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O aumento de colesterol entre crianças e adolescentes é preocupante

por em07 Agosto 2017 39 acessos
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O aumento dos níveis de colesterol no sangue em crianças e adolescentes é algo preocupante. Há alguns anos, os exames que o controlam eram solicitados normalmente pelos médicos somente para pessoas com mais de 20 anos. Hoje, esta avaliação já começa a fazer parte da rotina de exames de adolescentes, crianças e até mesmo de bebês.

São vários os fatores que levam a esse aumento, mas um fato importante é que o estilo de vida atual tornou a garotada mais sedentária. Observamos, muitas vezes, que a atividade física foi substituída por vídeo games e computadores, a alimentação também ficou mais gordurosa e com um cardápio composto por fast foods, refrigerantes e comidas prontas. O grande vilão da nutrição, entretanto, têm sido os refrigerantes. Com altos índices de açúcar e sódio, são venerados pelas crianças e responsáveis por facilitar o aumento de gordura no organismo.

Para chamar a atenção da população neste Dia Nacional do Combate ao Colesterol, 08 de agosto, e também como um alerta aos pais, a Dra. Keyla Facchin Guedes, endocrinologista do Hospital Sepaco, explica mais sobre esta doença.

O colesterol é um lipídio (tipo de gordura) que funciona como componente estrutural das membranas celulares em todo corpo. “Podem ser classificados em dois tipos principais: o HDL, também chamado de colesterol bom, que transporta o colesterol das células para o fígado e fornece proteção contra o entupimento das artérias; e o LDL, conhecido como colesterol ruim, que causa o depósito da gordura nas artérias”, explica. 

Quando em excesso, o LDL é depositado nas paredes arteriais – vasos que levam o sangue para os órgãos e tecidos – e provocam seu entupimento, processo denominado arteriosclerose. Quando o acúmulo ocorre em artérias coronárias ou cerebrais pode levar ao infarto e ao AVC (Acidente Vascular Cerebral).

A prevenção da doença é simples: criar hábitos saudáveis nas crianças desde cedo com o estímulo de atividades físicas e uma alimentação balanceada. “Quanto aos doces e refrigerantes, eles podem ser consumidos sob controle dos pais. É possível escolher um dia na semana para que a meninada possa comer lanches, bolachas, etc. Não ter este tipo de alimento em casa, dificultando o acesso, também ajuda a criança a ingerir alternativas saudáveis, como sucos e frutas nos intervalos das refeições”, destaca a especialista

Sobre o Sistema Sepaco de Saúde

O Sepaco, fundado em 1956, inicialmente para atender o setor papeleiro, transformou-se em um Sistema Integrado de Saúde, agregando hospital e operadora de saúde de autogestão.

Pioneiro no controle de infecção hospitalar no Brasil, o Hospital Sepaco atualmente atende operadoras de saúde, assim como clientes particulares.

Focado em alta complexidade e pediatria, o hospital está localizado na Vila Mariana, São Paulo, e possui 228 leitos, sendo 73 de UTI (40 para adultos e 33 Neopediátrica), um corpo clínico com sólida formação profissional em várias especialidades, além de contar com modernos equipamentos para diagnósticos, como tomografia, ressonância magnética, hemodinâmica e uma área própria para oncologia.

Para realização de pequenas cirurgias, com alta no mesmo dia, a instituição oferece ainda o Hospital Dia Sepaco, na região do Jardim Paulista, São Paulo/SP.

Acesse: www.sepaco.org.br

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