Educação

As férias são uma ótima oportunidade para aproveitar o tempo livre para sair, curtir novos passeios, conhecer lugares diferentes, descobrir coisas novas e passar um tempo com a família. Além de aproveitar esse tempo com brincadeiras, os pequenos também podem usar esses momentos para aprenderem e treinarem o inglês. Passeios culturais são maneiras diferentes das convencionais, pois aliam diversão e aprendizado para tornar a prática do inglês mais dinâmica e atrativa. As especialistas educacionais e diretoras do Systemic Bilingual, Vanessa e Fátima Tenório, listaram algumas dicas culturais que ajudam no aprimoramento do idioma. Veja quais são elas:

1.      Faça visitas guiadas em inglês a museus e pontos turísticos

Os museus e centros culturais têm se preocupado cada vez mais em oferecer guias bilíngues capacitados para conversar com o público durante as visitas às exposições. Alguns museus e pontos turísticos de grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, possuem visitas guiadas em inglês. Além de ser um passeio cultural, é uma atração diferente para quem quer aprimorar o idioma.

2.      Matricule seu filho em um acampamento de férias bilíngue

Hoje encontramos vários tipos de acampamentos ou colônias de férias para entreter as crianças neste período sem aulas escolares. Algumas empresas oferecem o serviço de lazer e ainda uma oportunidade de aprendizado, com brincadeiras que exploram a imaginação dos pequenos e incentivam a prática da língua inglesa por meio de filmes, música e leitura. Dessa forma, além de associar o inglês a atividades prazerosas, elas podem aprender, praticar e brincar ao mesmo tempo.

3.      Participe de um tour por São Paulo a pé e totalmente em inglês.

O São Paulo Free Walking Tour é uma excelente oportunidade para os pequenos conhecerem variados tipos de arquitetura e a história da cidade de São Paulo com passeios inteiramente em inglês. No centro da capital paulista, as crianças visitam os principais edifícios e construções do início da história da cidade e, na Avenida Paulista, podem explorar pontos famosos como o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e o Parque Trianon.

4.      Conheça o Museu do Futebol

O Museu do Futebol é um ótimo passeio para a garotada amante do esporte! Com salas temáticas lúdicas e interativas, as crianças podem realizar uma visita guiada totalmente em inglês e conhecer a fundo a história do futebol no Brasil. Além disso, elas também têm acesso a uma experiência divertida com vídeos que mostram os grandes lances da carreira do Pelé em outro idioma.

5.      Cante músicas em inglês em um karaokê

É fato que ouvir músicas em inglês é uma boa forma de melhorar a compreensão das palavras e descobrir novos vocabulários. No entanto, além de ouvir, cantar é uma excelente maneira de exercitar a pronúncia e praticar o segundo idioma. Uma boa pedida é ir a karaokês ou até mesmo montar um karaokê em sua própria casa para praticar de um jeito diferente e divertido.

6.      Faça uma maratona de Harry Potter em inglês sem legenda (ou com a legenda em inglês)

O bruxo Harry Potter conquistou diversos adultos e crianças com suas magias e aventuras. A saga de oito filmes pode ser uma boa alternativa de lazer e ainda para aprimorar o inglês, principalmente para os adoradores do inglês britânico. Os diálogos são diretos e claros, podendo ser facilmente compreendidos em inglês sem legenda ou com a legenda em inglês. Depois de assistir aos filmes você pode ler os livros de Harry Potter, pois como você já conhecerá a história, será muito mais fácil realizar a leitura e aprimorar suas habilidades na língua inglesa

Paulo Roberto Bertaglia
Publicado em Educação

 

Usuários publicam em média 10 mil artigos por semana, somente no LinkedIn

Com a popularização da internet, as manifestações das pessoas, em especial as mais jovens, são divulgadas inicialmente na web e levadas para as rodas de conversa, sejam na escola ou no trabalho.

Em geral, as conversas têm a ver com o mercado e com a política. Confirmando essa realidade, em pouco tempo, a rede social dos negócios, o LinkedIn, alcançou a marca de 29 milhões de usuários e hoje representa uma grande oportunidade para fazer conexões interessantes. Além disso, num ambiente econômico instável como o brasileiro, aumenta a busca por conselhos, análises e opiniões sobre os incertos caminhos do mercado nas redes sociais.

Segundo dados oficiais, no Brasil, os usuários publicam em média 10 mil artigos por semana, somente no LinkedIn.

Exemplo deste novo perfil de consultor on line, Paulo Roberto Bertaglia, fundador da Berthas Consulting, já possui cerca de 13 mil seguidores e seus posts recebem milhares de curtidas diariamente. “Minhas postagens abordam o universo corporativo e tento trazer luz a alguns temas que julgo relevantes para este público misto, formado tanto por estudantes quanto por executivos de multinacionais. Os comentários agregam ainda mais valor às ideias que compartilhamos”, explica Bertaglia, autor de vários livros de Supply Chain e Logística.

No mundo todo, a funcionalidade da rede social no âmbito corporativo é usada também por figuras de projeção global, como Hillary Clinton, Bill Gates e Mohamed El-Erian, conhecidos como influenciadores do LinkedIn. Por aqui, no 3º. país com maior número de seguidores conectados à plataforma, nomes como Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, Abílio Diniz, conselheiro de várias empresas como Carrefour e BRF e Laércio Cosentino, fundador da TOTVS, têm bastante representatividade em seu ramo de negócio e publicam conteúdos relevantes para leitura e compartilhamento.

