Cultura
Biografia conta história de uma das drag queens mais conhecidas de Curitiba
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Criada há 27 anos, a personagem Bettynna Brasfont é uma das drag queens mais conhecidas de Curitiba. Por trás da maquiagem está Marcos Ferreira que agora tem sua história contada no livro “Nunca me Deram Flores, Mas Tenho um Lindo Jardim”, uma biografia escrita por Eduardo Mariano Leite e Darcimery Assumpção.

 

Madrinha da Parada da Diversidade LGBTI de Curitiba e atuante ativa em ações de prevenção do HIV e de promoção da cultura LGBTI, Bettynna recebe a homenagem justamente num momento importante para o Brasil. Após a decisão de um juiz do Distrito Federal de que a homossexualidade pode voltar a ser tratada como uma doença, Marcos relata no livro as diversas tentativas de “cura” que sofreu décadas atrás: “Em pleno 2017, volto a ver esse absurdo de tentar curar nós LGBTI. Isso me fez lembrar o que eu passei na década de 80”, diz o artista.

Eduardo Leite, um dos autores da biografia, a decisão da Justiça é mais uma grave violação de direitos: "É inaceitável a tentativa de apagamento das identidades e da cultura LGBTI, não há cura para o que não é doença. Mas existe cura para a LGBTIfobia, se chama criminalização", desabafa.

O lançamento do livro acontece nesta quinta-feira com show de Bettynna no Teatro Lala Schenider e posterior coquetel para amigos no CWB Bar & Balada e conta com o apoio da APPAD LGBTI Curitiba.

Serviço:

Lançamento do livro “Nunca Me Deram Flores, Mas Tenho um Lindo Jardim”, biografia de Marcos Ferreira/Bettynna Brasfont

Show de lançamento: dia 21 de setembro à partir das 20 horas

Teatro Lala Schneider – Rua Treze de Maio, 629. São Francisco

Coquetel: após a realização do show

CWB Bar & Balada – Rua Saldanha Marinho, 202.

Virada Cultural contará com espaço literário com escritores de Uberlândia
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O evento acontece nos dias 6 e 7 de setembro; programação é gratuita 

A programação da Virada Cultural – Cultura e Movimento contará com espaço literário com obras, apresentações e bate-papo com autores e escritores de Uberlândia. A lista de atividades, inclui ainda sessão de autógrafos e vendas de livros. Alguns dos escritores convidados são Renata Correa, Mônica Cunha, Isabela Gonçalves, Taty Zanesco,  Lêda Gonzaga, Marcelo Ferrari, Marilda Coelho, Malu Gouvea e Henrique Lomônaco.

Os escritores este ano vão interagir com o público, demonstrando suas criações. As escritoras Taty Zanesco e Lêda Gonzaga farão uma apresentação do projeto “Brincadeiras e Cantigas”, voltada para o público infantil no dia 07 às 18h, enquanto que a escritora Mônica Cunha fará uma roda de conversa e abordará o tema de sua crônica “ Faça as pazes com você” . Já a escritora e terapeuta Marilda Coelho  abordará o tema “ É possível acrescentar mais vida no tempo que se tem”.

“A literatura é muito importante para a transformação das pessoas, e vimos que os escritores de Uberlândia têm muito a oferecer. Nossa intenção é que o público conheça e participe das atividades literárias oferecidas, que os escritores troquem experiências entre si e que suas obras possam atingir um público maior”, ressalta Antônia Nunnes,  diretora da VIVA Marketing.

Além de projetos educativos, intervenções e exposições de livros dos escritores da cidade, no espaço literário haverá também o projeto “Leitura ao pé da árvore”. A iniciativa é do SESC, parceiro do evento,  que oferecerá um cantinho montado com colchonetes , pufs e livros disponíveis para que o público faça uma leitura num ambiente confortável.

O evento conta com mais de 150 artistas entre música, dança, teatro, gastronomia, artesanato e Viradinha Kids, exclusiva para o público infantil. O principal objetivo do evento é democratizar o acesso da população aos artistas de diferentes segmentos, fortalecendo por meio de uma ação conjunta a economia criativa no cenário local.

