Tecnologia
 
 
Lexington, Kentucky – 21 de julho de 2017 - A Lexmark International, Inc., líder global em tecnologias de impressão e imagem, foi classificada pelo sexto ano consecutivo como líder em serviços de impressão gerenciada (MPS) pela Quocirca, principal empresa de analistas da indústria baseada na Europa. 
O relatório Quocirca Managed Print Services Landscape é uma análise de fornecedores independentes do mercado de MPS empresarial em todo o mundo. Este relatório acaba de constatar que “a Lexmark se destaca no fornecimento de gerenciamento efetivo de impressão em ambientes corporativos altamente distribuídos, além de operações centralizadas dos clientes. Esta característica atrai grandes empresas que operam em vários locais".
“A Lexmark está orgulhosa de ser nomeada líder em MPS leader pela Quocirca pelo sexto ano consecutivo. Isto porque a Quocirca alerta o mercado sobre nossa capacidade de servir eficazmente clientes grandes e globais com base em nossa tecnologia e experiência", afirma Brock Saladin, presidente do Comitê Executivo de direção da Lexmark. 
Segundo o executivo da Lexmark, a dedicação da empresa a ajudar os clientes a gerenciar as tendências da indústria em constante evolução, que tem afetados os negócios diretamente, é o destaca a Lexmark em relação aos concorrentes na arena de serviços de impressão gerenciada.
O relatório Quocirca elogiou a capacidade analítica da Lexmark, dizendo que “a empresa ampliou as ferramentas para gestão proativa com a inclusão de modelos preditivos, que aproveitam os dados registrados pelo sensor dos dispositivos, alertas e mensagens de erro. A opção de usar análises preditivas para antecipar as ações do serviço, identificar tendências no volume de impressão, chamadas de helpdesk ou taxas de intervenção e capturar dados de sensores adicionais dos dispositivos é cada vez mais crítica para garantir a excelência da qualidade dos serviços.”
 
Os principais pontos fortes da Lexmark também citados no relatório incluem:
 
Execução global: a Lexmark tem fortes credenciais quando se trata de execução global, pois oferece um único sistema que apoia todo o seu negócio MPS, o que lhe permite fornecer relatórios e análises globais consolidados. Embora o modelo de entrega global seja atrativo para grandes empresas multinacionais, ele também oferece recursos de entregas regionais fortes, que possibilitam a personalização local. Sua oferta de serviços escalável também garante que empresas de todos os tamanhos possam se beneficiar de uma oferta personalizada de MPS.
Expertise Industrial: as equipes de campo da Lexmark são organizadas pela indústria e apoiadas por especialistas e consultores específicos da indústria, com processos de negócios e experiência técnica da indústria. Isso é aprimorado pelo conjunto maduro de soluções da Lexmark de automação do fluxo de trabalho e de soluções para a indústria.
Analytics: a Lexmark está fazendo investimentos significativos no uso de análises para otimizar os ambientes de saída para seus clientes MPS, bem como melhorar a disponibilidade do dispositivo e agilizar os processos de negócios. Isso propicia uma análise mais profunda do ambiente do cliente e possibilita que a Lexmark identifique e recomende a implementação de serviços específicos de fluxo de trabalho e otimização de processos de negócios.
Read the Quocirca MPS report here.
 
Sobre Quocirca
A Quocirca é uma empresa de pesquisa e análise primária, especializada em avaliar o impacto das Tecnologias da Informação e de Comunicação (TIC) nos negócios. Com um padrão de análise global, fornece insights consistentes para basear os pontos de vista de compradores e influenciadores de grandes, médias e pequenas empresas. Sua equipe de analistas é composta por profissionais atuantes no mercado, que tem a oportunidade de avaliar as soluções TIC em primeira mão para pesquisar e rastrear as inovações desta indústria e analisar os resultados de sua aplicação efetiva nas empresas.
Para mais informações, visite www.quocirca.com
Sobre a Lexmark
 
A Lexmark cria soluções e tecnologias de imagem inovadoras que ajudam clientes em todo o mundo a imprimir, proteger e gerenciar informações, com facilidade, eficiência e valor incomparável. Abra as possibilidades em Lexmark.com.
 
A “Lexmark”, o logotipo Lexmark e “Open the possibilities” são marcas comerciais ou registradas da Lexmark International, Inc., registradas nos Estados Unidos e em outros países. Todas as outras marcas pertencem aos seus respectivos proprietários.
O "Ciclo de Trabalho Mensal Máximo" é definido de acordo com o número máximo de páginas que um dispositivo pode entregar em um mês, usando uma operação multifolhas. Esta métrica fornece uma comparação de robustez em relação a outras impressoras MFPs da Lexmark.
 
As velocidades de impressão e cópia são medidas conforme a ISO / IEC 24734 e excluem o primeiro conjunto de documentos de teste. Para mais informações, consulte: www.lexmark.com/ISOspeeds. Para mais informações sobre as funções dos produtos, cartuchos de reposição para uso em regiões geográficas específicas acesse: www.lexmark.com/regions.
 
 
 
 
Clezia Martins Gomes
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Escrito por Regina Giovanolli

De todas as importantes tendências tecnológicas que impactam a indústria financeira, a chamada Inteligência Artificial (I.A.) vem dando o que falar. Assim como sua “prima” Blockchain, a I.A. traz à tona questões de grande impacto na sociedade e na economia global.