Bertaglia também possui projetos em Educação e defende que o uso das redes sociais na forma de blog, como ele mesmo utiliza, é uma oportunidade de obter insights e conhecimentos de clientes, usuários finais, concorrentes, universidades, empresários independentes, investidores, inventores, cientistas e fornecedores e ampliar significativamente a rede de relacionamento. “Uma dica para quem deseja começar a postar é olhar o noticiário à procura de temas relevantes. Mesmo que o acontecimento em si não tenha nenhum vínculo com a sua área, ele pode servir como gancho para falar sobre um tema pertinente para a sua comunidade profissional e fortalecer o vínculo entre ambas as partes”, explica.

O retorno das postagens, analisado pelas métricas da plataforma, de forma rápida e precisa, pode ser obtido em questão de dias, como no caso de Bertaglia que, somente na última semana, contabilizou mais onze mil visualizações em uma publicação compartilhada no LinkedIn e na Fan Page da Berthas Consulting. “Nosso objetivo é espalhar conhecimento, pois com a educação, vem a transformação”, arremata o escritor.

Em tempos tão difíceis, é possível construir uma Cultura de Paz?
Publicado em Educação

A Paz é um assunto popular, especialmente no final de cada ano. Ela sempre figura entre os votos que desejamos aos nossos entes queridos e que queremos para nós mesmos. Ela é o objetivo que tantos buscam para si, para suas famílias e comunidades. A Paz é tão importante em nossa cultura, que nos vestimos de branco para simbolizá-la, como quem quisesse atraí-la supersticiosamente. Não raro, ela é um dos pedidos que mais se faz em orações, para que nos seja dada.

É louvável conservar um senso de religiosidade, se percebendo uma parte menor ligada a um todo maior. A religiosidade e a fé são defesas poderosas contra o pessimismo e o desespero. Porém, como se trata de um fenômeno complexo, envolvendo tantas partes diferentes, não existem soluções simplistas. A paz exige mais que isso: ela precisa ser cultivada.

É comum que pensem que a paz esteja condicionada ao enfrentamento da violência. Por isso, acreditam que a paz seria o produto da intensificação da repressão contra crimes, com mais policiais nas ruas, e de penas mais severas, que coibissem os atos violentos. Outra importante via de enfrentamento à violência é a redução dos bolsões de pobreza. Não é razoável associar pobreza à violência, uma vez que esse fenômeno, sob as mais variadas facetas, encontra-se igualmente distribuído por todas as classes sociais. Porém, a privação de oportunidades, perspectivas e de direitos básicos como saúde, saneamento, educação e lazer criam um solo fértil para a violência.

Por mais que aperfeiçoemos nossos meios de justiça criminal,  não haveria sempre a necessidade de vigiar e punir os infratores? E, por mais combatêssemos os bolsões de pobreza, assegurando condições dignas a todos, o que faríamos em relação às inevitáveis frustrações da vida decorrentes dos grandes ciúmes, invejas, tédios, falta de propósitos, raivas e rancores? Haveria possibilidade de paz duradoura assim?

Para obtê-la, a paz precisa ser construída ativamente. É preciso ensinar a paz. Se a violência é um fenômeno exclusivamente criado pelos seres humanos a paz também o será. Educar para a paz é, desde cedo, ensinar a identificar, regular e dialogar abertamente sobre as emoções, a pensar coletiva e cooperativamente em busca de soluções criativas que atendam às necessidades de todos, a partir da consciência de que todos estamos conectados; é aprender a transformar conflitos em oportunidades de honrar e promover a vida em todas as suas expressões.

Assim, a Inteligência Relacional, pioneira na sistematização de conteúdos de Educação Emocional e Social acredita que conceber um sistema educacional que reúna o que há de melhor nas diversas linhas de pensamento pedagógico, para seres complexos, que integre suas dimensões instintivas, emocionais e cognitivas, representa mais do que uma tentativa de resposta a atual crise dos sistemas de ensino. Representa a possibilidade de nossos descendentes serem mais sábios e bondosos do que nós, e assim, saibam viver em paz com suas próprias emoções.

A Educação Emocional e Social é um processo educativo, regular e permanente, que busca desenvolver consciência, autonomia e regulação emocional. Com ela evitam-se situações de estresse, uso e abuso de álcool e drogas, depressão e violência por meio do desenvolvimento da concentração, da tolerância, da autoestima, do aprendizado de competências socioemocionais e habilidades para solução de conflitos. Tudo isso gera melhoria da relação consigo e com o outro e, consequentemente, uma sociedade mais pacífica.

Conheça a Metodologia Liga Pela Paz, acesse www.inteligenciarelacional.com.br/

Orientação vocacional: Você ainda não sabe o que estudar?
Publicado em Educação

A Orientação vocacional geralmente é realizada por psicólogos, que através da pesquisa e análise de provas de interesses, aptidões e personalidade, apoia ao aluno no percurso acadêmico e profissional indicado, além de sugerir estratégias de autoconhecimento.

Mas qual é nossa vocação profissional? Este é um dos interrogantes que surge quando estamos por finalizar o ensino médio ou quando não começamos ainda uma formação de educação superior. Se não conhecemos nossa vocação, fica difícil saber qual caminho profissional devemos seguir.