A escritora Isabella Gonçalves, publicou esse ano seu primeiro livro “Uma história entre nós”, pela Editora Benvirá. A obra é um romance contado em 160 frases. Além, de participar do espaço literário, a escritora ainda ministrará a oficina de poesia, abordando temas como publicação de livros, tipos de publicação, inspiração e exemplos de escritores.

“A Virada Cultural é um evento importante que deve continuar acontecendo. Minha intenção é fazer com que as pessoas vejam a escrita e a arte em geral de uma maneira diferente e saibam que é possível realizar o sonho de viver da arte, mas para isso é preciso valorizar primeiro.”, afirmou a escritora.

Programação

No dia 6 de setembro, terá sessão de autógrafos e vendas de livros com os escritores, Giordano Paggotti, Renata Correa e Isabella Gonçalves. Na sequência será realizada a conversa com o autor, com a escritora Marilda Coelho, que falará sobre o tema: “É possível acrescentar mais vida no tempo que se tem?”.

No feriado de 7 de setembro, terá brincadeiras e cantigas com Taty Zanesco (Tatá), Luana Zanesco (Teté), Leda Gonzaga (Alice). Na sequência conversa com o autor – Crônica - com Mônica Cunha, que abordará o tema: “Faça as pazes com você”. Ainda na programação, terá um bate-papo com os escritores com o tema: “A literatura de Uberlândia e como atrair mais leitores em nossa cidade. A rodada será mediada pela escritora Renata Correa.

A 2ª Virada Cultural de Uberlândia – Cultura em Movimento é uma realização da Viva Marketing Eventos e Cultura, com o patrocínio da Uberlândia Refrescos, Instituto Alexa e Alesbisa por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. Fomento da Codemig e apoio do Colégio Nacional, Start Química, Provanza, Hospital Santa Clara, Center Shopping. Parceria Sesc e Senac. Mais informações na página: www.facebook.com/viradaculturaluberlandia e no site www.viradaculturaluberlandia.com.br

Serviços:
Virada Cultural – Cultura e Movimento
Espaço Literário
Data: 6 e 7 de setembro
Horário: A partir das 17h30

Escritora Isa Colli faz lançamento oficial no Brasil de seus livros
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Escritora Isa Colli faz lançamento oficial no Brasil de seus livros

Com presença confirmada na XVIII Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro

A escritora ítalo-brasileira Isa Colli, mora atualmente em Bruxelas, Bélgica, aterrissa em solo brasileiro para participar da XVIII Bienal do Livro, nos dias 08 e 09 de setembro, Rio de Janeiro (RJ). Será o lançamento oficial, no Brasil, de seus novos livros “Vivene e Florine em O Pirulito das Abelhas e “A Fazendinha”.

Com abordagem didática e lúdica, a escritora aborda temas importantes como empreendedorismo, sustentabilidade, amizade e respeito as diferenças.

O Instituto Meta de Educação, Pesquisa e Formação de Recursos Humanos, IMEPH, convida para o Chocolate Literário com autora Isa Colli para autografar os livros e bater papo com os convidados na Bienal.

Serviço:

XVIII Bienal Internacional do Livro

Data: 08/09/17 das 15h00 às 19h00 

09/09/17 das 13h00 às 20h00

Local: Rua Salvador Allende, nº 6.555
Barra da Tijuca – RJ – Brasil
Pavilhão 4 · Verde - Estande O 09
http://www.bienaldolivro.com.br/lista-livros.php?pagina=2

Contato para informações:

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Celular: (11) 9 5865-7926 - Miriam da Costa Pinto · Pedagoga – Psicopedagoga

Imprima seu convite e venha saborear conosco um delicioso chocolate!

*O convite vale um desconto de 20% na compra dos livros da autora e de 10% na compra de outros títulos da editora.

