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Até 2022, cartões Private Label devem atingir a marca de 293 bilhões em transações

por em19 Abril 2017 52 acessos
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O brasileiro tem adotado o pagamento eletrônico como principal meio de transações, em detrimento do dinheiro. Um estudo feito pela Associação Brasileiro das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (ABECS), de 2016, evidencia um crescimento que coloca o Brasil entre os 10 maiores mercados do mundo em transações feitas com cartão. No primeiro semestre de 2016, o número de operações superou a marca dos 6 bilhões de reais.

Além das modalidades conhecidas no mercado e que dominam grande parte dos meios de pagamento, nos últimos anos, o mercado de cartões próprios, conhecido como Private Label (PL), ganhou destaque no varejo, representando 12% do faturamento total dos cartões de crédito no Brasil. Dados da Associação também mostram que, em 2022, os negócios gerados pelos cartões Private Label, e co- branded, devem atingir a marca de R$ 293 bilhões. 

O cartão PL, mais conhecido como "cartão de loja" pelo consumidor, é emitido por um varejista e válido apenas para realização de compras nos estabelecimentos de sua propriedade. Eles são diferentes dos cartões de crédito de uso universal, pois não têm uma bandeira de aceitação em todo o comércio.

A Conductor, empresa líder em tecnologia de meios de pagamento, oferece ao mercado essa plataforma de fidelização do cliente, denominada Market Pay. A solução permite o controle e a gestão das atividades de crédito pela própria empresa, gerando o aumento do volume de vendas, maior rentabilização com a oferta direta de produtos financeiros, além de maior segurança e robustez à operação. O varejo concede o crédito de forma rápida, com cobrança simplificada e pouca burocracia, se comparados aos cartões de crédito convencionais e passa a ter uma relação direta com o cliente, unindo todos os elos do negócio e de experiência do usuário.