Estamos falando de disrupção generalizada não só dos modelos de negócios, mas também do mercado de trabalho com enormes mudanças previstas no conjunto de habilidades necessárias para prosperar neste novo cenário.

A Inteligência Artificial é a combinação de múltiplas tecnologias que permitem que as máquinas percebam, compreendam e atuem – e aprendam por conta própria ou complementem as atividades humanas.

O sucesso da I.A. depende da relação simbiótica entre o homem e a máquina, de estratégia e de um constante exercício de aprendizagem. Ainda são seres humanos que a projetam.

Um recente estudo sobre o impacto da Inteligência Artificial na economia, realizado pela Accenture, revela que a I.A. é o novo fator de produção e tem potencial para gerar novas fontes de crescimento. A previsão é de que as taxas de crescimento econômico anuais sejam duplicadas até 2035 e a produtividade da força de trabalho aumente em até 40%.

Enquanto alguns pesquisadores preveem que a automação conduzida pela I.A. pode afetar 49% das atividades de trabalho e eliminar cerca de 5% dos empregos, um novo estudo do IDC/Salesforce aponta que até 2021, atividades de CRM habilitadas pela Inteligência Artificial poderiam aumentar as receitas de negócios globais em US$ 1,1 trilhão e criar 800 mil novos empregos novos - superando os perdidos para a automação.

Já o artigo do New York Times, The Real Threat of Artificial Intelligence, apresenta uma outra perspectiva: “a transformação promovida pela Inteligência Artificial resultará em enormes lucros para as empresas que a desenvolvem, bem como para as empresas que a adotam. Por outro lado, também está prestes a provocar uma diminuição em grande escala de empregos - principalmente aqueles de menor remuneração”.

Estamos enfrentando dois desenvolvimentos que não se harmonizam facilmente: enorme riqueza concentrada em poucas mãos e um número enorme de pessoas fora do mercado de trabalho. O que precisa ser feito?

Nada em si é bom ou mau; tudo depende do que pensamos” (Hamlet)

Os bancos estão se tornando repositórios fantásticos de informação. A quantidade de dados gerados pela interação de clientes em seus canais digitais aumenta exponencialmente em volume e em complexidade, e extrapola a fronteira de serviços financeiros.

Big Data, Machine Learning e alto poder computacional proporcionam uma melhor compreensão das expectativas e intenções dos clientes, possibilitando experiências aprimoradas e melhor posicionamento competitivo, enquanto a adoção de Inteligência Artificial impulsiona a eficiência operacional.

A entrega de produtos e serviços mais ágeis e flexíveis, inovadores, oferecidos com tecnologia de ponta e a custos menores determinou a transformação das organizações e de suas competências atuais.

Estruturas hierárquicas tradicionais caminham para modelos colaborativos, com quadros de funcionários bastante reduzidos, complementados pela aproximação de talentos de fora da estrutura corporativa - a exemplo do que vem acontecendo na recente parceria entre bancos e fintechs.

As instituições financeiras estão expandindo as fronteiras de seus laboratórios de inovação para se organizar em grupos de trabalho e consórcios, onde a interoperabilidade e a criação de um novo ecossistema têm sido as questões a endereçar. 

Esperamos que nas mesas de discussões, estejam concentrados em moldar um futuro onde predomine o propósito de uso da tecnologia para empoderamento das pessoas dentro e fora das organizações. Caso contrário, muito em breve teremos de lidar com uma crise existencial coletiva.

Regina Giovanolli é Gerente Executiva da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país, com vasta experiência e foco no mercado Financeiro, de Seguros, Previdência e Saúde

Ana Vainstein, diretora Comercial para as Américas da TBO Holidays
Publicado em Negócios

A TBO Holidays, um dos maiores portais voltados para prestação de serviço à indústria do turismo, lançou recentemente seu aplicativo em português. O app permite acesso a todas as funcionalidades do portal da companhia, incluindo emissão de vouchers, envio de cotações, pacotes dinâmicos, entre outras funcionalidades.

De acordo com Ana Vainstein, diretora Comercial para as Américas, entre os motivos que levaram à tradução do mobile também para o português estão “a excelente resposta em outros mercados onde a TBO Holidays atua e também o fato de dar ao agente de viagens uma ótima ferramenta para o seu dia a dia”.

A expectativa da companhia é aumentar o volume de reservas em pelo menos 30%. “Vamos ter uma ideia melhor dos resultados ao longo dos próximos meses, mas nos mercados onde já implantamos a ferramenta, houve um acréscimo no volume de reservas de 45%, aproximadamente”, revela a executiva.

Atualmente, cerca de 30% de todas as transações globais da TBO Holidays são feitas via mobile. “Estamos certos de que no Brasil essa ferramenta terá o mesmo resultado que já experimentamos em outros paises devido a sua simplicidade e eficiência”, finaliza Ana. Para acessar o app em português, basta que o agente de viagens baixe o app na Play Store ou na Apple Store.