Clássico da literatura infantil em cena
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O “Teatro do Clubinho”, no Londrina Norte Shopping, apresenta neste final de semana (dias 22 e 23) a penúltima apresentação do espetáculo “João e Maria”. A cada mês, o espaço inédito em Londrina para apresentações artísticas infantis exibe um novo espetáculo, inspirada em um clássico da literatura infantil. São quatro sessões aos finais de semana – duas aos sábados e duas aos domingos (às 16h e 18h).

Os ingressos custam R$ 10 (preço único) e podem ser adquiridos antecipadamente (de segunda a sexta-feira) na Livraria Nobel, no Londrina Norte Shopping. Aos sábados e domingos a bilheteria atende a partir das 13h.

O Londrina Norte Shopping fica na avenida Américo Deolindo Garga, 224, no Jardim Pacaembu. O Teatro do Clubinho tem patrocínio da Livraria Nobel, Bello Pastel e Yogmaster.

O estacionamento do Shopping é gratuito todos os dias, inclusive nos feriados e finais de semana.

Foto: Roberto Francisco/Divulgação

Palco da biblioteca deteriorado
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Para se evitar o caos na Cultura da Bahia é preciso um trabalho de urgência, para que não se transforme n’uma situação de emergência. O Governo precisa agir de maneira imediatista para evitar o colapso da cultura em nosso Estado, entre mil razões do seu aparente descaso, está à falta de Espaços para que os artistas possam se apresentar; escritores pedem a desburocratização desses editais que só beneficiam um; pedem a criação de Edital para pequenos projetos, beneficiando vários artistas em pequenos custos; querem a reforma das instalações das Bibliotecas Públicas para melhor atender ao público visitante e aos artistas que ali se apresentem... Tem se notado a olhos nus, que o número de artistas de rua tem aumentado gradativamente, espaços estão sendo usados como: ônibus e praças, diante da escassez de espaço público para apresentações e espetáculos. Resta mesmo aos artistas a opção de usar as vias públicas, porém, podem se deparar com a fiscalização da prefeitura que não apoia esse tipo de ocupação.
 
Sem os periódicos as estantes estão assim... 
Artistas já se manifestaram organizando uma Secretária de Cultura paralela, segundo matéria (no jornal Tribuna da Bahia) do jornalista e escritor Albenísio Fonseca “Artistas se rebelam e criam Secretaria de Cultura Paralela”, aos pouco as ações tomam o rumo de grandes eventos, mobilizações, protestos, manifestos e muitos serão os eventos organizados nas redes sociais e nas ruas, por entidades, associações, artistas, poetas, escritores e músicos em protesto ao descaso com a Cultura no nosso Estado. A Biblioteca Publica do Estado, nos Barris, por exemplo, está com o palco completamente deteriorado e o balcão do Quiosque está quebrado; os quatro elevadores parados; bebedouros sem água, salas sem ar condicionado; escritores denunciam ainda a compra de lâmpadas; o Quadrilátero vive as escuras mesmo em dias de eventos; os jornais para pesquisa nas bibliotecas tornou-se algo muito raro.
 
E a indignação da classe artística fica por conta da cobrança de taxa para que o artista possa usar aquele aparelho público, seja Quadrilátero, seja auditório ou Foyer, como qualquer das outras Bibliotecas administradas pela FPC – Fundação Pedro Calmon, órgão subordinado a Secretaria de Cultura do Estado. A atual diretora da BPE-Biblioteca Pública do Estado, Lívia Freitas informou que a casa adotou mudanças e hoje oferece um       Regulamento, inclusive com formulário de Pedido de Pauta, os artistas podem acessar no site: http://www.fpc.ba.gov.br onde também constam normas sobre a Gratuidade de uso de Espaço - os eventos que podem ser realizados sem custo e onde estão enquadrados também os eventos taxados com valores. Só que, os artistas veem esses formulários como uma forma de burocratizar – significa dificultar o acesso ao objetivo, que antes se fazia de forma mais simples, através de oficio a Direção. Os interessados terão acesso ao formulário de “Pedido de Pauta” para eventos nos Espaços da Fundação Pedro Calmon neste link:http://www.fpc.ba.gov.br/arquivos/File/Cessao_de_Espaco/Anexo_II_Pedido_de_Pauta.pdf
Quiosque do Espaço Quadrilátero
 