Sem dúvida, encontrar áreas de estudo relacionadas aos nossos interesses, habilidades e aptidões não é tarefa fácil, especialmente se não foram exploradas 100% e algumas ainda não foram descobertas. Por isso é muito importante identificar os pontos que nos ajudam a tomar a decisão certa.


O que eu gosto de fazer?

Este primeiro ponto é primordial. Não devemos confundir nossos hobbies com nossas habilidades e destrezas. Muitos de nós gostamos de ver televisão, mas apesar disso, esta ação não está internamente relacionada com a nossa vocação, a não ser que alguns programas concretos sobre: animais, arte, esportes, moda, etc, nos agrade muito. Neste caso, podemos considerar isto como uma inclinação sobre o que nos chama a atenção para estudar, sem ser um fator determinante.

Devemos estabelecer em quais áreas nos destacamos e quais nos apaixonam. Por exemplo, se gostamos de matemática e consideramos que temos habilidades nas carreiras que as contêm, então será um ponto de partida para escolher uma formação relacionada com a mesma.


Que opções de estudo existem?

Atualmente a oferta educativa é tão ampla e variada. Podemos fazer infinitas pesquisas pela internet para desta maneira encontrar o que queremos estudar, desde uma carreira técnica ou tecnológica até uma carreira profissional. Quando estabelecemos a área de interesse, podemos nos enfocar em encontrar uma formação que se adapte ao que queremos fazer por muitos anos.

No mundo todo, diversas instituições educativas oferecem cursos que se adaptam as nossas necessidades e preferências, dando-nos um abanico de possibilidades nas quais teremos mais espaço para optar por um tipo de estudo de acordo às habilidades que possuímos. Alternativas como: flexibilidade horária, metodologia de estudo, modalidade, formas de pagamento e financiamento contribuem para reduzir o filtro e alcançar as respostas para nossas inquietudes.

Níveis de estudo na Educação Superior: 

  • Carreira de nível Técnico: É um estudo caracterizado por ser mais curto que uma carreira profissional (1 a 2 anos), de menor custo, conciso e de maior especificidade ao se aprofundar em áreas concretas, com um alto nível de prática. Se o estudo for realizado numa instituição reconhecida pelo Ministério de Educação, independentemente do país, se obtêm um título de Técnica/o.
    https://www.educaedu-brasil.com/curso-tecnico
  • Carreira Tecnológica: É similar à carreira técnica; duração intermedia de formação (2 a 3 anos). Diferencia-se da anterior por sua metodologia e processo de investigação; está pensada para sistematizar a experiência. O título recebido é o de Tecnóloga/o, sempre e quando se trate de uma instituição respaldada pelo Ministério de Educação do Brasil.
  • Carreira Profissional (Licenciatura ou Bacharelado): O tempo de duração é mais prolongado (4 a 5 anos, ou mais); o conhecimento é vasto, dá igual importância à parte teórica e prática. Abarca matérias intrínsecas à área de estudo e outras humanísticas, sem que estejam diretamente vinculadas com a temática da carreira. Os títulos recebidos em sua grande maioria dão a possibilidade ao aluno de seguir seus estudos em cursos de pós-graduação. https://www.educaedu-brasil.com/graduacao

 


Indagar, investigar, explorar.

É importante investigar muito além do nome do curso que queremos estudar. Como diz o ditado “a embalagem pode nos atrair mais que o conteúdo”. Ao escolher uma carreira, devemos considerar estes pontos:

  • Matérias
  • Duração
  • Campos de ação
  • Trajetória da instituição
  • Se a instituição e o curso são reconhecidos pelas autoridades de educação pertinentes
  • Convênios com outras instituições
  • Corpo docente
  • Comentários de alunos e graduados
  • Atividades extracurriculares

Buscar assessoria:

Ao concluir o ensino médio, não devemos nos precipitar em determinar o que vamos fazer a nível universitário sem antes pesquisar muito. Com o passar dos anos, uma decisão apressurada pode traduzir-se em frustração.

Por sorte existem diversas instituições que oferecem testes vocacionais aos seus alunos em potencial, geralmente são espaços acadêmicos, nos quais se busca reconhecer os talentos de cada pessoa, em áreas pontuais. Poderíamos pesquisar diretamente nas universidades onde gostaríamos de estudar, muitas delas oferecem este tipo de assessoria. Podemos também realizar oficinas ou programas curtos que estimulem nossa capacidade cognitiva na execução dos conteúdos que queremos abordar.

Não devemos deixar de lado os testes online gratuitos oferecidos na internet tanto por instituições de ensino quanto por páginas web independentes, tais como: guiadacarreira.com.br/teste-vocacional/testevocacional.orgtestevocacionalonline.com.br.

É aconselhável buscar orientações profissionais aprovadas por instituições de renome.


Quanto tempo quero dedicar a minha formação profissional?

Com certeza o tempo que queremos destinar a nossa preparação acadêmica vai ser um componente essencial na decisão que tomarmos. Como mencionávamos, o tempo de duração varia conforme os tipos de formação existentes: carreiras técnicas, carreiras tecnológicas, licenciaturas e bacharelados.

Devemos definir se estamos inclinados a gastar menos tempo estudando porque queremos nos enfocar principalmente em trabalhar ou em ter mais tempo livre ou se pelo contrário, buscamos um estudo que contenha muitas horas de dedicação porque nos apaixona a aprendizagem que será adquirida durante esse período.