Com uma plataforma com mais de 300 mil hotéis em todo o mundo, a TBO Holidays permite a realização de reservas em tempo real. Além disso, também através do portal, é possível solicitar ao hotel quaisquer serviços especiais como quartos interligados, unidades para não fumantes, cama king size, café da manhã, entre outras coisas. Como esses pedidos podem ser feitos diretamente online, sem a necessidade de encaminhar um e-mail, o agente ganha tempo precioso durante o processo de efetuar sua reserva.

Sobre a TBO Holidays

Presente em 52 países e com mais de 21 mil clientes em todo mundo, a TBO Holidays é um portal de viagens B2B. Há mais de 15 anos atuando no mercado, a multinacional conta hoje com cerca de 18 mil parceiros ao redor do globo. Com sua matriz em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a TBO Holidays faz parte do Grupo Naspers, que controla também grandes companhias digitais como o Buscapé e o Bondefaro.

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Publicado em Economia

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IDEIA Big Data e PiniOn se unem para liderar segmento

de pesquisa com uso de tecnologia

A junção da tradicional instituição com a startup visa inovar e ampliar formas de mapear públicos e opiniões e as coloca na vanguarda de tecnologia nesse nicho

O Instituto IDEIA Big Data, do economista Maurício Moura, e a startup de pesquisa via mobile, PiniOn, do publicitário Eduardo Grinberg, acabam de se associar e anunciar uma fusão inédita no mercado brasileiro. Juntas, as empresas unirão forças e tecnologias em busca de modernas maneiras de mapear públicos e opiniões. "Teremos a mais completa cobertura de big data e tecnologia para ajudar as pessoas a conhecerem melhor seu público-alvo e aprimorar sua relação com ele. Acredito que nenhum instituto de pesquisa conseguirá ofertar algo similar", destaca o presidente do IDEIA Big Data, Maurício Moura.

As vantagens deste modelo em relação às pesquisas tradicionais, sejam elas quantitativas (aquelas com questionários presenciais) ou qualitativas (em geral realizadas em salas onde as discussões dos grupos são mediadas por um profissional e observadas através de um vidro espelhado) são três: a rapidez (alguns resultados podem chegar em questão de horas), o custo e, sobretudo, a possibilidade de microssegmentação do público-alvo. Os entrevistados podem ser separados por gênero, idade, renda, localização e até por seus hábitos de consumo. Podem ser acessados por push notifications, e-mail, sms, whattsapp, carta, telefone fixo ou pelas redes sociais.

Fundada em 2011 sob o nome de Ideia Inteligência, o IDEIA Big Data apresentou seu novo posicionamento e nome ao mercado em abril deste ano. A mudança acompanhou a atuação da empresa, que conta com soluções de inteligência em pesquisa, banco de dados e Microtargeting, sempre tendo o uso do big data como pilar fundamental. A plataforma Alexandria, desenvolvida pela equipe interna do Instituto para gerenciamento de dados, conta com registros de mais de 172 milhões de brasileiros - o que corresponde a cerca de 82% da população.

As empresas tem total sinergia. PiniOn é uma startup de pesquisa por meio de aplicativo mobile e web, que utiliza geo-localização e big data para selecionar e indicar o público certo para responder às demandas. Com 680 mil usuários ativos só no Brasil, o PiniOn é o maior painel digital do País e seu principal diferencial é combinar tecnologias de processamento de dados e a interface mobile. "Nossos produtos se tornaram extremamente complementares. Juntos, temos coleta de dados primários e secundários, capacidade de armazenamento, enriquecimento e cruzamento de dados e estratégia de comunicação fundamentada nos melhores usos do big data. O PiniOn, junto com o Alexandria, passa a ser a engrenagem do IDEIA, podendo atender clientes de forma isolada ou conjunta", ressalta Eduardo.

A junção das empresas também trará benefícios para as soluções de microtargeting. “Se uma pesquisa nossa aponta a boa aceitação de um determinado produto entre mulheres jovens das classes classe B, por exemplo, o próximo passo que podemos sugerir ao cliente ou à agência é lançar uma campanha para donas de celulares com este perfil. A partir de centenas de respondentes, podemos extrapolar via big data esse número para dezenas ou centenas de milhares de pessoas com esse mesmo perfil. Ou seja, agora, além de entender uma amostra representativa do público, via pesquisa, podemos impactar centenas de milhares de pessoas dentro do target via microtargeting, usando as ferramentas e mídias mais adequadas para cada mensagem”, explica Grinberg.

A incorporação acompanha o crescimento do IDEIA, que com a fusão, pretende dobrar o faturamento e figurar entre os 10 maiores institutos de pesquisa do Brasil. "Seremos capazes de oferecer soluções mais integradas e de maior valor para os clientes. Isso nos possibilita entender suas demandas e adequar de maneira mais plena nossas ofertas", conclui Maurício. 

A empresa também tem investido fortemente na internacionalização de suas operações, hoje responsável por 30% da sua arrecadação. Com projetos premiados internacionalmente, conta com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Ribeirão Preto, Lisboa, Montevideo, Nova Delhi e Washington, e também já desenvolveu trabalhos em países como Argentina, Venezuela, Peru, Bolívia, Romênia, Moçambique e África do Sul.