Com o projeto “Amigo da Biblioteca” a BPE está convidando escritores, poetas, contadores de história e artistas da palavra de uma forma geral, a fazer uma visita levando sua pauta, seu evento e levar seu projeto, a biblioteca se disponibiliza a dialogar. A diretora Lívia Freitas muito otimista prevê melhoras em razão das próprias necessidades do Espaço, e acredita em que as providencias já estão sendo tomadas nesse sentido. Quanto aos jornais, quem responde pela Sala de Leitura, agora de prateleiras vazias, é o Setor de Comunicação da FPC. A BPE está buscando e apelando para novos parceiros e aceitando doação de assinaturas dos principais jornais, para manter a Sala de Leitura, segundo funcionário do setor, “a situação está sem previsão de normalidade”.
 
Membros da UBESC – União Baiana de Escritores se reuniram na Cantina da Lua, no sábado próximo passado - 11/03, às 16:30 horas, quando da realização de atividade cultural com o lançamento dos livros: SARAMBOKE do poeta Elizeu Moreira Paranaguá e ARRESTO do também poeta Bernardo Monteiro, e ali discutiram formas e maneiras de buscar novos espaços dentro da cidade e também firmaram compromisso de levar aos poderes públicos do setor a sua indignação através de: notas, matérias em sites e blogs, eventos, palestras, manifestações nas redes sociais e reuniões com os artistas da palavra, para que novos rascunhos e mudanças sejam estudadas. E como se não bastasse, em detrimento do uso da palavra “crise”, vários espaço considerados de uso público na nossa cidade, vem cumprindo ordem das suas próprias diretorias, e estão cobrando taxas a titulo de colaboração, para cobrir despesas que deveriam ser saldadas pelos setores competentes dessas mesmas Casas de Cultura.
Historiador lança livro sobre Oswald de Andrade no Catuaí
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Na próxima terça-feira (21), Márcio Luiz Carreri, mestre em História pela UNESP-Assis e Doutor em História Social pela PUC-SP, lança em Londrina o segundo livro de sua carreira: “O socialismo de Oswald de Andrade: cultura, política e tensões na modernidade de São Paulo na década de 1930”. O lançamento e sessão de autógrafos serão na Livrarias Curitiba do Catuaí Shopping, a partir das 19h30.  

Márcio já é autor da obra “Agulha no Palheiro”, editado pela UEL, além de ter escrito artigos e capítulos de outros livros.  Em “O socialismo de Oswald de Andrade”, da Editora CRV, destaca-se a transição vivida por Oswald a partir da década de 1930 com a crise do capitalismo e a adesão do escritor ao PCB.

De acordo com Carreri, o livro é indicado para o leitor em geral, mas principalmente para professores e estudantes universitários de áreas das Ciências Humanas (História, Sociologia e Filosofia). “A obra é uma adaptação de uma tese de doutorado em História Social pela PUC-SP”, conta o autor. O preço do exemplar é R$ 42.

Ecos - O Mar é a nova Lua
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O livro “Ecos - O Mar é a nova Lua” mostra que o estilo das sereias vai além da água e está mais presente em nossas vidas do que imaginamos

Crédito das Imagens: Divulgação

Béatrice T. Dupuy sempre foi uma amante da Literatura e das incógnitas que o fundo do mar pode revelar. Então, durante três anos “mergulhou” nessa ideia, lançando na Bienal do Livro de São Paulo no ano passado a sua obra “Ecos - O Mar é a Nova Lua”. Misturando dados científicos e a magia do tema, ela se diz realizada por levar aos leitores um tema tão emocionante.