Nenhuma das duas escolhas está errada, ambas vão favorecer nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Pessoal já que estaremos fazendo o que nos faz sentir bem de acordo com a nossa vontade. Profissional porque no futuro, o entorno laboral no qual vamos nos desempenhar, como vamos avançar nele e a autorrealização que vamos atingir, será o reflexo da nossa decisão e de como vamos afrontá-la no transcurso da vida.


Gostaria de me formar no que meus pais, familiares ou amigos estudaram.

Em algumas ocasiões, as profissões dos nossos pais, irmãos, núcleo familiar e amigos, influi no que pensamos que é nossa verdadeira vocação. Apesar disso, não é sempre assim.

Se partirmos do principio de que temos que seguir os passos dos demais por sua vida profissional exitosa, porque parecem pessoas apaixonadas pelo que fazem e satisfeitas com o trabalho que desempenham; deixando de lado nosso conhecimento, interesses, gostos, talentos, habilidades e aptidões, não estamos indo pelo caminho correto. Outro erro comum é optar por áreas que estão na moda, só porque são estudadas por famosos e porque são divulgadas em diversos meios de comunicação e redes sociais.

Apesar da assessoria brindada por pessoas do nosso entorno e próximas a ele sobre suas próprias experiências acadêmicas, ao longo de suas trajetórias profissionais, desde o que estudaram ou estudam até sua ocupação atual, ser um enorme marco de referência e guia para nós, esmo assim devemos investigar se o que para estas pessoas parece apaixonante ou as experiências negativas que tiveram são o espelho do que aconteceria com a gente se escolhêssemos a mesma profissão.

Investigar, indagar, averiguar, explorar é nossa maior tarefa.



O aspecto econômico me interessa mais que minha vocação
.

Se este é o caso, então estamos indo pelo caminho incorreto. É verdade, o aspecto econômico é uma variável que deve ser considerada, mas não é a mais importante. Se optarmos por uma profissão que por seu campo de ação traga altos ingressos, mas seu conteúdo não é interessante, e não se adapta aos nossos interesses, não estaremos tomando uma decisão acertada.

Existem profissões com menor saída laboral que outras, apesar disso e se consideramos nossas habilidades, é mais provável que no futuro conseguiremos tirar um grande da nossa escolha; estaremos agrupando o que somos, o que queremos ser e onde queremos chegar. Com a ampla oferta acadêmica atual, encontraremos carreiras com temáticas que se ajustam aos nossos desejos profissionais.

O Dr. Rick Sommer, diretor executivo dos programas acadêmicos da universidade de Stanford University dos Estados Unidos, manifestou que os estudantes que realmente buscam um desafio, conseguem desenvolver seus talentos ao máximo. Assim são as coisas, se nos desafiamos e encontramos uma formação da qual gostamos, conseguiremos alcançar mais facilmente nossas metas e objetivos.

Vale lembrar! A área e o nível de estudo que escolhermos vão refletir no crescimento e progresso que atingiremos ao longo da nossa trajetória profissional. A motivação para triunfar será o que nos apaixone, nos mobilize e impulse a ser melhores a cada dia,  e nos permita demonstrar em qualquer espaço, nossa capacidade de adaptação e compromisso em qualquer ocupação na qual nos dediquemos.

Autora: Liliana Diaz

Gestora de contenidos en Educaedu
Jovem Aprendiz é pontapé inicial para ingresso no mercado de trabalho
Publicado em Educação

- Empresas que participam do projeto Aprendiz, além de estarem contribuindo para jovens mais preparados, têm diversas vantagens fiscais

- Fundação CDL abre mais uma turma. Curso começa no dia 05 de Janeiro

Cada dia está mais difícil ingressar no mercado de trabalho sem ter experiência profissional de referência. Os jovens têm buscado espaço no mercado cada vez mais novos, a fim de adquirirem conhecimento e vivência em ambientes profissionais. Para tanto, existem programas que auxiliam o ingresso na vida profissional, entre eles, o de jovem aprendiz.

A Fundação Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberlândia desenvolve esse projeto há cerca de 09 anos, auxiliando centenas de jovens no primeiro contato com o mercado de trabalho. O objetivo é oferecer oportunidade de ingresso na vida profissional e capacitação para adolescentes, além de apoiar o empresário no cumprimento da Lei do Aprendiz.

Em parceria com diversas empresas da cidade, a Fundação CDL seleciona cerca de 30 alunos, em que realizarão o programa de um ano e quatro meses, onde o jovem trabalha na empresa de segunda a quinta-feira e todas as sextas-feiras participam de aulas teóricas na instituição. Para participar do projeto, os jovens devem estar cursando o Ensino Médio e ter idade entre 15 e 18 anos.

No curso, os jovens aprendem sobre qualificação administrativa, que visa desenvolver competências técnicas e comportamentais. Além disso, aprendem quanto a rotinas administrativas, contabilidade, departamento pessoal e financeiro, além de atendimento ao cliente, postura profissional, etiqueta e, até, oratória.

"Além de possibilitar a inserção no mercado de trabalho para esses jovens, a empresa está ajudando a formar profissionais mais promissores para a nova geração. Quanto mais cedo eles tiverem contato com o mundo profissional, mais serão capacitados a atender as exigências do mercado", salienta a gerente executiva da Fundação CDL Uberlândia, Bânia Vieira Poli.