Sobre o IDEIA Big Data

Fundado em 2011 pelo economista Maurício Moura, o instituto nasceu com a finalidade de prover inteligência competitiva para empresas, órgãos públicos, associações e campanhas políticas no Brasil e no exterior. É uma empresa que utiliza expertise em pesquisas (escuta) aliada ao uso de Big Data (armazena) para estratificar da forma mais detalhada possível informações individuais e apoiar de forma eficiente a comunicação direta (impacta). Seu objetivo é ajudar clientes a solucionar problemas, tomar decisões estratégicas e se comunicar com os seus públicos de interesse de forma mais assertiva e segura. Para isso, a empresa alia um big data robusto, ampla expertise internacional e uma equipe inovadora e multidisciplinar.

Serviço

IDEIA Big Data

www.ideiabgdata.com

Rio de Janeiro • +55 21 3553 3956

Brasília • +55 61 3224 9670

São Paulo • +55 11 3251 2297

Ribeirão Preto • +55 16 3911 9441

Lisboa (F5C) • +351 210 322 500

Washington, DC • +1 202 403 1086

Montevideo • +598 99 121-029

Nova Delhi (Mamsys) • +91-120-605-1234

 

  • Nova solução Stratasys Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification Inclui hardware e software específicos para impressão 3D de peças para interiores de aeronaves com propriedades mecânicas altamente replicáveis.
  • A primeira qualificação do NCAMP (National Center for Advanced Materials Performance) de um processo de impressão 3D elimina a complexidade das certificações FAA e EASA - ajudando as empresas aeroespaciais a obtê-las mais rápido para um maior número de peças para voo.
  • VÍDEO: Clique aqui para ver como a solução Stratays Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification torna mais fácil do que nunca criar peças legalmente certificadas para interiores de avião.

Veja o press release multimídia no link: http://www.businesswire.com/news/home/20170619005340/en/

Minneapolis, Minnesota (EUA) e Rehovot (Israel) — (BUSINESS WIRE) -- Stratasys (Nasdaq:SSYS), empresa de soluções de impressão 3D e manufatura aditiva, acaba de lançar a Stratasys Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification. Esta é uma nova solução de impressão 3D, baseada na tecnologia da impressora Fortus 900mc, para produção de peças para interiores de aeronaves, que atende aos rigorosos requisitos das certificações das instituições FAA (Federal Aviation Administration) americana e EASA (European Advertising Standars Alliance) europeia.

A nova solução é constituída por resina ULTEM™ 9085, que é um termoplástico forte e leve, que reúne propriedades que previnem chamas, fumos e toxicidade aeroespaciais (FAR 25.863) e uma nova edição da impressora 3D Stratasys Fortus 900mc, com hardware e software especializados projetados para entregar propriedades mecânicas altamente replicáveis.

Esta solução está passando por um programa de qualificação da FAA sob supervisão da NCAMP (National Center for Advanced Materials Performance), que integra o Instituto Nacional de Pesquisa Avançada (NIAR) da Universidade Estadual de Wichita. A Stratasys ajudará os clientes a qualificarem a solução Stratasys Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification para equivalência com o conjunto de dados estatísticos NCAMP.

Isto porque aproveitar esta primeira qualificação NCAMP de um processo de impressão 3D reduz de forma significativa a complexidade da certificação FAA e EASA, ajudando as empresas aeroespaciais a obter mais rápido maior volume de peças certificadas para voos.

"O NIAR foi contratado para desenvolver um cenário no qual se inclua a produção de aditivos poliméricos sob o guarda-chuva da NCAMP. E nós nos juntamos à Stratasys para ser o primeiro material aprovado dentro deste novo processo do NCAMP”, explica Paul Jonas, diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Programas Especiais, da Universidade Estadual de Wichita e do Instituto Nacional de Pesquisa Aviação (NIAR). Ele esclarece também que a primeira parte que se faz deve ser equivalente à centésima parte e à milésima parte, para que em dez anos a peça ainda seja boa o suficiente para ser certificada pela FAA. “E isso é tão poderoso quanto o processo NCAMP", ressalta Jonas.

A capacidade de produzir peças com características repetitivas e qualidade consistente é um fator-chave para o aumento da adoção da impressão 3D no segmento de peças interiores de aeronaves, que equivale a vários bilhões de dólares. De acordo com um relatório recente da Deloitte University Press, intitulado “Oportunidades 3D nos setores aeroespacial e de Defesa”, os provedores de Manufatura Aditiva (AM) precisam melhorar os sistemas existentes para poderem fornecer peças de alta qualidade de forma consistente. Isto porque só desta maneira conseguirão alcançar todo seu potencial para atender às indústrias aeroespaciais e de defesa.

"Até agora, o processo de obtenção da certificação da FAA para impressão em 3D tem limitado a adoção da manufatura aditiva na aviação. Existem soluções limitadas e conjuntos de dados estatísticos disponíveis para apoiar este processo complexo. Com a nova solução Stratasys Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification, estamos removendo grandes obstáculos e facilitando a impressão 3D de peças de aeronavegabilidade, melhorando a repetibilidade e o desempenho", afirma Scott Sevcik, chefe de Soluções Aeroespaciais, de Defesa e Automotivas da Stratasys.