“O Ecos é uma aventura que promete induzir o leitor ao fabuloso mundo marítimo, entretanto, também é uma viagem de autoconhecimento e de questionamento da existência humana, colocando em xeque muitos dos nossos valores. Essa história surgiu do fato de que as profundezas do oceano permanecem praticamente inexploradas e que me interessei desde cedo pelo fundo marinho. Li várias coisas sobre seres marinhos e acho fascinante”, explica.

Quanto ao nome da obra, ela explica que “Ecos” é a repetição do som que revela a pior prisão que as pessoas possam ter, que é a de não poder expressar o que pensa ou o que sente. “É a tortura de conviver com os seus pensamentos e sentimentos presos pelo medo ou pelas convenções ameaçadoras”. Já o “Mar é a nova Lua” surgiu por conta de aproximadamente 95% dos fundos dos oceanos nunca terem sido tocados pelo homem e apenas 1% fazer parte das pesquisas biológicas. “Mais de 100 milhões de espécies submarinas vivem em anonimato. Já descobrimos tanta coisa no espaço, então, agora é a hora de descobrirmos um pouco mais sobre o mar”, ressalta.

A nova novela da Rede Globo e a exploração do universo das sereias

Estreia no 1º semestre a novela “A Força do Querer”, de Glória Perez, na Rede Globo, onde a atriz Isis Valverde dará vida a uma sereia. Béatrice vibra com o fato de a TV trazer ao conhecimento de todos um assunto que ela considera pouco explorado e de uma imensa riqueza. “Espero que as pessoas se apaixonem pelo sereísmo e ​que a novela ajude e conscientize o público a cuidar do meio ambiente”.

Segundo a autora, o Sereísmo é um estilo de vida, um estado de espírito. ​“É uma tendência que vem do fundo do mar e está presente no fato de se vestir, se maquiar e se pentear usando referências visuais das sereias, que são conhecidas há muito tempo pela sua beleza, ainda que idealizada. Porém, só agora elas ganharam atenção e também as passarelas. Também tem de ter ligação forte com a água e com o meio ambiente. Esse assunto remete ao fato de que precisamos respeitar o lugar onde vivemos, protegê-lo e sermos ativistas”.

Para finalizar, a escritora lembra que a Literatura é importante para intensificar a criatividade, além de proporcionar momentos únicos na vida de cada um. “O livro Ecos não é uma história cansativa, porque a leitura flui e os acontecimentos são interessantes. Sem falarmos do fato das crianças e dos adolescentes se identificarem com as​ personagens​. ‘Ecos’ também proporciona uma viagem de autoconhecimento e de questionamento sobre si mesmo e aos outros, uma vez que se trata de uma obra de ficção e romance que levanta reflexões sobre a própria vida”.

Serviço:

Béatrice T. Dupuy

Livro: Ecos - O Mar é a Nova Lua (Editora Coerência)

Site: http://www.livrariadabea.com

Assessoria de ImprensaPri Silvestre Comunicações

Priscilla Silvestre – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (11) 98077-0765

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Giovanna Vaccaro com seu segundo livro publicado, o "E Se...".
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Giovanna Vaccaro tem duas obras publicadas e muitos projetos para 2017

Giovanna Vaccaro, aos 16 anos, já acumula muita bagagem como autora. Com dois livros publicados, “Procura-se”, lançado quando completou 14 anos, e “E se...”, apresentado ao público no ano passado, já tem em seu currículo profissional a 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro e a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, com seus livros se esgotando nos dois eventos.

 

Mas por que Giovanna faz tanto sucesso, mesmo com tão pouca idade? Isto porque os seus livros saem do “lugar comum” e não tratam de temas usuais. No “Procura-se”, por exemplo, ela conta a história de Ariane, com deficiência cardíaca genética e que precisa urgentemente de um transplante de coração. E é na esperança de procurar um futuro incerto que toda a história se desenrola. Já em “E se...” a autora trabalha as questões de poder voltar no tempo enfrentando as causas e consequências deste ato. O personagem Logan, que foi baleado em um beco escuro e mandado para um reformatório injustamente, se apaixona por Olívia, mas nem ela e nem ele sabiam das decorrências que a relação espaço e tempo poderiam causar.

