizar, a escritora lembra que a Literatura é importante para intensificar a criatividade, além de proporcionar momentos únicos na vida de cada um. “O livro Ecos não é uma história cansativa, porque a leitura flui e os acontecimentos são interessantes. Sem falarmos do fato das crianças e dos adolescentes se identificarem com as​ personagens​. ‘Ecos’ também proporciona uma viagem de autoconhecimento e de questionamento sobre si mesmo e aos outros, uma vez que se trata de uma obra de ficção e romance que levanta reflexões sobre a própria vida”.

Serviço:

Béatrice T. Dupuy

Livro: Ecos - O Mar é a Nova Lua (Editora Coerência)

Site: http://www.livrariadabea.com

Assessoria de ImprensaPri Silvestre Comunicações

Priscilla Silvestre – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (11) 98077-0765

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Giovanna Vaccaro com seu segundo livro publicado, o "E Se...".
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Giovanna Vaccaro tem duas obras publicadas e muitos projetos para 2017

Giovanna Vaccaro, aos 16 anos, já acumula muita bagagem como autora. Com dois livros publicados, “Procura-se”, lançado quando completou 14 anos, e “E se...”, apresentado ao público no ano passado, já tem em seu currículo profissional a 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro e a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, com seus livros se esgotando nos dois eventos.

 

Mas por que Giovanna faz tanto sucesso, mesmo com tão pouca idade? Isto porque os seus livros saem do “lugar comum” e não tratam de temas usuais. No “Procura-se”, por exemplo, ela conta a história de Ariane, com deficiência cardíaca genética e que precisa urgentemente de um transplante de coração. E é na esperança de procurar um futuro incerto que toda a história se desenrola. Já em “E se...” a autora trabalha as questões de poder voltar no tempo enfrentando as causas e consequências deste ato. O personagem Logan, que foi baleado em um beco escuro e mandado para um reformatório injustamente, se apaixona por Olívia, mas nem ela e nem ele sabiam das decorrências que a relação espaço e tempo poderiam causar.

 

Eu gosto de ler livros que não são banais. Por isso, quando escrevo, penso em coisas que os leitores venham a gostar, que chamem a atenção e despertem a curiosidade. O transplante em ‘Procura-se’ foi a ideia que eu busquei para conseguir seguir com o raciocínio que tive em meu sonho, aliás, este livro ‘nasceu’ de um sonho que tive e corri para transformá-lo em palavras assim que acordei. Creio que desta maneira os leitores passam a entender o quanto é complicado viver com uma doença, esperar na fila de transplantes e doação de órgão”, explica Giovanna.

 

Já o seu segundo trabalho surgiu da inspiração em séries, filmes e clipes musicais. “Em ‘E Se...’ o protagonista foi preso injustamente, mas tem um mistério que envolve essa trama. Eu coloco coisas sérias e escrevo com leveza para que os leitores sintam que fazem parte da história. E é exatamente para que essa linguagem fique agradável que eu sempre coloco outros pontos na trama, como o romance, amigos legais, entre outros”, esclarece.

 

Um talento que nem ela sabia que tinha!

 

A escritora conta que nunca teve pretensão de ser escritora, mas que foi nesse sonho, o epílogo de “Procura-se”, que ela descobriu essa grande habilidade em transformar ideias em textos. Sua intenção era a de escrever um conto, mas o turbilhão de informações que naturalmente foram sendo transformados em frases chegou ao resultado do seu primeiro livro.

 

Para ela, ter 16 anos e já exibir duas obras nas prateleiras das livrarias de todo o Brasil desde os 14 anos é uma grande vitória, principalmente porque a interação com o seu público sempre traz um feedback positivo. “Quando paro e penso nisso fico muito feliz. Porque, além de gostar de escrever, tenho vários leitores e fãs. Os meus leitores adoram o que eu escrevo e alguns dizem que se sentem bem quando leem. Além disso, fico feliz porque publicar e vender livros com a minha idade é algo totalmente difícil”.

