Educação
Alunas do Colégio Friburgo no movimento "Coletivo Feminista"
Publicado em Comportamento

“Curar hétero estuprador ninguém quer, né?”, uma das frases do material visual criado pelas jovens

Recorde é uma palavra que gostaríamos de ouvir associada apenas a pódios ou números positivos, mas, infelizmente, em agosto deste ano o número de mulheres mortas em SP bateu o recorde e pelo menos 63 mulheres foram mortas por seus companheiros só no primeiro semestre do ano. São crimes que se enquadram como homicídio com agravante de feminicídio.

O chamado feminicídio virou qualificadora de crime em 2015 com uma lei sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. A prática também entrou no rol dos crimes considerados hediondos.

Para a diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública de São Paulo, Samira Bueno, os crimes, no geral, são resultados do machismo. "Infelizmente o feminicídio é um crime que está presente em toda sociedade porque tem raízes culturais. Ele está muito ligado ao machismo. A ideia de posse da mulher, como propriedade de um homem”, explica Samira Bueno.

Recentemente, uma mulher foi morta ao dar carona para um homem a partir de um grupo de WhatsApp. Vimos também, recentemente, casos de abuso contra mulheres em carros de um aplicativo de transporte privado. A repercussão desses e tantos outros casos e a luta pela causa da mulher na sociedade tem tomado cada vez mais espaço no nosso dia a dia. Frequentemente vemos ações, campanhas, manifestos em prol das mulheres.

No Colégio Friburgo, em São Paulo, alunas do terceiro ano do ensino médio organizaram, por conta própria, o movimento denominado “Coletivo Feminista”, contra o feminicídio.  Todas as alunas do terceiro ano do ensino médio e as meninas também do fundamental dois foram para as aulas vestidas de preto e de batom vermelho.

Além disso, as alunas fizeram uma série de cartazes com frases e desenhos contra o feminicídio. Todo o material foi espalhado pelo Colégio e todos os alunos e docentes estão sendo convocados a ver o material e refletir sobre a questão.

Os cartazes trazem frases como:

“Ninguém me perguntou como estava vestido meu agressor”.

“Lugar de mulher é onde ela quiser”.

“Eles tentaram nos enterrar, mal sabiam que éramos sementes”.

“Quando um homem está sem camisa, ele: 1) Está com calor; 2) Sente-se confortável assim; 3) Quer ser estuprado, é óbvio!”

“No caminho para casa eu quero ser livre, não valente.”

“Curar héreto estuprador ninguém quer, né?”

“Eu fico extremamente abalado com tantos casos de violência contra as mulheres, não tem como não me preocupar tendo tantas meninas aqui no Colégio. Do outro lado fico satisfeito em ver que partiu das próprias alunas criar esta campanha e movimento para conscientizar sobre a violência contra as mulheres e elas contam com o total apoio da nossa instituição”, explica Ciro Figueiredo, Diretor Geral do Colégio Friburgo.

“Não dá mais para ficarmos caladas, são as nossas vidas, das nossas mães, das nossas professoras, irmãs, amigas, que estão em jogo. A sociedade precisa se mobilizar na causa em favor das mulheres e a forma que encontramos para apoiar foi criando esta campanha no nosso colégio”, contam as alunas Maria Júlia Castillo Bastos e Rafaela Del Piccolo Campos.

A campanha ficará permanente no Colégio.

Mais sobre o Colégio Friburgo - http://www.colegiofriburgo.com.br/.

Atendimento à imprensa Colégio Friburgo

ACTA Comunicação Integrada - www.actacomunicacaointegrada.com.br

Fernanda Martin (11) 9 8161-4050 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Cristiane Sampaio - (11) 9 9834-0264 // (11) 5631-1866 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. // Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Alunas do Colégio Friburgo no movimento "Coletivo Feminista"
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“Curar hétero estuprador ninguém quer, né?”, uma das frases do material visual criado pelas jovens

Recorde é uma palavra que gostaríamos de ouvir associada apenas a pódios ou números positivos, mas, infelizmente, em agosto deste ano o número de mulheres mortas em SP bateu o recorde e pelo menos 63 mulheres foram mortas por seus companheiros só no primeiro semestre do ano. São crimes que se enquadram como homicídio com agravante de feminicídio.

O chamado feminicídio virou qualificadora de crime em 2015 com uma lei sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. A prática também entrou no rol dos crimes considerados hediondos.

Para a diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública de São Paulo, Samira Bueno, os crimes, no geral, são resultados do machismo. "Infelizmente o feminicídio é um crime que está presente em toda sociedade porque tem raízes culturais. Ele está muito ligado ao machismo. A ideia de posse da mulher, como propriedade de um homem”, explica Samira Bueno.