 

Eu gosto de ler livros que não são banais. Por isso, quando escrevo, penso em coisas que os leitores venham a gostar, que chamem a atenção e despertem a curiosidade. O transplante em ‘Procura-se’ foi a ideia que eu busquei para conseguir seguir com o raciocínio que tive em meu sonho, aliás, este livro ‘nasceu’ de um sonho que tive e corri para transformá-lo em palavras assim que acordei. Creio que desta maneira os leitores passam a entender o quanto é complicado viver com uma doença, esperar na fila de transplantes e doação de órgão”, explica Giovanna.

 

Já o seu segundo trabalho surgiu da inspiração em séries, filmes e clipes musicais. “Em ‘E Se...’ o protagonista foi preso injustamente, mas tem um mistério que envolve essa trama. Eu coloco coisas sérias e escrevo com leveza para que os leitores sintam que fazem parte da história. E é exatamente para que essa linguagem fique agradável que eu sempre coloco outros pontos na trama, como o romance, amigos legais, entre outros”, esclarece.

 

Um talento que nem ela sabia que tinha!

 

A escritora conta que nunca teve pretensão de ser escritora, mas que foi nesse sonho, o epílogo de “Procura-se”, que ela descobriu essa grande habilidade em transformar ideias em textos. Sua intenção era a de escrever um conto, mas o turbilhão de informações que naturalmente foram sendo transformados em frases chegou ao resultado do seu primeiro livro.

 

Para ela, ter 16 anos e já exibir duas obras nas prateleiras das livrarias de todo o Brasil desde os 14 anos é uma grande vitória, principalmente porque a interação com o seu público sempre traz um feedback positivo. “Quando paro e penso nisso fico muito feliz. Porque, além de gostar de escrever, tenho vários leitores e fãs. Os meus leitores adoram o que eu escrevo e alguns dizem que se sentem bem quando leem. Além disso, fico feliz porque publicar e vender livros com a minha idade é algo totalmente difícil”.

 

Visando ampliar a faixa etária de quem aprecia suas obras, Giovanna ressalta que adaptar a linguagem utilizada é essencial. “A faixa etária mais consistente é a de 12 a 20 anos. Com essa idade os leitores conseguem entender cada ponto, cada vírgula e referência no texto. Porém, há pessoas de todas as idades que leem os meus livros, dos mais novos aos mais velhos. Então, eu sempre fico atenta para não escrever de forma muito madura e nem de forma tão juvenil. O meu jeito na escrita é uma maneira balanceada e isso são os próprios leitores que falam. Tem seriedade, mas também tem brincadeira”.

 

Com mais dois projetos na gaveta, que serão lançados em breve, Giovanna também faz parte da “Galera Capricho”, escrevendo semanalmente na revista teen sua coluna sobre beleza, comportamento e livros. Também cuida do “Clube do Livro”, da TV Capricho on-line, que vai ao ar ao vivo todas às terças-feiras, e ainda tem seus próprios projetos na internet. “Sou uma adolescente cheia de sonhos e aberta a aprender cada vez mais. E muito desse meu jeito de ser se reflete nos meus livros”.

 

Projetos para 2017 começando do “já”!

 

Além de fazer parte do time de escritores da Antologia “Mais Amor, Por Favor”, da Editora Coerência, a escritora lançará mais um livro neste ano, trazendo mais conteúdos que instigarão e farão com que as pessoas reflitam. “Meu próximo livro se chama “Pertencemos às Estrelas”. Ele conta a história da Ellouise e Leonardo. A princípio é um romance comum, mas quando as pessoas começarem a ler, verão que é muito mais do que isso. Nesta obra eu trato de assuntos marcantes do nosso cotidiano, como machismo, homofobia, racismo, bulimia e preconceitos das mais variadas formas. Escrevi esse livro para, talvez, fazer as pessoas entenderem que há tantas coisas que estão erradas em nossa sociedade, que precisam mudar com bastante urgência”, finaliza.