As peças interiores de aeronaves impressas em 3D podem ter benefícios inerentes essenciais para a eficiência da cadeia de suprimentos e para a oferta de produtos dos fabricantes de interiores de aeronaves. Com um processo qualificado para a produção de peças interiores impressas em 3D, os fabricantes podem diferenciar a experiência dos passageiros com elementos únicos de baixo volume, adaptados aos estilos ou necessidades dos clientes finais, além de projetar componentes de peso mais leve através da eficiência do design de aditivos.

No segmento de Manutenção, Reparação e Reestruturação (MRO), o impacto na eficiência da cadeia de suprimentos é crítico para a lucratividade. As companhias aéreas e os operadores mantêm inventários substanciais de peças sobressalentes para manter as aeronaves em serviço, resultando frequentemente em despesas de estoque de décadas em peças que podem nunca ser usadas. Ao imprimir em 3D peças certificadas sob demanda, as companhias aéreas e as MROs podem reduzir os estoques e eliminar a obsolescência do inventário.

A nova solução Stratasys Fortus 900mc Aircraft Interiors Certification oferece rastreabilidade de material e processos para o cumprimento das principais normas globais de aeronavegabilidade. O programa de teste de qualificação está em andamento agora e está planejado para ser concluído em setembro de 2017, com a publicação do relatório final de qualificação do NCAMP. A solução está disponível para pré-encomenda e será amplamente divulgada na depois da conclusão do programa de teste.

Muitas empresas líderes do setor aeroespacial estão usando a impressão 3D da Stratasys para produzir protótipos de peças, peças finais de voo finais e ferramentas de apoio a produção, incluindo Airbus, NASA e United Launch Alliance.

Sobre a Stratasys

Por mais de 25 anos, a Stratasys (NASDAQ: SSYS) tem sido o principal player e a força determinante em impressão 3D e manufatura aditiva - moldando a forma como as coisas são feitas. Com sede em Minneapolis, no Estado de Minnesota, EUA, e em Rehovot, Israel, a empresa capacita clientes de uma ampla gama de mercados verticais, possibilitando novos paradigmas de design e fabricação. As soluções da empresa oferecem aos clientes liberdade de design e flexibilidade de fabricação inigualáveis ​​- reduzindo o tempo de lançamento de novos produtos no mercado e diminuindo os custos de desenvolvimento, ao mesmo tempo em que aprimora projetos e comunicações. As subsidiárias da Stratasys incluem MakerBot e Solidscape, e o portifólio da Stratasys inclui impressoras 3D para prototipagem e produção; uma ampla gama de materiais de impressão 3D; peças sob demanda por meio da Stratasys Direct Manufacturing; consultoria estratégica e serviços profissionais. Além disso, inlcui as comunidades Thingiverse e GrabCAD com mais de 2 milhões de arquivos 3D imprimíveis  gratuitos. Com mais de 2.700 funcionários e 1.200 patentes de manufatura aditiva concedidas ou pendentes, a Stratasys recebeu mais de 30 prêmios de tecnologia e liderança. Visite nosso site: www.stratasys.com, o http://blog.stratasys.com/ e siga-nos no LinkedIn.

As marcas Stratasys, Objet, Fortus, FDM, FDM Nylon 12CF, PolyJet, Agilus, Objet260, Objet350, Objet500 e Connex são comerciais e registradas, pertencendo a Stratasys Ltd., suas subsidiárias ou afiliadas. Todas as outras marcas comerciais pertencem aos seus respectivos proprietários.

GPCOM Comunicação Corporativa – Assessoria da Stratasys

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Globaltec lança nova versão do software UAU
Publicado em Tecnologia

A Globaltec, empresa especializada em soluções de gestão empresarial para o segmento de construção civil, acaba de lançar a nova versão do software UAU, um sistema de gestão desenvolvido especialmente ao segmento.

A nova versão do ERP UAU possui inovação e expertise de mais de 20 anos de relacionamento e parceria com seus clientes. “Antes de elencarmos os benefícios exclusivos da nova versão da solução, é importante ressaltar que todas as melhorias foram desenvolvidas com foco nas necessidades e objetivos dos nossos clientes”, afirma Claudio de Morais, diretor de produtos da Globaltec.

Buscando melhorar a experiência de uso, o software conta com um novo assistente de negociação que permite ao usuário final, realizar essa tarefa de forma simples e ágil, com a mesma segurança de sempre. "Nessa versão, também contamos com mais mobilidade, através do aplicativo de aprovação. Com acesso a palma da mão, é possível aprovar pedidos e cotações de compras, contratos de prestadores de serviços, medição de contratos, além de pagamentos antes de serem enviados ao banco. Garantindo que as principais aprovações sejam realizadas de maneira prática e auxiliando na tomada de decisões da diretoria”, explicou Morais

“Vale destacar a automação do controle de tributos, com uma parametrização precisa é possível automatizar toda a regra tributária, tornando o processo mais ágil e auxiliando no compliance de nossos clientes”, explicou Roney Carlos, gerente de serviço da Globaltec.