 

Visando ampliar a faixa etária de quem aprecia suas obras, Giovanna ressalta que adaptar a linguagem utilizada é essencial. “A faixa etária mais consistente é a de 12 a 20 anos. Com essa idade os leitores conseguem entender cada ponto, cada vírgula e referência no texto. Porém, há pessoas de todas as idades que leem os meus livros, dos mais novos aos mais velhos. Então, eu sempre fico atenta para não escrever de forma muito madura e nem de forma tão juvenil. O meu jeito na escrita é uma maneira balanceada e isso são os próprios leitores que falam. Tem seriedade, mas também tem brincadeira”.

 

Com mais dois projetos na gaveta, que serão lançados em breve, Giovanna também faz parte da “Galera Capricho”, escrevendo semanalmente na revista teen sua coluna sobre beleza, comportamento e livros. Também cuida do “Clube do Livro”, da TV Capricho on-line, que vai ao ar ao vivo todas às terças-feiras, e ainda tem seus próprios projetos na internet. “Sou uma adolescente cheia de sonhos e aberta a aprender cada vez mais. E muito desse meu jeito de ser se reflete nos meus livros”.

 

Projetos para 2017 começando do “já”!

 

Além de fazer parte do time de escritores da Antologia “Mais Amor, Por Favor”, da Editora Coerência, a escritora lançará mais um livro neste ano, trazendo mais conteúdos que instigarão e farão com que as pessoas reflitam. “Meu próximo livro se chama “Pertencemos às Estrelas”. Ele conta a história da Ellouise e Leonardo. A princípio é um romance comum, mas quando as pessoas começarem a ler, verão que é muito mais do que isso. Nesta obra eu trato de assuntos marcantes do nosso cotidiano, como machismo, homofobia, racismo, bulimia e preconceitos das mais variadas formas. Escrevi esse livro para, talvez, fazer as pessoas entenderem que há tantas coisas que estão erradas em nossa sociedade, que precisam mudar com bastante urgência”, finaliza.

 

Serviço:

Giovanna Vaccaro – Autora/Blogueira/Colunista

Editora Coerência: www.editoracoerencia.com.br

Canal “Passa Cola”: www.youtube.com/channel/UCGiCwoqj9Qzjd4X3D5sVcWg

Blog “Passa Cola”: http://giovannavaccaro16.wixsite.com/passacola

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Capa da versão brasileira
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Série premiada de fantasia brasileira a ser publicada por editora espanhola

Porto Alegre, 17 de novembro de 2016 - A Bandeira do Elefante e da Arara é a aquisição mais recente da Sportula, editora espanhola de ficção científica e fantasia, fundada pelo autor premiado Rodolfo Martínez. O catálogo da editora inclui nomes como Juan Miguel Aguilera, Elia Barceló, Angélica Gorodischer, Ian Whates, Arthur Conan Doyle e María Zaragoza, entre outros.

A série A Bandeira do Elefante e da Arara é uma história de fantasia ambientada no Brasil Colônia. A obra já concorreu a prêmios internacionais, como o prestigiado Nebula (EUA), concedido pelo Science Fiction and Fantasy Writers of America, para os melhores trabalhos de ficção científica e fantasia. Em 2014, a primeira história da série ganhou uma adaptação para quadrinhos. As aventuras serão lançadas no formato board game em 2017. A série é publicada no Brasil pela Devir Livraria.

As versões digitais da Sportula estarão disponíveis em espanhol para os leitores em todo o mundo. Também há planos para juntar todas as histórias em uma versão impressa. O editor Rodolfo Martínez escreve: “As histórias do Kastensmidt são um sopro de ar fresco no cenário atual de fantasia épica, onde todo mundo parece obcecado em revisitar a idade medieval na Europa (ou versões dela), como se não tivesse outras possibilidades. Em vez disso, ele ousou visitar outras tradições e mitologias, e criou uma fusão inteligente e instigante de romances históricos com lendas da África e da América. Ele está explorando território inédito e descobrindo novos mundos. Para mim, como diretor da Sportula, é um privilégio ser a editora espanhola da obra dele”.