Recentemente, uma mulher foi morta ao dar carona para um homem a partir de um grupo de WhatsApp. Vimos também, recentemente, casos de abuso contra mulheres em carros de um aplicativo de transporte privado. A repercussão desses e tantos outros casos e a luta pela causa da mulher na sociedade tem tomado cada vez mais espaço no nosso dia a dia. Frequentemente vemos ações, campanhas, manifestos em prol das mulheres.

No Colégio Friburgo, em São Paulo, alunas do terceiro ano do ensino médio organizaram, por conta própria, o movimento denominado “Coletivo Feminista”, contra o feminicídio.  Todas as alunas do terceiro ano do ensino médio e as meninas também do fundamental dois foram para as aulas vestidas de preto e de batom vermelho.

Além disso, as alunas fizeram uma série de cartazes com frases e desenhos contra o feminicídio. Todo o material foi espalhado pelo Colégio e todos os alunos e docentes estão sendo convocados a ver o material e refletir sobre a questão.

Os cartazes trazem frases como:

“Ninguém me perguntou como estava vestido meu agressor”.

“Lugar de mulher é onde ela quiser”.

“Eles tentaram nos enterrar, mal sabiam que éramos sementes”.

“Quando um homem está sem camisa, ele: 1) Está com calor; 2) Sente-se confortável assim; 3) Quer ser estuprado, é óbvio!”

“No caminho para casa eu quero ser livre, não valente.”

“Curar héreto estuprador ninguém quer, né?”

“Eu fico extremamente abalado com tantos casos de violência contra as mulheres, não tem como não me preocupar tendo tantas meninas aqui no Colégio. Do outro lado fico satisfeito em ver que partiu das próprias alunas criar esta campanha e movimento para conscientizar sobre a violência contra as mulheres e elas contam com o total apoio da nossa instituição”, explica Ciro Figueiredo, Diretor Geral do Colégio Friburgo.

“Não dá mais para ficarmos caladas, são as nossas vidas, das nossas mães, das nossas professoras, irmãs, amigas, que estão em jogo. A sociedade precisa se mobilizar na causa em favor das mulheres e a forma que encontramos para apoiar foi criando esta campanha no nosso colégio”, contam as alunas Maria Júlia Castillo Bastos e Rafaela Del Piccolo Campos.

A campanha ficará permanente no Colégio.

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Crianças com os kits doados pelo Ideia Fixa
Publicado em Esportes

Lençóis Paulista recebe rali e escola comemora com ação social

A cidade de Lençóis Paulista receberá nos dias 10, 11 e 12 de novembro, pela segunda vez o Rally Rota Sudeste, prova válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. O evento reunirá as principais feras do off-road nacional e fechará o calendário de ações sociais realizadas pela Arena Promoções e Eventos em parceria com o Projeto Ideia Fixa.

A iniciativa tem como objetivo levar alegria, noções básicas de higiene bucal, bem-estar e uma nova forma de contar histórias reais, através de personagem interpretado pela criadora do projeto, a jornalista Tânia Mara Carvalho.

A ação socioeducativa acontecerá na Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat, quando 100 crianças com idades entre 5 e 10 anos serão beneficiadas com os kits Sorria para o Rally, Ideia Bela e Ideia Fixa pela Educação & Cultura.

A 11ª edição do Rally Rota Sudeste será válida pela 7ª e 8ª etapas (Carros) e 11ª e 12ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, com supervisão da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo e da FASP – Federação de Automobilismo de São Paulo. A prova conta com o patrocínio da Can-Am, e apoio da Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista, através das Secretarias de Esportes e de Turismo e Facilpa.

“O amor não é só um sentimento, é uma ação, portanto temos a certeza de que através do nosso trabalho, estamos transformando vidas, com gestos e atitudes, aliados à boa vontade, à dedicação e o amor ao próximo. E com mais esta ação que faz parte da programação do Rally Rota Sudeste, cumprimos um objetivo pessoal, em levar alegria e lembranças vinculadas ao Rally”. Finalizou o organizador do evento, Henrique Arena.

“Vamos dar a largada mais uma vez em uma prova de Rally. Excelente começo para quem deseja levar amor, atenção, carinho e dedicação através de um trabalho solidário. É muito amor envolvido, que começa muito antes da ação propriamente dita, com a separação do material, a montagem dos kits, a embalagem de tudo! É sem duvida gratificante ver o brilho nos olhos das crianças, ansiosas para mostrarem para à família, o que receberam na escola!”. Destacou Tânia Mara.