A gerente ainda destaca que além de contribuir para uma sociedade com opiniões mais sistêmicas, o Jovem Aprendiz é Lei, e algumas empresas devem cumprir com a determinação.  O programa de Aprendizagem Administrativa da Fundação CDL atende ao disposto no Decreto Lei nº 5.598 de 2005, na Lei de nº 10.097 de 19 de Dezembro de 2000, que dispõem sobre a contratação de Jovem Aprendiz. A Lei determina que empresas de médio e grande porte tenham uma porcentagem equivalente a 5% e 15% de jovens aprendizes em trabalho.

Os empresários que contratam Jovens Aprendizes, além de estarem cumprindo com sua responsabilidade social, têm a oportunidade de retenção de talentos ao desenvolver competências nos jovens.

Interessados

Os jovens que têm interesse em se inscrever no programa Jovem Aprendiz, devem cadastrar o seu currículo pelo site da CDL Uberlândia www.cdludi.org.br.

Um em cada três brasileiros está pessimista em relação ao futuro
Publicado em Comportamento

Pesquisa da VAGAS.com mostra que 34% dos respondentes acreditam que o mundo no futuro será pior ou muito pior  

Um em cada três brasileiros está pessimista em relação ao futuro do planeta. É o que revela levantamento inédito sobre Cenários para o Século XXI realizado pela VAGAS.com, empresa líder em soluções tecnológicas para recrutamento e seleção. De acordo com o estudo, 34% dos respondentes acreditam que no futuro o mundo será pior ou muito pior que hoje. Para 48%, será melhor ou muito melhor. Em 6% das respostas foi constatado que o futuro será igual e 12% informaram que não sabem. 

O levantamento foi realizado de 27 a 30 de setembro deste ano por meio da base de currículos cadastrados no portal de carreira VAGAS.com.br. A pesquisa contou com 2999 respondentes, sendo 57% homens e 43% mulheres, com idade média de 33 anos, 74% pertencentes à região Sudeste, 51% ocupando cargos operacionais e 59% com nível superior completo ou incompleto.

A pesquisa procurou saber em qual mundo os filhos viverão no futuro. Para entender melhor esse cenário, as respostas foram agrupadas em 12 temas: social, educação, tecnologia, mercado de trabalho, saúde, meio ambiente, família, política, segurança, economia, meios de comunicação e alimentação. Os assuntos que mais receberam respostas foram: social (44%), educação (44%) e tecnologia (43%). Num segundo patamar, mercado de trabalho (39%), saúde (38%), meio ambiente (35%) e família (35%). Já as referências de política (21%), segurança (12%), economia (6%), meios de comunicação (6%) e alimentação (3%) tiveram poucas citações. Em cada tema, houve também a divisão entre referências negativas e positivas. Dos 12 temas avaliados, em sete prevaleceram as menções negativas enquanto nos outros cinco dominaram as positivas.

Veja abaixo o percentual de referências negativas registradas em cada tema e assuntos mais mencionados pelos respondentes a partir da pergunta aberta e sem limitação de tamanho de texto: o meu filho viverá em um mundo:

- Segurança (90%) – mais violento e com falta de segurança

- Economia (85%) – com conflitos econômicos e custo de vida alto

- Política (80%) – com corrupção, falta de ética e políticos não comprometidos

- Meio Ambiente (64%) – com muita destruição ambiental e escassez de recursos naturais

- Social (64%) – individualista e com enorme índice de intolerância

- Mercado de Trabalho (60%) – com desemprego e trabalho escasso, e competitivo

- Saúde (57%) – com sistema de saúde decadente, caro e para poucos

Confira também os tópicos com predomínio de citações positivas e assuntos mais destacados:

- Meios de Comunicação (98%) – com acesso a muito mais informações e de qualquer tipo, avançado em termos de comunicação e digital

- Alimentação (95%) – com boa alimentação, com novas comidas e sem fome

- Tecnologia (76%) – mais tecnológico e novas tecnologias

- Família (73%) – com boa educação familiar

- Educação (53%) – com boa educação e acesso a todo tipo de conhecimento

“As referências que mais se destacaram foram em relação ao crescimento tecnológicos e às novas tecnologias que estarão a serviço de todos. Se por um lado o avanço tecnológico trará progresso em vários setores, por outro os respondentes mostraram-se bastante preocupados com os efeitos colaterais deste avanço, como dependência tecnológica e maior distanciamento entre as pessoas. Outras preocupações com o futuro vão desde a uma maior exigência de conhecimentos específicos no mercado de trabalho até máquinas substituindo os homens e dominando o mercado, o que poderá causar desemprego. Apesar dos avanços da medicina, com novas descobertas e pesquisas, foi mencionado também o surgimento de novas doenças e uma preocupação com o sistema de saúde decadente e caro beneficiando poucos. Também há outras preocupações, principalmente com relação à destruição ambiental, escassez de recursos naturais e sistema de educação precário”, explica Sylvia Fernandez, coordenadora da pesquisa na VAGAS.com

Sobre a VAGAS.com

Com foco no desenvolvimento e licenciamento do software VAGAS e-partner, utilizado por empresas na gestão de seus processos seletivos, a VAGAS.com oferece suas soluções tecnológicas para cerca de 3.000 clientes, 74 deles entre as 100 maiores empresas privadas do País. O ecossistema VAGAS administra em torno de 100 milhões de currículos e o VAGAS.com.br, maior site de carreira do Brasil, recebe uma média de 600 mil visitantes únicos por dia.