Christopher Kastensmidt, autor da série, diz: “Rodolfo é um dos maiores autores espanhóis de literatura fantástica e a Sportula é uma das editoras mais queridas entre os fãs. Não consigo imaginar uma ‘casa’ melhor para as histórias de A Bandeira do Elefante e da Arara. É uma honra poder trabalhar com eles”.

A edição em espanhol será o sétimo idioma da série. As histórias estão disponíveis atualmente em chinês, através da rede social Douban Read, de 100 milhões de usuários; em português, através da Devir Livraria; e em inglês através de uma edição do autor na Amazon. Outras traduções incluem tcheco, romeno e holandês, em revistas especializadas em literatura fantástica.

Sobre Sportula

Sportula foi fundada em 2009 para o autor Rodolfo Martínez gerenciar edições digitais da sua própria obra. A partir de 2012, a editora começou a publicar outros autores espanhóis com a antologia do gênero Space Opera Akasa-Puspa de Aguilera y Redal, organizada por Juan Miguel Aguilera e Javier Redal. Ao longo dos anos, a Sportula publicou mais de 100 títulos, em versões impressas e ebooks, de mais de 40 autores. O catálogo inclui principalmente autores espanhóis, mas nos últimos anos foi expandido para incluir autores ingleses e latino-americanos. A editora ganhou vários prêmios, com destaque para o Prêmio Ignotus, equivalente espanhol do Prêmio Hugo. No catálogo da editora, leitores podem encontrar ficção científica, fantasia, romances históricos, livros de detetives, ensaios e poesia.

Sobre A Bandeira do Elefante e da Arara

A Bandeira do Elefante e da Arara é uma série internacionalmente premiada de fantasia brasileira. As histórias contam as aventuras do holandês Gerard van Oost e do iorubano Oludara, uma dupla de heróis que se encontram em Salvador no século XVI. No Brasil, as histórias e quadrinhos estão sendo adotados por escolas de vários estados. Notícias, arte e referências culturais podem ser encontradas no site www.abandeira.org.

Sobre Christopher Kastensmidt

Christopher é norte-americano, radicado em Porto Alegre desde 2001. Antigo diretor da Southlogic Studios e da Ubisoft, é roteirista de games, quadrinhos e livros publicados ao redor do mundo.

A Literatura de Cordel na Visão de um Médico Oftalmologista
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A Literatura de Cordel na Visão de um Médico Oftalmologista

Uma antiga arte que ganha um significado especial pelas criações de Levi Madeira

A literatura de cordel surgiu no século XVI, período que o Renascentismo passou a popularizar a impressão dos relatos que, pela tradição, eram feitos oralmente. No Brasil, chegou no século XVIII, período da colonização portuguesa. A princípio, a maioria dos autores da literatura de cordel brasileira eram cantadores e criavam os versos de improviso. Muitos escritores foram influenciados pela literatura de cordel, como: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

Com o passar dos anos, essa arte conquistou muitos admiradores e especialistas em compor cordéis. O médico oftalmologista Levi Madeira é um deles. O Dr. Levi cria cordéis de diferentes temas, inclusive os ligados à medicina, e o faz com maestria. Informa, educa e transforma de uma forma criativa e divertida um assunto que, para os leigos, é difícil compreender, em uma leitura agradável repleta de novos conhecimentos. É o caso dos cordéis “Cirurgiando”, “Mal de Alzheimer”, entre outros.