A confraternização com as crianças acontecerá no dia 10/11, as 15hs na Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat que fica na Rua Horácio Dias Baptista, 255 em Lençóis Paulista, fone (14) 3264-4612

Como tudo começou

Por conta de sua presença no Rally dos Sertões desde 1998, a jornalista Tânia Mara Matias de Carvalho se sensibilizou com a situação de carência extrema de algumas comunidades sertanejas do país. A pobreza vivida por essas pessoas a inspirou a escrever seu 1º. livro, intitulado "Cêis é rali, é?", onde ela relata histórias e curiosidades sobre o Rally e sobre um Brasil até então, pouco conhecido. Mesmo com o reconhecimento de seu livro, ela não se deu por satisfeita, sentiu que precisava e queria fazer mais pelos personagens que a inspiraram e tem feito! Pois até o momento já percorreu mais de 486 mil quilômetros de estradas por este Brasil afora, deixando bem mais que poeira no ar. Mais de 142 mil pessoas em 17 Estados já foram beneficiadas com doações que somam 210 toneladas entre móveis, roupas, calçados, alimento, brinquedos, água, kits de higiene bucal e pessoal e incluem ainda a distribuição de 163.000 livros novos e usados, para alunos de diversas escolas de cidades que fizeram parte dos roteiros por onde o Projeto já passou nestes 15 anos de existência.

Parceiros

Arena Promoções e Eventos  - Can-Am BRP - Perfumaria Emy - RNN Sports - Piffer e CIA -  SiG Comunicação - W3B Soluções Inteligentes - Cherry Contábil - CRYF Empreendimentos - MALKA Exclusive - Revista PRÓMOTO - ALKO - Produtos de qualidade - ASA Alumínio - Visual Tecnologia de Sistemas- ASI - Associação Sul Mineira de Imprensa   - Studio JG - Rotary Clube de Poços de Caldas - Salão e Estética Belíssima - Lavanderia da Marli – MAK Rádio.

Da intolerância às tragédias: por que educar emocionalmente é tão importante à vida?
Publicado em Comportamento

Em um mundo cada vez mais populoso, globalizado e interconectado, desenvolver a capacidade de convivência tornou-se uma condição para nossa sobrevivência. Em suas múltiplas manifestações, a intolerância, seja política, religiosa, sexual, racial, no trânsito e tantas outras, ameaça a vida em sociedade. No Brasil, 500 mulheres são vítimas de agressão a cada hora e o país é um dos que mais assassina homossexuais no mundo, apenas alguns exemplos do que a intolerância é capaz.

A incapacidade de sustentar o diálogo e a cooperação com “o diferente” empobrece sistematicamente a qualidade das decisões políticas em todo o mundo. Vestem-se camisas de times políticos adversários, prometem a construção de muros que cortam países inteiros e acirram-se as guerras. O ódio, que dissemina a divisão e o combate entre religiões “do bem” e “do mal”, vai contra a própria etimologia da palavra religião, do latim, religar, unir. Segundo dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos, entre 2011 e 2015, o Brasil registrou 697 denúncias de intolerância religiosa. Os números foram divulgados na página das Nações Unidas no Brasil (ONU-BR) e faz um alerta preocupante.

Além disso, segundo o IHA (Índice de Homicídios na Adolescência), levantamento feito pela Unicef em parceria com diversas organizações, até 2021, 43 mil adolescentes podem sofrer mortes violentas. E, conforme esses dados, a chance de um adolescente negro ser assassinado é três vezes maior que a dos brancos. O custo dessas estatísticas para a sociedade é imenso. Vidas ceifadas pela intolerância, preconceito e ódio, especialmente as dos jovens, representam, uma perda irrecuperável para as famílias dos envolvidos e para a sociedade em geral.

A maioria das mortes violentas previstas pelo IHA tem estreita relação com a atividade do tráfico de drogas e a evasão escolar. A evasão escolar pode decorrer da intolerância dos alunos em relação ao clima emocional da escola, que, tantas vezes, é prejudicado por preconceitos, bullying e desmotivação entre os alunos. O bullying, à luz do trágico ocorrido em Goiânia na semana passada e das, frequentemente, letais ocorrências em todo o mundo, é um fenômeno social que demanda cada vez mais cuidado, seja um fenômeno que sempre ocorreu ou um sintoma mais agudo na pós-modernidade. O que estão sinalizando as crianças e os adolescentes que não toleram a intimidação e humilhação sistemáticas de seus pares e decidem pela eliminação do outro, e, tantas vezes, de si? Por que não buscam ajuda e preferem sofrer em silêncio até suas emoções lhes subjugar a atos causadores de tamanho terror? Como nossa capacidade de ensinar a tolerar frustrações e a dialogar pode estar tão insuficiente?