Conteúdo Comunicação
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Weldher Rodrigues (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
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Alunas do Colégio Friburgo no movimento "Coletivo Feminista"
Publicado em Comportamento

“Curar hétero estuprador ninguém quer, né?”, uma das frases do material visual criado pelas jovens

Recorde é uma palavra que gostaríamos de ouvir associada apenas a pódios ou números positivos, mas, infelizmente, em agosto deste ano o número de mulheres mortas em SP bateu o recorde e pelo menos 63 mulheres foram mortas por seus companheiros só no primeiro semestre do ano. São crimes que se enquadram como homicídio com agravante de feminicídio.

O chamado feminicídio virou qualificadora de crime em 2015 com uma lei sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. A prática também entrou no rol dos crimes considerados hediondos.

Para a diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública de São Paulo, Samira Bueno, os crimes, no geral, são resultados do machismo. "Infelizmente o feminicídio é um crime que está presente em toda sociedade porque tem raízes culturais. Ele está muito ligado ao machismo. A ideia de posse da mulher, como propriedade de um homem”, explica Samira Bueno.

Recentemente, uma mulher foi morta ao dar carona para um homem a partir de um grupo de WhatsApp. Vimos também, recentemente, casos de abuso contra mulheres em carros de um aplicativo de transporte privado. A repercussão desses e tantos outros casos e a luta pela causa da mulher na sociedade tem tomado cada vez mais espaço no nosso dia a dia. Frequentemente vemos ações, campanhas, manifestos em prol das mulheres.

No Colégio Friburgo, em São Paulo, alunas do terceiro ano do ensino médio organizaram, por conta própria, o movimento denominado “Coletivo Feminista”, contra o feminicídio.  Todas as alunas do terceiro ano do ensino médio e as meninas também do fundamental dois foram para as aulas vestidas de preto e de batom vermelho.

Além disso, as alunas fizeram uma série de cartazes com frases e desenhos contra o feminicídio. Todo o material foi espalhado pelo Colégio e todos os alunos e docentes estão sendo convocados a ver o material e refletir sobre a questão.

Os cartazes trazem frases como:

“Ninguém me perguntou como estava vestido meu agressor”.

“Lugar de mulher é onde ela quiser”.

“Eles tentaram nos enterrar, mal sabiam que éramos sementes”.

“Quando um homem está sem camisa, ele: 1) Está com calor; 2) Sente-se confortável assim; 3) Quer ser estuprado, é óbvio!”

“No caminho para casa eu quero ser livre, não valente.”

“Curar héreto estuprador ninguém quer, né?”

“Eu fico extremamente abalado com tantos casos de violência contra as mulheres, não tem como não me preocupar tendo tantas meninas aqui no Colégio. Do outro lado fico satisfeito em ver que partiu das próprias alunas criar esta campanha e movimento para conscientizar sobre a violência contra as mulheres e elas contam com o total apoio da nossa instituição”, explica Ciro Figueiredo, Diretor Geral do Colégio Friburgo.

“Não dá mais para ficarmos caladas, são as nossas vidas, das nossas mães, das nossas professoras, irmãs, amigas, que estão em jogo. A sociedade precisa se mobilizar na causa em favor das mulheres e a forma que encontramos para apoiar foi criando esta campanha no nosso colégio”, contam as alunas Maria Júlia Castillo Bastos e Rafaela Del Piccolo Campos.

A campanha ficará permanente no Colégio.

Mais sobre o Colégio Friburgo - http://www.colegiofriburgo.com.br/.

Atendimento à imprensa Colégio Friburgo

ACTA Comunicação Integrada - www.actacomunicacaointegrada.com.br

Fernanda Martin (11) 9 8161-4050 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Cristiane Sampaio - (11) 9 9834-0264 // (11) 5631-1866 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. // Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Alunas do Colégio Friburgo no movimento "Coletivo Feminista"
Publicado em Comportamento

“Curar hétero estuprador ninguém quer, né?”, uma das frases do material visual criado pelas jovens

Recorde é uma palavra que gostaríamos de ouvir associada apenas a pódios ou números positivos, mas, infelizmente, em agosto deste ano o número de mulheres mortas em SP bateu o recorde e pelo menos 63 mulheres foram mortas por seus companheiros só no primeiro semestre do ano. São crimes que se enquadram como homicídio com agravante de feminicídio.

O chamado feminicídio virou qualificadora de crime em 2015 com uma lei sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. A prática também entrou no rol dos crimes considerados hediondos.

Para a diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública de São Paulo, Samira Bueno, os crimes, no geral, são resultados do machismo. "Infelizmente o feminicídio é um crime que está presente em toda sociedade porque tem raízes culturais. Ele está muito ligado ao machismo. A ideia de posse da mulher, como propriedade de um homem”, explica Samira Bueno.

Recentemente, uma mulher foi morta ao dar carona para um homem a partir de um grupo de WhatsApp. Vimos também, recentemente, casos de abuso contra mulheres em carros de um aplicativo de transporte privado. A repercussão desses e tantos outros casos e a luta pela causa da mulher na sociedade tem tomado cada vez mais espaço no nosso dia a dia. Frequentemente vemos ações, campanhas, manifestos em prol das mulheres.