O doutor Levi já compôs mais de 200 cordéis, dentre os quais estão alguns que eternizaram várias histórias: de amor, de uma cadelinha chamada Hanna, de empresas, de turmas de escola, etc., pois foram impressos em livros. Suas obras conquistaram leitores no Brasil e no Exterior.  São eles:

A Alma de um Milharal - MA

A Maldição do Milho de Pipoca - PI

Autobiografia em Cordel - CE

Bravo Nordestino – MA

Conferência Distrital - PI   

Dr. Wantan Laércio - Homem de Visão - CE

Elisabeth e sua História - MA

Hanna a Cadela que queria ser Gente – CE

João Miguel – Impossível Conhecer e Esquecer - CE

Parnaso Oftálmico - CE

Turminha do Coração - CE

Um Sonho Realizado ou Não? PA

Vida Cá Vida Lá - CE

Vila Real – Portugal

Vision Laser 20 anos - CE

Visita Oficial - Cordel do Governador - MA        

Apesar de sua popularidade, a literatura de cordel não é uma arte simples de compor. Há regras que devem ser seguidas e quanto mais conhecimento, bagagem cultural, vocabulário e criatividade o cordelista possuir, mais rico e emocionante será o cordel. Devido à grande procura, Levi Madeira lançou o “Cordel Por Encomenda”. O médico cria cordéis metrificados em sextilhas – estrofe de seis versos heptassilábicos. O número de estrofes varia e, segundo ele, o ideal é entre 12 e 20 estrofes. Pelas mãos e inspiração de Levi é possível transformar qualquer assunto, história, em cordel. Seja no âmbito familiar ou profissional.

Levi Madeira, com suas habilidades de cordelista, difunde essa importante arte que, no Brasil, tem seu berço no nordeste brasileiro. É comum um paciente ou um representante chegar à clínica e ser presenteado com um cordel; escrito durante a consulta, em minutos. O médico, ainda, reserva um tempo, em sua concorrida agenda, para declamar cordéis. Levi costuma finalizar seus cordéis com uma breve apresentação:

“Meu nome é Levi Madeira

Eu nasci lá no sertão

Meu sonho desde menino

Ter futuro e profissão

Sou  hoje oftalmologista

Também sou um cordelista

Sou um homem de visão”

SOBREFonte: História do Cordel 

Texto

Marcela Re Ribeiro

Jornalista – Mtb: 22.945

Contatos: 11 99786-2781 (WhatSapp)

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ana Faria
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A editora Letramento lança, no dia 19 de novembro, a partir das 11h30, na Livraria Leitura do BH Shopping, em Belo Horizonte, o livro Um Ano Bom, de Ana Faria. O novo romance da autora relata a história de Clara, uma adolescente que está cursando o ensino médio e enfrentando o mal do século, o bullying.

Clara foi abandonada pela mãe quando era criança, sendo criada pelo pai, um homem silencioso e severo. Por ter passado por situações constrangedoras nas escolas que estudou, a jovem tem a autoestima baixa e vive solitária. Por seu comportamento agressivo, foi obrigada a mudar de colégio e agora estuda em uma rede de ensino particular, onde, mais uma vez, é rejeitada por seus colegas, por causa da sua aparência.

Ana Faria aborda, com uma narrativa simples, leve e objetiva, um tema que está presente em todas as escolas do país. De acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – 30% das crianças brasileiras já sofreram bullying. De acordo com uma pesquisa feita em 2010 pelo órgão, Belo Horizonte está no segundo lugar do ranking nacional de casos de bullying na escola, com 35,5% de agressões.

A escritora também mostra que é possível superar essa situação, apesar de todos os desafios vividos. Além disso, Ana Faria mistura ao assunto questões como medo, esperanças, sonhos, amor, amizade e perdão, dando mais vida a história da jovem Clara.

Ana Faria é mestre em geografia pela PUC Minas, atua como educadora de ensino fundamental e superior, morando em Belo Horizonte, Minas Gerais. Além de Um Ano Bom, ela escreveu diversos contos e antologias, tem um e-book publicado, Um Amor e muitos Verões, e está trabalhando em outras obras.