Por sua vez, o abuso de álcool e drogas também pode ser interpretado como uma forma de fuga, de intolerância frente à realidade.  Portanto, fica claro que, a intolerância, em suas diversas formas, mata.

Em entrevista a um programa de TV, a psicóloga Eda Fagundes, diz que o mundo é feito de diferenças e que é preciso prezar pelo respeito e empatia. Como observado  recentemente nas mídias, casos recentes de intolerância têm se agravado e levado à disseminação do ódio, acarretando em agressões físicas e verbais e até mesmo perseguição. Pessoas que possuem opiniões e visões diferentes dos outros são hostilizadas por aqueles que não aceitam e respeitam suas crenças.

Por isso é tão importante educar para o desenvolvimento da compreensão, do diálogo e da tolerância, seja para conviver melhor no trabalho, na escola ou nos espaços públicos. Aproveitando o potencial que o encontro com “o diferente” tem de gerar  aprendizado e soluções criativas e inéditas, a tolerância nos torna mais aptos a trabalhar em equipe e cooperar.

O desafio de ensinar a conversar com as diferenças é um dos fundamentos da Educação Emocional e Social e da Cultura de Paz. Inspirados pelo “Ensinar a Compreensão”, dos Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, de Edgar Morin e pelo “Ensinar a Conviver”, do Relatório Delors, ambos publicações da UNESCO, a Inteligência Relacional, por meio da Metodologia Liga Pela Paz, capacita professores para condução de grupos de diálogo e técnicas de resolução de conflitos, exercícios que edificam um caminho seguro para a construção de um mundo mais pacífico e tolerante. As estratégias psicopedagógicas, utilizadas pela metodologia, são desenvolvidas com crianças, jovens e adultos, do Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, EJA e Famílias, em escolas, a partir de materiais pedagógicos de conteúdos socioemocionais.

Assim, a Metodologia Liga Pela Paz, presente em quase todo território brasileiro e qualificada pelo Ministério da Educação como Tecnologia Educacional, contribui, por meio do desenvolvimento de competências emocionais, para a formação e construção de cidadãos mais calmos, tolerantes, que saibam respeitar e conviver bem consigo e com o outro. As avaliações feitas a partir de inventários aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia nas escolas que adotam a Metodologia Liga pela Paz apontam um aumento expressivo nas habilidades emocionais e sociais, 30%, e redução de problemas de comportamento, 35%.

Saiba mais sobre a Liga Pela Paz, www.inteligenciarelacional.com.br/metodologia-liga-pela-paz

O Senado Federal, em Brasília, sedia debates sobre o tema entre os dias 24 e 26 de outubro

 

Desde 2007, o Senado Federal, em Brasília, organiza - no mês de outubro - a Semana da Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz, que promove debates e a conscientização sobre traumas e violência nas áreas da educação, saúde e cidadania, com o foco em crianças entre 0 e 6 anos de idade.

De acordo com a organização, o panorama se deve ao fato do cérebro humano se desenvolver mais rapidamente durante os primeiros meses de vida, se comparado com qualquer outro período.  Segundo o especialista P. Nathanielsz (Ediouro, 2002), nessa fase, a criança aprende como processar emoções, decifrando interações que ele terá com outros seres humanos para o resto da vida. Por isso, os cuidados com as conexões afetivas são muito importantes.

Para a décima edição, que acontece entre os dias 24 e 26 de agosto de 2017, o tema escolhido foi a qualidade da formação dos profissionais com os quais as crianças e suas famílias se relacionam no período inicial da vida. A programação do Senado Federal, na capital do país, abrange conferências, painéis e oficinas. Os especialistas que estarão presentes são: Alexandra Déprez, Marie Garrigue-Abgrall, Jaqueline Wendland, Inês Catão, Maria Clara Nassif, José Ovidio Waldemar, Sandra Cabral e Jairo Werner.

As inscrições, que podem ser feitas online (http://bit.ly/2gxLo9O), são gratuitas e estão abertas ao público geral, sendo uma ótima oportunidade para profissionais da educação, legisladores, gestores, pais ou qualquer um que queira se aprofundar na questão levantada.

Serviço

X Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz

Tema: “Cuidadores da Primeira Infância: por uma formação de qualidade”

Data: 24 a 26 de outubro de 2017

Local: Senado Federal – Brasília

Inscrições: http://bit.ly/2gxLo9O

CTG Brasil leva projeto cultural “Um Reino Sem Dengue” a 50 cidades de São Paulo e Paraná
Publicado em Educação

Incentivando a prática da leitura e tratando com leveza e bom humor o tema do combate ao mosquito Aedes Aegypt, o projeto cultural “Um Reino Sem Dengue – Continuação” completa uma longa circulação por 50 municípios dos estados de São Paulo e Paraná, levando apresentações de contação de história a alunos da rede pública de ensino. Ao todo, serão contempladas mais de 22 mil crianças.