 

Serviço:

Giovanna Vaccaro – Autora/Blogueira/Colunista

Editora Coerência: www.editoracoerencia.com.br

Canal “Passa Cola”: www.youtube.com/channel/UCGiCwoqj9Qzjd4X3D5sVcWg

Blog “Passa Cola”: http://giovannavaccaro16.wixsite.com/passacola

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Capa da versão brasileira
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Série premiada de fantasia brasileira a ser publicada por editora espanhola

Porto Alegre, 17 de novembro de 2016 - A Bandeira do Elefante e da Arara é a aquisição mais recente da Sportula, editora espanhola de ficção científica e fantasia, fundada pelo autor premiado Rodolfo Martínez. O catálogo da editora inclui nomes como Juan Miguel Aguilera, Elia Barceló, Angélica Gorodischer, Ian Whates, Arthur Conan Doyle e María Zaragoza, entre outros.

A série A Bandeira do Elefante e da Arara é uma história de fantasia ambientada no Brasil Colônia. A obra já concorreu a prêmios internacionais, como o prestigiado Nebula (EUA), concedido pelo Science Fiction and Fantasy Writers of America, para os melhores trabalhos de ficção científica e fantasia. Em 2014, a primeira história da série ganhou uma adaptação para quadrinhos. As aventuras serão lançadas no formato board game em 2017. A série é publicada no Brasil pela Devir Livraria.

As versões digitais da Sportula estarão disponíveis em espanhol para os leitores em todo o mundo. Também há planos para juntar todas as histórias em uma versão impressa. O editor Rodolfo Martínez escreve: “As histórias do Kastensmidt são um sopro de ar fresco no cenário atual de fantasia épica, onde todo mundo parece obcecado em revisitar a idade medieval na Europa (ou versões dela), como se não tivesse outras possibilidades. Em vez disso, ele ousou visitar outras tradições e mitologias, e criou uma fusão inteligente e instigante de romances históricos com lendas da África e da América. Ele está explorando território inédito e descobrindo novos mundos. Para mim, como diretor da Sportula, é um privilégio ser a editora espanhola da obra dele”.

Christopher Kastensmidt, autor da série, diz: “Rodolfo é um dos maiores autores espanhóis de literatura fantástica e a Sportula é uma das editoras mais queridas entre os fãs. Não consigo imaginar uma ‘casa’ melhor para as histórias de A Bandeira do Elefante e da Arara. É uma honra poder trabalhar com eles”.

A edição em espanhol será o sétimo idioma da série. As histórias estão disponíveis atualmente em chinês, através da rede social Douban Read, de 100 milhões de usuários; em português, através da Devir Livraria; e em inglês através de uma edição do autor na Amazon. Outras traduções incluem tcheco, romeno e holandês, em revistas especializadas em literatura fantástica.

Sobre Sportula

Sportula foi fundada em 2009 para o autor Rodolfo Martínez gerenciar edições digitais da sua própria obra. A partir de 2012, a editora começou a publicar outros autores espanhóis com a antologia do gênero Space Opera Akasa-Puspa de Aguilera y Redal, organizada por Juan Miguel Aguilera e Javier Redal. Ao longo dos anos, a Sportula publicou mais de 100 títulos, em versões impressas e ebooks, de mais de 40 autores. O catálogo inclui principalmente autores espanhóis, mas nos últimos anos foi expandido para incluir autores ingleses e latino-americanos. A editora ganhou vários prêmios, com destaque para o Prêmio Ignotus, equivalente espanhol do Prêmio Hugo. No catálogo da editora, leitores podem encontrar ficção científica, fantasia, romances históricos, livros de detetives, ensaios e poesia.

Sobre A Bandeira do Elefante e da Arara

A Bandeira do Elefante e da Arara é uma série internacionalmente premiada de fantasia brasileira. As histórias contam as aventuras do holandês Gerard van Oost e do iorubano Oludara, uma dupla de heróis que se encontram em Salvador no século XVI. No Brasil, as histórias e quadrinhos estão sendo adotados por escolas de vários estados. Notícias, arte e referências culturais podem ser encontradas no site www.abandeira.org.