No Colégio Friburgo, em São Paulo, alunas do terceiro ano do ensino médio organizaram, por conta própria, o movimento denominado “Coletivo Feminista”, contra o feminicídio.  Todas as alunas do terceiro ano do ensino médio e as meninas também do fundamental dois foram para as aulas vestidas de preto e de batom vermelho.

Além disso, as alunas fizeram uma série de cartazes com frases e desenhos contra o feminicídio. Todo o material foi espalhado pelo Colégio e todos os alunos e docentes estão sendo convocados a ver o material e refletir sobre a questão.

Os cartazes trazem frases como:

“Ninguém me perguntou como estava vestido meu agressor”.

“Lugar de mulher é onde ela quiser”.

“Eles tentaram nos enterrar, mal sabiam que éramos sementes”.

“Quando um homem está sem camisa, ele: 1) Está com calor; 2) Sente-se confortável assim; 3) Quer ser estuprado, é óbvio!”

“No caminho para casa eu quero ser livre, não valente.”

“Curar héreto estuprador ninguém quer, né?”

“Eu fico extremamente abalado com tantos casos de violência contra as mulheres, não tem como não me preocupar tendo tantas meninas aqui no Colégio. Do outro lado fico satisfeito em ver que partiu das próprias alunas criar esta campanha e movimento para conscientizar sobre a violência contra as mulheres e elas contam com o total apoio da nossa instituição”, explica Ciro Figueiredo, Diretor Geral do Colégio Friburgo.

“Não dá mais para ficarmos caladas, são as nossas vidas, das nossas mães, das nossas professoras, irmãs, amigas, que estão em jogo. A sociedade precisa se mobilizar na causa em favor das mulheres e a forma que encontramos para apoiar foi criando esta campanha no nosso colégio”, contam as alunas Maria Júlia Castillo Bastos e Rafaela Del Piccolo Campos.

A campanha ficará permanente no Colégio.

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Crianças com os kits doados pelo Ideia Fixa
Publicado em Esportes

Lençóis Paulista recebe rali e escola comemora com ação social

A cidade de Lençóis Paulista receberá nos dias 10, 11 e 12 de novembro, pela segunda vez o Rally Rota Sudeste, prova válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. O evento reunirá as principais feras do off-road nacional e fechará o calendário de ações sociais realizadas pela Arena Promoções e Eventos em parceria com o Projeto Ideia Fixa.

A iniciativa tem como objetivo levar alegria, noções básicas de higiene bucal, bem-estar e uma nova forma de contar histórias reais, através de personagem interpretado pela criadora do projeto, a jornalista Tânia Mara Carvalho.

A ação socioeducativa acontecerá na Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat, quando 100 crianças com idades entre 5 e 10 anos serão beneficiadas com os kits Sorria para o Rally, Ideia Bela e Ideia Fixa pela Educação & Cultura.

A 11ª edição do Rally Rota Sudeste será válida pela 7ª e 8ª etapas (Carros) e 11ª e 12ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, com supervisão da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo e da FASP – Federação de Automobilismo de São Paulo. A prova conta com o patrocínio da Can-Am, e apoio da Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista, através das Secretarias de Esportes e de Turismo e Facilpa.

“O amor não é só um sentimento, é uma ação, portanto temos a certeza de que através do nosso trabalho, estamos transformando vidas, com gestos e atitudes, aliados à boa vontade, à dedicação e o amor ao próximo. E com mais esta ação que faz parte da programação do Rally Rota Sudeste, cumprimos um objetivo pessoal, em levar alegria e lembranças vinculadas ao Rally”. Finalizou o organizador do evento, Henrique Arena.

“Vamos dar a largada mais uma vez em uma prova de Rally. Excelente começo para quem deseja levar amor, atenção, carinho e dedicação através de um trabalho solidário. É muito amor envolvido, que começa muito antes da ação propriamente dita, com a separação do material, a montagem dos kits, a embalagem de tudo! É sem duvida gratificante ver o brilho nos olhos das crianças, ansiosas para mostrarem para à família, o que receberam na escola!”. Destacou Tânia Mara.

A confraternização com as crianças acontecerá no dia 10/11, as 15hs na Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat que fica na Rua Horácio Dias Baptista, 255 em Lençóis Paulista, fone (14) 3264-4612

Como tudo começou

Por conta de sua presença no Rally dos Sertões desde 1998, a jornalista Tânia Mara Matias de Carvalho se sensibilizou com a situação de carência extrema de algumas comunidades sertanejas do país. A pobreza vivida por essas pessoas a inspirou a escrever seu 1º. livro, intitulado "Cêis é rali, é?", onde ela relata histórias e curiosidades sobre o Rally e sobre um Brasil até então, pouco conhecido. Mesmo com o reconhecimento de seu livro, ela não se deu por satisfeita, sentiu que precisava e queria fazer mais pelos personagens que a inspiraram e tem feito! Pois até o momento já percorreu mais de 486 mil quilômetros de estradas por este Brasil afora, deixando bem mais que poeira no ar. Mais de 142 mil pessoas em 17 Estados já foram beneficiadas com doações que somam 210 toneladas entre móveis, roupas, calçados, alimento, brinquedos, água, kits de higiene bucal e pessoal e incluem ainda a distribuição de 163.000 livros novos e usados, para alunos de diversas escolas de cidades que fizeram parte dos roteiros por onde o Projeto já passou nestes 15 anos de existência.