Com patrocínio da CTG Brasil, o projeto “Um Reino Sem Dengue – Continuação” é uma realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal, através da Lei Rouanet de Incentivo Fiscal, com produção da Villa 7 | AH 7 Produções Culturais.

As apresentações começaram em 14 de agosto e seguem até final de outubro. O espetáculo é comandado por um ator-contador de história, que junta teatro de bonecos, trilha sonora animada e muita informação para estimular a imaginação das crianças e contribuir para o combate ao mosquito transmissor de doenças como a dengue, febre amarela, zika e Chikungunya.

A história de “Um Reino Sem Dengue” é baseada no livro homônimo de Alda de Miranda, que tem ilustrações de Ricardo Girotto. No enredo, um reino onde não existiam doenças é invadido por um misterioso inimigo que deixa o rei doente. Para desvendar o mistério, é chamado o melhor detetive das redondezas. Contando com a ajuda do príncipe, das princesinhas e dos súditos do reino, ele descobre que o grande vilão é, na verdade, o mosquito Aedes Aegypti.

Além de receberem o livro, as crianças podem continuar o aprendizado – e a diversão – em casa, pois o site oficial do projeto disponibiliza músicas, passatempos e o passo a passo de brinquedos feitos com sucata, além do conteúdo gratuito a respeito da dengue.

Sobre a CTG Brasil

Presente em mais de 40 países, a CTG (China Three Gorges Corporation) é um grupo mundial de energia limpa especializado no desenvolvimento e operações de usinas hidrelétricas de grande escala. O grupo chinês é o maior produtor de energia hidrelétrica do mundo, e, presente no Brasil desde 2013, vê o país como prioridade em sua estratégia de crescimento internacional. Hoje, a empresa é a segunda maior geradora de energia de capital privado do Brasil.

Sobre a Vila 7 | AH 7 Produções Culturais

Sediada em Campinas/SP, a empresa é especializada em gestão de cultura para organizações dos mais diversos segmentos por todo o país, atuando no desenvolvimento de projetos culturais com e sem leis de incentivo fiscal, e também na concepção e produção artística de eventos corporativos.

Elsevier
Publicado em Educação

Profissionais têm o grande desafio de alinhar suas atividades com as mudanças da atualidade. Evento em Fortaleza colabora com a discussão.

A Elsevier está presente no XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (CBBD), que acontece em Fortaleza entre dias 17 a 20 de outubro. Durante o evento, a empresa realiza uma ação virtual. No estande, os visitantes poderão utilizar óculos com simulação de realidade virtual de visão 360º e participar de um QUIZ virtual. Os participantes interagem com as soluções tecnológicas da companhia e ainda concorrem a prêmios surpresas.

Além disso, a Elsevier conta com a presença de Mírian Rocha dia 17 de outubro em seu estande para um bate-papo com os visitantes. Mírian é consultora e assessora para avaliação de bibliotecas universitárias, especialista em Didática no Ensino Superior e Psicopedagogia e ministra no mesmo dia o workshop “Avaliação das Bibliotecas Universitárias pelo MEC”.

“Durante o evento, será apresentado um panorama geral sobre os processos regulatórios do Ensino Superior e a avaliação das Bibliotecas Universitárias. O objetivo de nossa participação é apresentar soluções de ponta que colaboram com a transformação digital nas áreas de Biblioteconomia e Documentação”, explica Georgia Barros, gerente de marketing da Elsevier.

Soluções

Durante o CBBD, a Elsevier dá destaque a duas plataformas:

 

e-volution: biblioteca digital que possui conteúdo totalmente em português e integração com os principais softwares de acessibilidade para pessoas com deficiência (PcD), com base nas diretrizes de acessibilidade para conteúdo da Web WCAG 2.0 (Web Content Accessibility Guidelines).

Além disso, a última atualização traz ainda catalogação digital MARC 21, que agora tem mais informações. A novidade facilita a vida dos profissionais bibliotecários, que podem catalogar as obras com novos campos: autor, título, cidade/publisher/ano, número de páginas e URL.

 

ClinicalKey: abrangente fonte de busca clínica para tomada de decisão em mais de 40 especialidades médicas e cirúrgicas. A solução oferece evidências que garantem a qualidade de assistência, segurança do paciente e melhor gestão das glosas hospitalares. Por conta das parcerias firmadas com empresas de TI, atualmente o ClinicalKey está integrado aos prontuários eletrônicos de diversas instituições de saúde.