Sobre Christopher Kastensmidt

Christopher é norte-americano, radicado em Porto Alegre desde 2001. Antigo diretor da Southlogic Studios e da Ubisoft, é roteirista de games, quadrinhos e livros publicados ao redor do mundo.

A Literatura de Cordel na Visão de um Médico Oftalmologista
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A Literatura de Cordel na Visão de um Médico Oftalmologista

Uma antiga arte que ganha um significado especial pelas criações de Levi Madeira

A literatura de cordel surgiu no século XVI, período que o Renascentismo passou a popularizar a impressão dos relatos que, pela tradição, eram feitos oralmente. No Brasil, chegou no século XVIII, período da colonização portuguesa. A princípio, a maioria dos autores da literatura de cordel brasileira eram cantadores e criavam os versos de improviso. Muitos escritores foram influenciados pela literatura de cordel, como: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

Com o passar dos anos, essa arte conquistou muitos admiradores e especialistas em compor cordéis. O médico oftalmologista Levi Madeira é um deles. O Dr. Levi cria cordéis de diferentes temas, inclusive os ligados à medicina, e o faz com maestria. Informa, educa e transforma de uma forma criativa e divertida um assunto que, para os leigos, é difícil compreender, em uma leitura agradável repleta de novos conhecimentos. É o caso dos cordéis “Cirurgiando”, “Mal de Alzheimer”, entre outros.

O doutor Levi já compôs mais de 200 cordéis, dentre os quais estão alguns que eternizaram várias histórias: de amor, de uma cadelinha chamada Hanna, de empresas, de turmas de escola, etc., pois foram impressos em livros. Suas obras conquistaram leitores no Brasil e no Exterior.  São eles:

A Alma de um Milharal - MA

A Maldição do Milho de Pipoca - PI

Autobiografia em Cordel - CE

Bravo Nordestino – MA

Conferência Distrital - PI   

Dr. Wantan Laércio - Homem de Visão - CE

Elisabeth e sua História - MA

Hanna a Cadela que queria ser Gente – CE

João Miguel – Impossível Conhecer e Esquecer - CE

Parnaso Oftálmico - CE

Turminha do Coração - CE

Um Sonho Realizado ou Não? PA

Vida Cá Vida Lá - CE

Vila Real – Portugal

Vision Laser 20 anos - CE

Visita Oficial - Cordel do Governador - MA        

Apesar de sua popularidade, a literatura de cordel não é uma arte simples de compor. Há regras que devem ser seguidas e quanto mais conhecimento, bagagem cultural, vocabulário e criatividade o cordelista possuir, mais rico e emocionante será o cordel. Devido à grande procura, Levi Madeira lançou o “Cordel Por Encomenda”. O médico cria cordéis metrificados em sextilhas – estrofe de seis versos heptassilábicos. O número de estrofes varia e, segundo ele, o ideal é entre 12 e 20 estrofes. Pelas mãos e inspiração de Levi é possível transformar qualquer assunto, história, em cordel. Seja no âmbito familiar ou profissional.

Levi Madeira, com suas habilidades de cordelista, difunde essa importante arte que, no Brasil, tem seu berço no nordeste brasileiro. É comum um paciente ou um representante chegar à clínica e ser presenteado com um cordel; escrito durante a consulta, em minutos. O médico, ainda, reserva um tempo, em sua concorrida agenda, para declamar cordéis. Levi costuma finalizar seus cordéis com uma breve apresentação:

“Meu nome é Levi Madeira

Eu nasci lá no sertão

Meu sonho desde menino

Ter futuro e profissão

Sou  hoje oftalmologista

Também sou um cordelista

Sou um homem de visão”

SOBREFonte: História do Cordel 

Texto

Marcela Re Ribeiro

Jornalista – Mtb: 22.945

Contatos: 11 99786-2781 (WhatSapp)

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.