O ERP UAU é atualizado a cada seis meses com novidades inovadoras para seus clientes. “Mesmo depois de duas décadas de atuação, continuamos empenhados em ajudar nossos clientes a alcançarem suas metas. Justamente por isso, focamos a atenção em resolver – com auxilio da tecnologia – os problemas enfrentados no dia a dia desse setor. Alguns deles são: aprovação de contrato via Mobile, acompanhamento de entrega web, pedido de compra web, simulador de quitação por cliente, relatórios específicos para o segmento, são algumas das novidades”, ressaltou Claudio de Morais.

“O momento é de prestar agradecimentos aos nossos clientes, que a cada sugestão de melhoria solicitada tivemos a oportunidade de proporcionar inovação ao segmento de construção para nossos mais de 800 clientes, 36 mil usuários diretos e cerca de três milhões de usuários indiretos”, finalizou o diretor.

Tecnologia inovadora aliada ao conhecimento de negócios distinguem a oferta de valor disponibilizada pelas empresas. Especialista em aplicativos mobile e web corporativos na plataforma, a Provider IT já realizou 30 mil horas de projetos em sua fábrica de software

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, acaba de firmar uma parceria com a OutSystems, fornecedora líder em plataforma para desenvolvimento de aplicações móveis segundo o Gartner Magic Quadrant 2017. A nova aliança permitirá a Provider IT comercializar licenças, ministrar treinamentos e prover serviços na plataforma. Com esta iniciativa, a consultoria de TI reforça sua oferta em soluções digitais que devem representar 35% do seu faturamento nos próximos dois anos, impulsionada pelos projetos envolvendo a tecnologia da Outsystems.

“Consideramos a parceria com a Outsystem estratégica, pois intensifica a conexão com uma tecnologia 100% alinhada ao mundo digital, no qual é preciso ser muito mais rápido e eficiente no que diz respeito às soluções”, afirma Julio Morávia, CEO da Provider IT. O executivo ressalta que, além de elevada produtividade, a curva de aprendizado da plataforma é muito rápida, o que proporciona um excelente tempo de resposta.

“A Provider IT é uma empresa reconhecida pela qualidade nos seus serviços e possui atuação em setores estratégicos. Com esta parceria, unimos a capacidade de entrega rápida de soluções da plataforma OutSystems com o amplo conhecimento de negócios da Provider IT e entregamos o que o mercado precisa para tornar real a transformação digital”, complementa Lázaro Pinheiro, CEO da OutSystems Brasil.

A Provider IT dispõe de equipes com elevado domínio técnico na plataforma OutSystems, somando mais de 30 mil horas de desenvolvimento de projetos nessa plataforma nos últimos 12 meses. Além disso, a companhia já possui contrato de ISV (utilização da plataforma para desenvolvimento de soluções em um ambiente próprio), desde 2016. A inovadora tecnologia aliada à vasta experiência e conhecimento de negócios, distingue a Provider IT como provedora no mercado de soluções digitais.

A plataforma OutSystems acelera o desenvolvimento de novos serviços e produtos, e permite uma clara redução dos custos e do time to market, além de uma resposta mais célere e ajustada às reais necessidades dos clientes. Os projetos realizados pela Provider IT geraram resultados efetivos aos clientes, reduzindo o tempo de entrega e custos no desenvolvimento da ordem de 60%.

Estes projetos envolveram soluções WEB, Mobile IOS e Android e WS em diferentes segmentos. Para Seguros, setor em que a Provider IT atua fortemente há mais de 20 anos, foram criadas aplicações como Renovação Digital com um Clique; Sinistro Inteligente; Insurance User Experience; Digital Insurance Vendas; Gestão de Comissão; Gestão de Contas a Receber; Pagamento Online e Vendas de Seguros Omnichannel. Para o mercado de Capitalização, a empresa desenvolveu um aplicativo Lúdico User Experience, com o intuito de ampliar a experiência digital dos clientes de uma corretora. Além disso, a Provider IT desenvolveu uma plataforma de investimento multiproduto para uma empresa de finanças, umas das áreas de atuação prioritárias da companhia.

Já no segmento de Saúde Suplementar, no qual as empresas também enfrentam grandes desafios de custos, a equipe de especialistas da Provider IT criou soluções para venda digital de planos de saúde e odontológicos e auditoria da conta do SUS. Ainda no campo da saúde, mas para Laboratórios e Hospitais, foram desenvolvidos aplicativos para marcação de consulta e exames. 

GroundEye
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Para uma criança, quando a sementinha plantada no copo plástico com algodão não vinga, é frustrante. Para o agronegócio, o resultado é um prejuízo milionário. Desenvolvido pela Tbit, empresa de tecnologia do ramo, o GroundEye S 800D é uma nova solução que supre lacunas de precisão e padronização em unidades de beneficiamento de sementes, as UBS - fábricas que processam os insumos. Por meio de análise e processamento de imagens com inteligência artificial, a novidade reduz o desperdício, o tempo e, consequentemente, o gasto com cada lote.

Segundo Emilio Garnham, diretor comercial da Tbit, pelo menos 10% do material admitido pelas fábricas é descartado depois - o que é evitado com a máquina da empresa. Para garantir a precisão da análise, o S 800D captura imagens das sementes por todos os ângulos. Em seguida, elas são avaliadas por meio de um software da companhia que aplica inteligência artificial para identificar e quantificar as imperfeições e defeitos de cada lote, como tamanhos fora do padrão, manchas, picadas de inseto, impurezas, entre outros.