AGENDA

 

XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação

17 a 20 de outubro

Centro de Eventos do Ceará: Av. Washington Soares, 999 - Edson Queiroz – Fortaleza

 

Sobre a Elsevier

A Elsevier é uma empresa global de informação analítica que ajuda instituições e profissionais a progredir na ciência e cuidados avançados com saúde e melhorar a performance para benefício da humanidade. Elsevier fornece soluções digitais e ferramentas nas áreas de gestão de pesquisa estratégica, R&D (Research & Development), performance, suporte para decisão clínica e educação profissional, incluindo ScienceDirect, Scopus, ClinicalKey e Order Sets. A empresa publica mais de 2.500 conteúdos digitais, incluindo The Lancet e Cell, mais de 35.000 e-books, títulos e muitos trabalhos de referência, como Gray’s Anatomy. Faz parte do RELX Group, um provedor mundial de informação e análise para profissionais e instituições de diversas áreas da indústria. www.elsevier.com.br

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

DFREIRE Comunicação e Negócios – (11) 5105-7171

Cassia Larrubia – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Bruno Alves – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

As transformações na era digital serão o tema de diversas atividades do Festival da Transformação – FT17, que acontece dias 28 e 29 de outubro, na ESPM Sul, em Porto Alegre. Em diferentes formatos de interação com o público como workshops, pitches, palestras e conversas, o FT17 vai trazer cerca de 450 atividades que compõem a grade do evento nos quatro pilares de conhecimento: Inovação, Tecnologia, Empreendedorismo e Marketing.  O FT17 é um evento que se baseia no conteúdo e naquilo que pode expandir a percepção do público sobre seus negócios e atividades. A grade reflete a multiplicidade de conteúdos e mentes que convergem para o propósito da inovação.

No Hub Inovação a educação terá destaque com o Projeto Elefante Letrado (www.elefanteletrado.com.br),  plataforma de leitura para escolas, projetada para desenvolver o hábito e a compreensão leitora em crianças da Educação Infantil ao Ensino Fundamental. Mônica Timm de Carvalho, CEO do Elefante Letrado, vai falar sobre a “Importância do ensino da leitura nas escolas” e Scheila Vontobel, Sócia-fundadora, vai apresentar o Case “Elefante Letrado - Criação, Experiência e Resultados Obtidos”.  O professor Augusto Buchweitz, dos programas de pós-graduação em letras-linguística e medicina-neurociências da PUCRS, vai mostrar como aprender a ler modifica e amplia as estruturas cerebrais.


Além de outras atividades como:

Games educativos em plataforma open source será o tema de Bruno Seidel, um dos co-founders do Zoonk, startup que desenvolve games educativos com o objetivo de melhorar a Educação no mundo através de uma plataforma open source, uso da inteligência artificial e personalização.

Fábio Carvalho, da PopCorn, vai trazer o workshop a Jornada do Herói - conectando o poder do mitos a sua jornada. Fabio foi o 1ᵒ facilitador do Jogo do Herói do sul do país, uma ferramenta de autoconhecimento que traz a jornada do herói, de Joseph Campbell, aplicada ao cotidiano daqueles que desejam transformação em suas vidas e da realidade que os cerca.

Esclarecer os principais termos relacionados à área de Realidade Virtual será o tema de Vanessa Camargo, da Universidade Rio Verde, com o Guia definitivo para entender a Realidade Virtual. A professora e pesquisadora vai abordar pontos chave como: O que é e o que não é RV; - RV ou RA? - Tipos de sistemas de RV e de RA; - Jogo 3D é Realidade Virtual? - Vídeo 360 é Realidade Virtual? - Ferramentas para RV e para RA. A proposta é apresentar a área para os iniciantes e curiosos da tecnologia.

Educar pra que(m)? Inovação nas práticas de ensino e aprendizagem será o assunto de Bruno Bitencourt, da Escola Convexo, uma iniciativa educacional que se baseia no empreendedorismo, comunicação e lógica para potencializar lideranças dentro de escolas e das comunidades nas quais elas estão inseridas. A atividade será um painel sobre a Educação do Futuro com uma discussão entre profissionais que estão atuando na área.

SOBRE O FT17

Promovido pela ADVB/RS, o festival contará com mais de 450 atividades entre palestras, workshops, meetings, pitches e shows, além de ações simultâneas como feira gastronômica com food trucks, exposição de artes, rodadas de negócios, startups, games, yoga e muito mais.


