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Logomarca atual da Central Nacional Unimed na barra da camisa do Bahia
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A diretoria de Mercado do Esporte Clube Bahia encontrou uma solução inteligente para resolver uma difícil questão bastante comum no Marketing Esportivo – especialmente no futebol.

Para não prejudicar as estratégias de ativação da Central Nacional Unimed, patrocinadora do clube desde março de 2015 e cujo contrato acaba de ser renovado até o final de 2017 – leia mais aqui -, os dirigentes tricolores criaram uma nova propriedade comercial para a operadora de planos de saúde. A partir de junho, os goleiros do Bahia passarão a contar com um terceiro uniforme inteiramente verde, cor predominante da marca da Central Nacional Unimed. O novo fardamento será utilizado em algumas partidas, ainda não definidas, dependendo das cores dos times adversários e dos uniformes dos juízes.

A ideia surgiu durante as tratativas para renovação do acordo de patrocínio. A fim de deixar a camisa de jogo com menos elementos e informações, que prejudicam o impacto visual, a equipe de Marketing do Bahia propôs uma espécie de permuta aos parceiros comerciais: em vez da logomarca verde e branca na barra da camisa e no calção, a empresa ganharia um uniforme com suas cores. Assim, não perderia com uma possível descaracterização de imagem no caso de substituição das cores da logo.

Segundo Jorge Avancini, diretor de Mercado do Bahia, a proposta foi prontamente aceita pelos executivos da Central Nacional Unimed. “Uma relação comercial saudável deve ser baseada em ganha-ganha”, explica. “Se nossos parceiros se dispõem a alterar sua própria logomarca para atender um pedido nosso, o mínimo que devemos lhes oferecer é uma propriedade de destaque, capaz de atender sua estratégia de posicionamento e comunicação com o mercado.”

Com o novo acordo, a marca da Central Nacional Unimed, nesta temporada, será estampada nos uniformes de jogo sem a moldura verde, favorecendo, assim, a visibilidade de sua própria logo e das dos demais parceiros do clube. Nas outras propriedades comerciais – backdrop de entrevistas, placas no CT do Fazendão, site oficial do E.C. Bahia e ações promocionais -, o logotipo da empresa seguirá seu padrão tradicional.

Desde sua entrada no clube, em março de 2015, a Central Nacional Unimed já conseguiu 41 mil novas vidas na Bahia.

Camisa cheia
        
O uniforme do Esporte Clube Bahia possui atualmente cinco patrocinadores, além da Umbro, fornecedora de material esportivo: Caixa Econômica Federal, Canaã Alimentos, MRV Engenharia, South & Co. e a própria Central Nacional Unimed. Esta é a terceira temporada consecutiva que o time ostenta a “camisa cheia” – o que significa mais receitas para o clube.

             A camisa do Esquadrão de Aço conta, ainda, com um selo das Obras Sociais Irmã Dulce, uma iniciativa social do Bahia que repassa recursos para a referida instituição, sediada em Salvador.

 

Quem acha que está fora de forma depois das festas de fim de ano, férias e carnaval, deve agora retomar esforços por uma vida mais saudável, adverte Humberto Jorge Isaac, cardiologista e vice-presidente da Central Nacional Unimed. “Devemos nos conscientizar que a saúde é uma construção diária, não somente uma dádiva ou boa herança genética. Isso requer alimentação balanceada, exercícios físicos sob orientação profissional e idas periódicas ao médico”, salienta.

 

O primeiro passo é marcar uma consulta com seu médico. Ele determinará os exames necessários, conforme a faixa etária. De acordo com Isaac, é mais importante o quadro geral de saúde do que um ou outro indicador isoladamente. “Por isso é tão importante ter um médico de confiança e fazer um planejamento conjunto de saúde.”

 

Uma das advertências do especialista é relativa a dietas radicais. O ideal, segundo ele, é se alimentar bem, ‘colorir’ o prato com legumes, verduras, cereais, frutas, carnes magras e laticínios. “Evidentemente, haverá restrições ao consumo de alguns alimentos se a pessoa for diabética ou hipertensa, o que será apontado pelo médico”, observa.

 

Ele critica dietas que proponham, por exemplo, corte radical de carboidratos (batatas, massas, feijão, arroz) e liberação de alimentos ricos em proteínas e gorduras (como carnes e ovos). “A melhor dieta é a que equilibra grupos de alimentos que fazem bem à saúde, com o consumo de pelo menos dois litros de água por dia.” Se detectar alimentação inadequada, o cardiologista poderá indicar um nutricionista para criar uma proposta voltada àquela pessoa, levando em conta seu perfil etário, peso e eventuais problemas de saúde.