A solução é utilizada em dois momentos. Na recepção das sementes nas fábricas, o S 800D atua para que os lotes que chegam do campo atendam a uma qualidade mínima para serem processados e revendidos. "Tradicionalmente, isso é feito ‘no olho’, o que abre espaço para inconsistências no recebimento das sementes vindas do campo", conta o especialista da Tbit. "Há especificidades do setor que tornam essa etapa ainda mais delicada, como o trabalho ininterrupto durante a safra. Como você vai garantir a mesma qualidade das análises visuais às 10 da manhã e às 10h da noite?".

O segundo momento em que a solução traz vantagens é dentro da própria UBS. Nas fábricas, uma série de máquinas separa e organiza as sementes dentro de alguns critérios, com checagens feitas no olho durante e após cada etapa. “Esse método não é 100% confiável e resulta em reprocessos, ou seja, o retorno do lote para o começo da fila. Ao utilizarmos o S 800D para fazer a conferência, garantimos que o processo seja unidirecional, o que traz um ganho de tempo incomensurável", afirma Garnham, que ainda brinca: "Durante 15 anos da minha vida eu trabalhei em unidades de beneficiamento e fiquei sem férias por causa desses reprocessos".

Voltado para as culturas de soja e milho, o S 800D também pode ser aproveitado pelos setores de hortaliças e grãos, entre outros segmentos. Com a nova solução, a Tbit passou a atender todas as etapas na cadeia de produção de sementes no agronegócio. "Sem dúvida, para nós é uma demonstração de como a tecnologia tem potencial para melhorar o setor, um dos mais importantes para o Brasil", diz o diretor comercial da empresa.

Sobre a Tbit Empresa de tecnologia para o agronegócio criadora da solução GroundEye, plataforma para analisar e classificar sementes, grãos e plântulas. O sistema já é utilizado pelas principais multinacionais da indústria agrária com atuação no Brasil. Lançada no mercado em 2012, a empresa recebeu aporte da INSEED Investimentos e já oferece soluções para todas as etapas da cadeia de produção de sementes. www.tbit.com.br.

Terça, 27 Junho 2017 16:53

Wearables: Uma moda que não pegou?

Escrito por Wagner Tadeu

Alguns anos atrás, os wearables foram aclamados como a tecnologia mais recente com poder de permanência, que certamente mudaria o dia a dia de todos. Mas, passados alguns anos, as pessoas começaram a questionar: o Apple Watch é realmente tudo isso?

As tendências de mercado ecoam esses sentimentos. Em 2016, as vendas de smartwatches estagnaram com cerca de 16% dos adultos americanos utilizando regularmente um dispositivo wearable. Além disso, players importantes como o Pebble, fecharam completamente seus negócios. Isso levanta a questão:

Os wearables estão mortos?

Aqueles de uma geração mais antiga podem relembrar da comédia do agente secreto Agente 86, e a infinidade de lugares ridículos que dissimularam o telefone do agente Maxwell Smart. Entre os 50 ou mais, estavam a gravata, o pente, o sapato, o cinto, a carteira, o lenço, uma mangueira de jardim e até mesmo um sanduíche de queijo. Alguns dos dispositivos "inteligentes" do mundo moderno provavelmente parecem tão exagerados quanto.

Mas os wearables merecem um outro olhar? Mais importante ainda, os wearables ainda são promissores no serviço em campo? A resposta é sim.

No serviço em campo, os wearables poderiam potencialmente monitorar e melhorar a saúde e a comunicação do técnico durante o trabalho. Os dispositivos poderiam ajudar a identificar a localização dos técnicos em seus caminhos ou de um compromisso de serviço. E óculos de realidade virtual portátil (VR) podem até liderar os técnicos por meio de uma rotina de solução de problemas ou orientá-los a corrigir um sistema quebrado.

Mas isso é suficiente? Será que os wearables sobreviverão mais um ano? Serão viáveis ​​no mundo do serviço em campo?

Os wearables estão realmente morrendo lentamente?

À primeira vista, pode parecer que o mercado consumidor está morrendo. Um das primeiras e mais inovadoras empresas de smartwatch - a Pebble - fechou suas portas em dezembro passado depois de ser adquirido pela Fitbit. E a Fitbit registrou ganhos inferiores ao esperado em 2016, levando a uma demissão em massa.

Mas nem tudo está perdido. De acordo com a IDC, cerca de 98 milhões de dispositivos portáteis foram produzidos em 2016 e, mais da metade deles, eram fitness trackers - serviço online e gratuito, capaz de acompanhar o progresso em esportes e atividades físicas, diariamente. Além disso, a IDC projeta mais de 124 milhões de wearables para vender em 2017, sendo 57 milhões deles sob a forma de rastreadores de aptidão física (fitness trackers).

Alguns analistas dizem que os consumidores consideram redundantes o Fitbit e outros health trackers, uma vez que os smartphones oferecem muitas das mesmas funções básicas (etapas de rastreamento e distância coberta, por exemplo). De acordo com Ramon Llamas, gerente de pesquisa de wearables e telefones móveis da IDC, todos estes são sinais de que o mercado está amadurecendo. Ele está convencido de que os consumidores estão interessados ​​nos wearables e querem ver mais opções.