Alinhado aos grandes eventos de inovação mundiais como SXSW, o FT17 vai proporcionar experiências simultâneas, internas e externas, e descentralizadas em uma estrutura com atividades para todos os gostos. As atividades acontecerão em salas de aula do campus, trazendo maior possibilidade de interação entre o público e os facilitadores.

Entre as atividades e parceiros do festival estarão a IBM; a Plan XP, com experiências interativas, realidade virtual e realidade aumentada; shows, com bandas do cenário gaúcho e nacional, com curadoria da Loop Reclame; simuladores da BS Motion, uma plataforma com realidade virtual e simulação de movimento; toda a estrutura digital da 4all; desafios tecnológicos, workshops e mentorias do SEBRAE e discussão de temas como biociência, bitcoins, blockchain e muito mais.


INGRESSOS – 1ᵒ LOTE PODE SER ADQUIRIDO COM VALOR ÚNICO

O 1ᵒ lote de ingressos do FT17 já pode ser adquirido no site www.ft.poa.br com inscrição de valor único para todo o festival de R$ 220,00.


Imagem divulgação:

https://www.dropbox.com/sh/8o7et0ci7xwc10c/AADWXhZl86bexxpw309QYvpSa?dl=0

CREDENCIAMENTO IMPRENSA - A imprensa pode se credencia para cobertura pelo link:

http://www.reversocomunicacao.com.br/index.php/cadastro-ft17/


SERVIÇO

O que: Festival da Transformação 2017 (FT17)

Quando: 28 e 29 de outubro (sábado e domingo)

Onde: Campus B e C da ESPM/Sul (Rua Guilherme Schell, 350) – Porto Alegre/RS

Informações e inscrições: www.ft.poa.br

Inscrição valor único: R$ 220,00 (1ᵒ lote)

Para seguir: https://twitter.com/ftpoa

https://www.instagram.com/ftpoa/

https://www.facebook.com/FTPOARS

Palavras chave: FT17; festival; ADVB/RS; inovação; evento; empreendedorismo; tecnologia; convergência; negócios; marketing; disrupção;


INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Grazieli Gotardo – 51 – 99162-0568 –
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Tatiane Mizetti (Conrerp/4ª 2820) – 51 99235-8086
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51 - 3398-7958
Reverso Comunicação Integrada (Conrerp/4ª PJ116)
www.reversocomunicacao.com.br

Formatura alunos Projeto Pescar
Publicado em Educação

Recife, 06 de outubro de 2017- Com o objetivo de contribuir com a inclusão social de jovens e desenvolvê-los para o mercado de trabalho, a Gerdau, em parceria com o Instituto Solidare e a Fundação Projeto Pescar, desenvolve em Recife o Projeto Pescar, por meio do qual é oferecido curso de iniciação profissional em Mecânica Industrial para jovens com idade entre 18 e 19 anos em condições de vulnerabilidade social.  Com a iniciativa, a empresa contribui com a inserção profissional dos participantes. Desde o início do projeto em Recife, a Gerdau já beneficiou 80 jovens.

Entre os meses de abril e junho, são disponibilizadas 20 vagas anualmente. A seleção é realizada por meio do Instituto Solidare, o qual busca os candidatos nas comunidades da região e, também, por interesse proativo dos jovens, que devem se dirigir diretamente à sede da ONG, localizada no bairro Coqueiral, em Recife, onde preenchem uma ficha de inscrição e realizam uma entrevista. Após as inscrições o Instituto seleciona os candidatos pelo retrato socioeconômico. Durante o curso, além das capacitações técnicas, são tratadas questões como cidadania. As aulas são ministradas de forma teórica e prática, executadas por profissionais voluntários da Gerdau e de outras empresas da região.

“Acreditamos que o fortalecimento da sociedade é algo imprescindível para o desenvolvimento sustentável das regiões onde atuamos. O apoio ao Projeto Pescar é mais uma iniciativa da Gerdau que contribui para a transformação da vida de jovens,  tornando-os aptos a ingressar no mercado de trabalho e desenvolver uma profissão que os estimule a olhar para o futuro”, destaca Eli André de Barros Filho, gestor da usina da Gerdau em Recife.

Após a conclusão do Projeto Pescar, conforme o desempenho dos participantes, a Gerdau pode convidá-los a participar do processo seletivo de seu programa Jovem Aprendiz. Atualmente, a planta de Recife conta com quatro colaboradores que ingressaram na empresa dessa forma.

"O Pescar tem sido uma porta que se abre a jovens, não apenas para o mundo formal do trabalho, mas, além disso, para que se percebam como protagonistas de sua própria trajetória. Mais do que vislumbrarem uma profissão digna, experimentam uma dignidade que tantas vezes a vida lhes negou", comenta José Marcos da Silva, presidente do Instituto Solidare.