Dados da obra:

Título: Um Ano Bom

Autora: Ana Faria

Páginas: 231

Editora: Letramento

A Epopeia, estúdio de jogos de Porto Alegre, está desenvolvendo o game PAGO, uma aventura inspirada nas histórias gaúchas e nos cenários do pampa. O jogo conta a história de um viajante que está retornando para a sua querência e, nesse caminho, irá se deparar com diversos personagens do folclore gaúcho.

O ano de 2016 marca o centenário da morte do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, cujas obras servem de inspiração para a trama de PAGO. Simões Lopes Neto é considerado o maior autor regionalista do Rio Grande do Sul e sua maior característica literária é valorizar a história do gaúcho e suas tradições.

"Cancioneiro Guasca", "Contos Gauchescos", "Lendas do Sul e "Casos do Romualdo" são os quatro livros lançados por Simões Lopes Neto em sua vida, mas o autor só atingiu destaque após sua morte, em 1916. Figuras como Boi Tatá e Salamanca do Jarau, destaques na obra do pelotense, estarão presentes na jornada do game, que também irá explorar outros desafios ao longo da exploração do pampa.

PAGO usa como referência projeto outros games que abordam temáticas locais, como Never Alone, que é baseado na vida e nas lendas de esquimós, e Guacamelee, que abraça elementos da cultura mexicana.

Reforço na equipe com roteirista Christopher Kastensmidt

A Epopeia ganhou, recentemente, importante reforço na produção da obra, Christopher Kastensmidt, roteirista norte-americano radicado na capital do Rio Grande do Sul desde 2001. Kastensmidt é autor internacionalmente premiado pela série "A Bandeira do Elefante e da Arara", além de ter seus livros, histórias em quadrinhos e jogos publicados mundialmente. Christopher foi sócio-diretor da Southlogic Studios e Diretor Criativo da Ubisoft, além de participar de diversos projetos de destaque, como Starlit Adventures, game com 5 milhões de usuários em que ele foi Roteirista de Transmídia.

"A primeira vez que me apresentaram o PAGO, me encantei com o projeto. É um game de temático universal e uma linda ambientação regional que vai chamar muita atenção pela originalidade. Tenho certeza que vai ser um sucesso internacional, e fico honrado com o convite de fazer parte do time", destacou Christopher.

"Estamos inserindo um 'veterano' camisa 10 na equipe, um amigo que possui 20 anos no mercado de games mundial e que conquistou basicamente tudo que qualquer desenvolvedor brasileiro sonha em conseguir", destacou Ivan Sendin, sócio fundador da Epopeia. Sendin também destaca o conhecimento que Kastensmidt possui sobre a cultura e folclore brasileiro. "Ele chega dando uma cara internacional ao projeto, sem desrespeitar a nossa cultura", concluiu.

O material ainda está em desenvolvimento e deve ser lançado oficialmente no final de 2017 para computador e, futuramente, para plataformas como Playstation e Xbox. No momento, a Epopeia procura empresas para financiar o projeto de PAGO. Aqueles que tiverem interesse em participar do projeto terão sua marca vinculada ao jogo e que, por consequência, será levada aos mais diversos eventos que entrarem no calendário de divulgação do material no próximo ano.

 

Livro é parceria entre Benfazeja Editora e Drama Tempo
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Lançamento do livro com a dramaturgia de "KIWI" de Daniel Danis e tradução de Lucianno Maza acontece na próxima terça-feira (1/11) na Blooks Livraria do Shopping Frei Caneca com leitura e debate com dramaturgos convidados. 