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Da intolerância às tragédias: por que educar emocionalmente é tão importante à vida?
Publicado em Comportamento

Em um mundo cada vez mais populoso, globalizado e interconectado, desenvolver a capacidade de convivência tornou-se uma condição para nossa sobrevivência. Em suas múltiplas manifestações, a intolerância, seja política, religiosa, sexual, racial, no trânsito e tantas outras, ameaça a vida em sociedade. No Brasil, 500 mulheres são vítimas de agressão a cada hora e o país é um dos que mais assassina homossexuais no mundo, apenas alguns exemplos do que a intolerância é capaz.

A incapacidade de sustentar o diálogo e a cooperação com “o diferente” empobrece sistematicamente a qualidade das decisões políticas em todo o mundo. Vestem-se camisas de times políticos adversários, prometem a construção de muros que cortam países inteiros e acirram-se as guerras. O ódio, que dissemina a divisão e o combate entre religiões “do bem” e “do mal”, vai contra a própria etimologia da palavra religião, do latim, religar, unir. Segundo dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos, entre 2011 e 2015, o Brasil registrou 697 denúncias de intolerância religiosa. Os números foram divulgados na página das Nações Unidas no Brasil (ONU-BR) e faz um alerta preocupante.

Além disso, segundo o IHA (Índice de Homicídios na Adolescência), levantamento feito pela Unicef em parceria com diversas organizações, até 2021, 43 mil adolescentes podem sofrer mortes violentas. E, conforme esses dados, a chance de um adolescente negro ser assassinado é três vezes maior que a dos brancos. O custo dessas estatísticas para a sociedade é imenso. Vidas ceifadas pela intolerância, preconceito e ódio, especialmente as dos jovens, representam, uma perda irrecuperável para as famílias dos envolvidos e para a sociedade em geral.

A maioria das mortes violentas previstas pelo IHA tem estreita relação com a atividade do tráfico de drogas e a evasão escolar. A evasão escolar pode decorrer da intolerância dos alunos em relação ao clima emocional da escola, que, tantas vezes, é prejudicado por preconceitos, bullying e desmotivação entre os alunos. O bullying, à luz do trágico ocorrido em Goiânia na semana passada e das, frequentemente, letais ocorrências em todo o mundo, é um fenômeno social que demanda cada vez mais cuidado, seja um fenômeno que sempre ocorreu ou um sintoma mais agudo na pós-modernidade. O que estão sinalizando as crianças e os adolescentes que não toleram a intimidação e humilhação sistemáticas de seus pares e decidem pela eliminação do outro, e, tantas vezes, de si? Por que não buscam ajuda e preferem sofrer em silêncio até suas emoções lhes subjugar a atos causadores de tamanho terror? Como nossa capacidade de ensinar a tolerar frustrações e a dialogar pode estar tão insuficiente?

Por sua vez, o abuso de álcool e drogas também pode ser interpretado como uma forma de fuga, de intolerância frente à realidade.  Portanto, fica claro que, a intolerância, em suas diversas formas, mata.

Em entrevista a um programa de TV, a psicóloga Eda Fagundes, diz que o mundo é feito de diferenças e que é preciso prezar pelo respeito e empatia. Como observado  recentemente nas mídias, casos recentes de intolerância têm se agravado e levado à disseminação do ódio, acarretando em agressões físicas e verbais e até mesmo perseguição. Pessoas que possuem opiniões e visões diferentes dos outros são hostilizadas por aqueles que não aceitam e respeitam suas crenças.

Por isso é tão importante educar para o desenvolvimento da compreensão, do diálogo e da tolerância, seja para conviver melhor no trabalho, na escola ou nos espaços públicos. Aproveitando o potencial que o encontro com “o diferente” tem de gerar  aprendizado e soluções criativas e inéditas, a tolerância nos torna mais aptos a trabalhar em equipe e cooperar.

O desafio de ensinar a conversar com as diferenças é um dos fundamentos da Educação Emocional e Social e da Cultura de Paz. Inspirados pelo “Ensinar a Compreensão”, dos Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, de Edgar Morin e pelo “Ensinar a Conviver”, do Relatório Delors, ambos publicações da UNESCO, a Inteligência Relacional, por meio da Metodologia Liga Pela Paz, capacita professores para condução de grupos de diálogo e técnicas de resolução de conflitos, exercícios que edificam um caminho seguro para a construção de um mundo mais pacífico e tolerante. As estratégias psicopedagógicas, utilizadas pela metodologia, são desenvolvidas com crianças, jovens e adultos, do Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, EJA e Famílias, em escolas, a partir de materiais pedagógicos de conteúdos socioemocionais.

Assim, a Metodologia Liga Pela Paz, presente em quase todo território brasileiro e qualificada pelo Ministério da Educação como Tecnologia Educacional, contribui, por meio do desenvolvimento de competências emocionais, para a formação e construção de cidadãos mais calmos, tolerantes, que saibam respeitar e conviver bem consigo e com o outro. As avaliações feitas a partir de inventários aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia nas escolas que adotam a Metodologia Liga pela Paz apontam um aumento expressivo nas habilidades emocionais e sociais, 30%, e redução de problemas de comportamento, 35%.

Saiba mais sobre a Liga Pela Paz, www.inteligenciarelacional.com.br/metodologia-liga-pela-paz