Sobre a Gerdau

A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri. 

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Alunos do Colégio Friburgo
Publicado em Educação

 

Alunos contam com Período Ampliado e ensino de inglês sob a chancela da Universidade de Oxford

São Paulo, outubro de 2017. Fundado há quase 60 anos, o Colégio Friburgo está localizado na zona sul de São Paulo, no bairro da Granja Julieta e possui desde o ensino infantil até o ensino médio, priorizando uma proposta de ensino que valoriza a formação intelectual, o coletivo sobre o individual e a vitória do individual sobre a indiferença. É também pioneiro no debate sobre a preservação do meio ambiente.

O Colégio Friburgo desenvolveu um currículo consistente e diversificado a partir do qual o aluno é preparado para além dos conteúdos formais, desenvolvendo habilidades de leitura da mídia, produção de projetos, monografias, debates sobre o mundo contemporâneo, arte, literatura, expressão oral, tudo contribuindo para que o aluno desenvolva um pensamento crítico e ativo. 

Inglês com a chancela de Oxford – O Colégio Friburgo possui a chancela da Universidade de Oxford (Inglaterra) para o ensino de língua inglesa para todos os alunos do Período Ampliado, com quatro horas semanais para o Fundamental I dando continuidade no Fundamental II.

“Alicerçada na metodologia inglesa com a chancela de Oxford, nossa prática pedagógica para ensino da língua inglesa favorece o desenvolvimento do pensamento reflexivo, da capacidade analítica e das habilidades interpessoais dos alunos. Em um ambiente culturalmente enriquecido, a partir de um currículo que exercita a aprendizagem por meio de diferentes linguagens é que nossos alunos se tornam bilíngues”, explica Ciro Figueiredo – Diretor Geral do Colégio Friburgo.

Período Ampliado – Um dos pontos mais importantes da proposta pedagógica do Colégio Friburgo é a formação integral do aluno, fundamentada em atitudes, competências e habilidades. Para que elas sejam desenvolvidas em cada estudante, o Colégio oferece aos alunos do Ensino Fundamental uma extensão dos serviços educativos, um prolongamento do tempo escolar regular, que é o Período Ampliado. Esse horário complementar conta com uma série de disciplinas e atividades totalmente integradas ao projeto educativo e à filosofia do Colégio Friburgo. Assim, o estudante tem uma escolarização mais completa e tem a oportunidade de participar de novas experiências, aumentando e diversificando seu saber.

As atividades do Período Ampliado do Colégio Friburgo vão desde futsal, judô, ginástica olímpica, jazz e outras atividades físicas, até orquestra, cartoon, circo e muito mais.

Educação infantil – É na Casinha Pequenina, espaço do Colégio Friburgo dedicado exclusivamente à educação infantil, que os pequenos a partir de quando estão andando entram em contato com práticas que vão auxiliá-los em seus processos de construção do conhecimento.

Assim, são estimuladas: a interatividade no processo de construção coletiva da aprendizagem, incentivando a cooperação e o diálogo; a escrita e a leitura para estimular a criatividade, a criticidade e a expressão oral; a curiosidade e a experimentação no desenvolvimento de uma postura de aluno investigador; a ludicidade, em que situações colaborativas, trabalho em equipe e atividades que permitam a expressão de sentimentos são vivenciadas por meio de jogos e brincadeiras; a harmonia e o respeito aos animais e à natureza.

A Casinha Pequenina é um espaço que preza a relação dos pequenos alunos com o meio ambiente, por isso, o local é rodeado pela natureza. Há árvores, plantas, horta, lago, pássaros, patos, coelhos e outros bichos. Assim, a criança acompanha a transformação da natureza, registra e busca respostas para projetos desenvolvidos em sala de aula.

Social - O Colégio Friburgo está presente na rede de Escolas Associadas da Unesco como reflexo de seu engajamento na área social, por meio tanto de iniciativas próprias como por parcerias. Investe no Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Mediação de Leitura e Ensino Médio Noturno. Além de inserir seus alunos em atividades que desenvolvam a consciência social.

Infraestrutura – A ampla área verde é um diferencial do Colégio Friburgo, que prioriza o contato dos alunos com a fauna e flora. Há também biblioteca, laboratório de ciências, playground, ateliê de artes, sala de música, quadra esportiva, restaurante e cantina, além de outros espaços.

Mais sobre o Colégio Friburgo - http://www.colegiofriburgo.com.br/.

Atendimento à imprensa Colégio Friburgo

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Fernanda Martin (11) 9 8161-4050 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Cristiane Sampaio - (11) 9 9834-0264 // (11) 5631-1866 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. // Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.