Em uma inédita parceria entre a Editora Benfazeja, de Wellington Souza, e o novo selo de publicação de dramaturgia contemporânea criado por Lucianno MazaDrama Tempo, o premiado texto teatral KIWI do dramaturgo franco-canadense Daniel Danis, chega às livrarias - nesta que é a primeira tradução para a Língua Portuguesa de um texto do autor, feita por Lucianno Maza. O lançamento do livro acontece ao mesmo tempo que a montagem dirigida pelo tradutor ocupa o Teatro Augusta, onde estreou no início de Outubro. Na última semana KIWI foi indicado a três categorias no Prêmio São Paulo de Incentivo Ao Teatro Infantil e Jovem: melhor figurino, melhor atriz e melhor espetáculo jovem. O evento de lançamento do livro será na Blooks Livraria do Shopping Frei Caneca, no dia 1º de Novembro às 19h.

 

Sinopse e histórico:

KIWI conta a história de uma cidade que se prepara para receber os Jogos Olímpicos e passa por um processo de reurbanização, expulsando os moradores mais pobres dos lugares onde viviam. Neste contexto, uma garota é abandonada por seus tios e acaba encontrando um novo lar em um abrigo subterrâneo com outros jovens moradores de rua que formam uma família. Já batizada como Kiwi, por seu novo melhor amigo e logo namorado, o corajoso Lichia, a jovem viverá uma dura e poética jornada rumo a esperança de uma vida melhor. Um sonho em um mundo que parece não ter lugar para gente como ela e seus amigos. Temas polêmicos ao universo juvenil são tratados com extrema destreza por Daniel Danis, entre diálogos e narrações: miséria, fome, roubo, prostituição infantil e até assassinato.

A peça estreou no Canadá em 2007, se tornando sucesso de público e crítica e recebendo o Prêmio Louise-LaHaye e o Prêmio AbitibiBowater de melhor texto. Na sequência, foi a vez de estrear a montagem da Alemanha que ganhou o Prêmio Alemão de Teatro da Juventude. A obra foi montada ainda na França, Hungria e México. A montagem brasileira de KIWI estreou em Outubro de 2016 em São Paulo, com tradução e direção de Lucianno Maza, sendo a primeira em Língua Portuguesa, consequentemnete primeira encenação da obra do autor em nosso país e também sua primeira produção originalmente desenvolvida na América do Sul.

Leitura dramatizada e debate:

A noite de lançamento do livro no dia 1º de Novembro será iniciada pela leitura dramatizada de trechos de KIWI pelos atores que dão vida aos personagens no teatro: Lucas Lentini e Rita Batata (indicada a Melhor Atriz por este papel no Prêmio São Paulo de Incentivo Ao Teatro Infantil e Jovem). Na sequência, o jornalista e crítico teatral Gustavo Fioratti mediará um debate sobre a obra e a dramaturgia contemporânea, com o tradutor e diretor de KIWI, o também dramaturgo Lucianno Maza, ao lado dos autores convidados Silvia GomezCássio Pires e Marcos Gomes. Por fim, o tradutor estará disponível para autógrafos.

o autor:

Daniel Danis - Dramaturgo canadense estabelecido no Quebec. Escreveu dezenas de peças. Sua primeira obra encenada "Celle-là" (1993) ganhou o Prêmio da Crítica e o Prêmio Governador-Geral do Canadá; "Cendres de Callioux" (1994), recebeu o Prêmio Soirée des Masques e o primeiro lugar no Concurso Internacional de Manuscritos do Festival de Maubeuge - Prêmio Radio France Internationale; "Le Langue-à-Langue Des Chiens de Roche" (2002) lhe honrou novamente com o Prêmio Governador-Geral do Canadá; "E, Roman-dit" (2006) é agraciado com o Grande Prêmio de Literatura Dramática; "Le Chant du Dire-Dire" (2007) lhe dá pela terceira vez o Prêmio Governador-Geral do Canadá; KIWI (2008) ganhou dois prêmios em seu país: o Prêmio Louise-LaHaye do Centro de Autores Dramáticos do Canadá e Quebec e o Prêmio AbitibiBowater do Salão do Livro de Saguenay-Lac-Saint-Jean; e um internacional: o Prêmio Alemão de Teatro da Juventude. "Terre Océane" (2010) lhe rendeu uma indicação aos Prêmios Molières de Autor Francófono Vivo.


​Os dramaturgos debatedores:

Cássio Pires foi contemplado com cinco prêmios, entre os quais se destacam o Prêmio Estímulo de Curtas-Metragens da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (2003), o 2º lugar no Prêmio Plínio Marcos (Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, 2002) e a Menção Honrosa do Concurso Nacional de Literatura de Belo Horizonte (2002). É autor de “Tiros em Osasco”, "A Carne Exausta", “Vigília", “Ifigênia", "Peça de Elevador", entre outros. Também atua na adaptação de obras literárias para o palco, a exemplo de "O fio das Missangas", de Mia Couto, e "Sonata a Kreutzer", de Lev Tolstói. Com Yara de Novaes e Drauzio Varella, adaptou "O Capote", do russo Nikolai Gógol para o teatro.

Lucianno Maza teve textos encenados no Rio de Janeiro como “Três T3mpos”, “Restos”, “Cine Ilusão”, “Diminuto” e “Até o Sol Nascer”. Já em São Paulo montou sua peça “A Memória dos Meninos”. Como diretor, além de seus textos, encenou “A História Dela” e “Parasita”, de Gabriela Mellão, “1,26” e “Agridoce”, de Zen Salles, “Quarto do Nada”, de Fernando Ceylão, e KIWI de Daniel Danis. Teve sua estreia internacional em 2015 ao encenar seu texto “Carne Viva” em Portugal no aniversário de 30 anos da companhia Teatro Estúdio Fontenova. Tem dois livros publicados com sua obra, um no Brasil, na "Coleçao Primeiras Obras" da editora Imprensa Oficial - indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura - e outro em Portugal intitulado “Teatro” lançado pela Chiado Editora de Lisboa. 

Marcos Gomes participou como dramaturgo no projeto Capitanias Dramatúrgicas, coordenado por Samir Yazbek, realizado pelo Centro de Dramaturgia Contemporânea (CDC) em parceria com a Universidade de Coimbra - Portugal. Integrou entre 2005 e 2007 a Companhia dos Dramaturgos, após ser selecionado para workshop de dramaturgia do Royal Court Theatre em parceria com British Council, no Centro Cultural São Paulo. É autor, entre outras peças encenadas de “Motel Roshômon”, “Recursos Humanos” e “Origem Destino” - esta última adaptada para HQ por Olavo Rocha e Guilherme Caldas. Sua peça “Luz Fria” foi publicada em 2015 pela Editora Patuá na coleção Palavras Para Teatro. Atualmente realiza mestrado em Artes Cênicas na UNESP.

Silvia Gomez integrou o Círculo de Dramaturgia do CPT-SESC dirigido por Antunes Filho, onde sua peça “O Céu Cinco Minutos Antes da Tempestade” foi encenada e publicada. Traduzido para o Espanhol, o texto também figurou no livro Teatro Contemporáneo Brasileño que teve versões para o Francês, Sueco, Alemão, Inglês, Italiano e Mandarim. Escrevou, entre outros, “O Amor E Outros Estranhos Rumores”, “Abra a Janela Antes de Começar” e “Mantenha Fora do Alcance do Bebê” - vencedora dos prêmios APCA 2015 e Aplauso Brasil 2015 de melhor texto, além de indicada ao Prêmio Shell. Em 2013, foi convidada para a Feira do Livro de Frankfurt e em 2015 participou de residência cultural na Escócia organizada pelo Playwright’s Studio em parceria com o British Council. 

Mediação: Gustavo Fioratti é jornalista, repórter e crítico especializado em teatro, colaborador do jornal Folha de S. Paulo

Serviço do espetáculo:

KIWI

Texto de Daniel Danis

Direção e tradução: Lucianno Maza

Com Rita Batata e Lucas Lentini

Sábados, às 21h30, e domingos, às 19h - Até 27 de Novembro

Teatro Augusta (Sala Experimental)

Endereço: Rua Augusta, 943 - Cerqueira César

Telefone: (11) 3151-4141

Capacidade: 50 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada de acordo com as Leis vigentes)

Venda na bilheteria do teatro, pelo site www.compreingressos.com ou (11) 2122-4070

Ficha-técnica do livro:

KIWI

de Daniel Danis

Tradução: Lucianno Maza

Editora Benfazeja e Drama Tempo

18x21cm - 56 páginas

Preço: R$ 20,00

Informações do lançamento:

Data: 1º de Novembro de 2016 

Dia da semana: Terça-feira

Horário: 19h às 22h

Local: Blooks Livraria

Endereço: Rua Frei Caneca 569 - 3º Andar - Centro (Shopping Frei Caneca)

Telefone: (11) 3259-2291

“Olhar Nômade” é o tema do mais novo livro de Marina Klink
Publicado em Cultura

A barreira hostil da distância, o desconforto físico, o vento, o frio, as tempestades iminentes e o imprevisível não impediram a fotógrafa brasileira Marina Klink de visitar a Antártica por 12 temporadas seguidas. Parte desse invejável acervo de imagens captadas no continente austral poderá ser visto a partir do dia 13 de outubro, quando chega às livrarias de todo país o livro “Antarctica, olhar nômade”, da Editora Brasileira e de autoria de Marina Klink.

Através de suas fotografias, Marina nos transporta para muito além do espaço geográfico em que se abriga os pontos mais extremos do sul do nosso planeta. Seu novo livro simboliza a ruptura do paradigma de que na Antártica tudo é branco e que ali não há vida alguma.

Marina Klink é fotógrafa ambiental e especializou-se em retratar o mundo pela perspectiva da sustentabilidade. Suas fotografias são resultado de viagens a destinos remotos e inóspitos e, através delas, traz ao público sua preocupação com a preservação do planeta. Desde 1995, já visitou a Antártica, o Ártico, África, Índia, Europa e América do Sul, regiões que foram retratadas em exposições e galerias, além de ilustrarem páginas de jornais, revistas, sites, livros didáticos e documentários.

Segundo Amyr Klink - navegador, palestrante e marido de Marina - ninguém passou mais horas suspensa a 11 andares de altura no tope dos mastros ou plantada na ponta das retrancas tentando capturar imagens novas e melhores. “A beleza assustadora provocada por ventos com mais de 100 nós, a fauna e a inusitada flora da região, a diversidade mineral, os encontros, nada lhe escapou. Entre as dificuldades clássicas que vitimam fotógrafos experientes, lentes condensadas, dedos anestesiados, borrifos de sal e granizo, nenhuma a impediu de realizar seu intento. A prova são as lindas imagens que ela nos traz neste livro”.

Serviço

Livro: “Antarctica, olhar nômade”
Autora: Marina Klink
Editora Brasileira - 1ª edição
Dados técnicos: 96 páginas em formato de 21 cm x 21 cm - bilíngue
Valor: R$ 59,90

Lançamento: Dia 13 de outubro, das 19h às 22h
Livraria Cultura - Shopping Iguatemi SP
Palestra de Amyr Klink (às 19hs)
Mostra de fotografias "Olhar Nômade", em exibição no espaço Galeria Cultura.

Editora Brasileira

A Editora Brasileira tem como foco a publicação de livros que retratam a identidade cultural do Brasil e suas mais variadas formas de expressão. Com o objetivo de divulgar e valorizar a arte e a cultura nacional, a empresa se utiliza do teatro, cinema, fotografia, artes plásticas, literatura infantil, esportes, biografias, jornalismo e do meio ambiente como temas de suas publicações, além de títulos de novos autores e reedição de clássicos da literatura nacional e internacional.