No Brasil, esse mercado emerge de forma lenta e embrionária. Contudo, são as pulseiras para rastreamento da prática esportiva que vêm tornando os wearables populares no mercado. Segundo maior mercado fitness do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, o Brasil está no radar das fornecedoras de tecnologia wearable, que têm apostado e investido no mercado brasileiro.

Um estudo da Ericsson revela que no Brasil, 31% dos usuários de smartphones entrevistados, entre 15 e 65 anos, já utilizam ou possuem uma tecnologia vestível. As estatísticas refletem uma evolução da ideia de wearable no país, pois três quartos dos usuários de tecnologias vestíveis as recomendariam para outras pessoas. Entre os mais populares desta tecnologia, estão os smartwatches – com 45% e mais atraente para homens –, enquanto os rastreadores fitness chegam a 43% – as cintas fitness são mais atraentes para o público feminino.

Além disso, a pesquisa apontou que 68% dos brasileiros acreditam que as tecnologias vestíveis são caras; 38% consideram que manter todos os dispositivos digitais com internet é algo dispendioso; 54% dos usuários brasileiros de smartphones acreditam que o passaporte e o documento de identidade serão substituídos por tecnologias vestíveis com identidade permanente nos próximos cinco anos; e 47% dos usuários de smartphones dizem que, nos próximos cinco anos, as tecnologias wearables serão utilizadas para realizar a maioria das funções de smartphones, mas não todas. No entanto, um número igual discorda dessa previsão.

Então, o que isso significa para o serviço em campo?

Wearables são como uma linha de vida para o serviço em campo

Pode ser um erro amarrar o destino dos wearables corporativos ao que estamos vendo no mercado consumidor. Os wearables realmente tiveram uma forte aceitação no ano passado em outros mercados, incluindo as indústrias médica e desportiva. Este é um ajuste natural, uma vez que esses setores podem, em grande parte, usar os wearables como inicialmente projetados para o mercado consumidor (para rastrear a saúde e a condição física). Isso pode ajudar a explicar por que a empresa de pesquisa Tractica prevê que mais de 66 milhões de dispositivos portáteis serão enviados anualmente para uso em ambientes corporativos e industriais até 2021.

Os dispositivos portáteis que permitem a comunicação hands-free e uma melhor conclusão da tarefa podem fazer uma marca no serviço em campo. Aqui estão três categorias com promessa significativa:

Relógios Inteligentes

O pessoal do campo geralmente tem as mãos, literalmente, cheias. Se eles estão dirigindo um veículo, segurando ferramentas ou subindo uma escada, não podem ser distraídos. Essa é uma razão pela qual os wearables, como os relógios inteligentes, são tão atraentes.

Imagine as possibilidades. Um técnico em campo em um poste ou ao lado de um edifício pode chamar um especialista remoto para ajudá-lo a diagnosticar a situação - sem segurar um telefone celular. Ou eles poderiam usar um comando de voz para acessar uma base de conhecimento de informações. A tecnologia pode até registrar os detalhes do serviço por voz no momento, certificando-se de que todos os registros sejam atualizados imediatamente e com precisão.

Os benefícios dos relógios inteligentes são claros: técnicos mantendo-se focados na tarefa, enquanto cuidam de suas chamadas de forma mais eficiente. O resultado? Maiores taxas de conclusão na primeira visita, resoluções de serviço mais rápidas e melhores e maior satisfação do cliente.

Ao mesmo tempo, o acesso imediato à informação no momento pode ajudar os líderes das empresas a melhor identificar as questões de tendências e priorizar as respostas. Por exemplo, se vários técnicos informarem sobre o mesmo problema com um equipamento recém-lançado, o gerenciamento pode tomar medidas imediatas para solucionar proativamente o problema.

Roupas inteligentes

Com as roupas inteligentes, que se assemelham ao vestuário diário, o smartwear é uma possibilidade real no serviço em campo.

Veja o caso da jaqueta inteligente criada pelo Google em parceria com a Levis. As fibras condutoras permitem que o usuário conecte-se e controle seu smartphone usando o punho como um touchscreen. Interagir com seus smartphones enquanto estiver ligando pode expor os técnicos em campo a perigos potenciais, distraindo-os da tarefa em questão. Estes perigos podem ser reduzidos se, em vez disso, eles pudessem deslizar o punho de suas jaquetas para usarem seus telefones.

Há também roupas inteligentes capazes de medir a temperatura e outros fatores ambientais. Um colete ou jaqueta inteligente com essa capacidade podem ajudar os técnicos a avaliar os fatores ambientais que podem estar contribuindo para um problema ou falha no sistema. Além de identificar com rapidez e precisão a causa, essa roupa eliminaria a necessidade de transportar equipamentos adicionais.

Toucas inteligentes

A touca inteligente pode ser a escolha de wearable mais natural de se vestir para os profissionais do serviço em campo. Afinal, muitos técnicos já utilizam capacetes ou outros acessórios na cabeça como parte de seus uniformes.

Os chapéus inteligentes, em uma grande variedade de estilos, já estão em uso em indústrias como as de transporte e mineração. Alguns podem monitorar sinais de fadiga e enviar alertas para as pessoas em situações de risco ou máquinas sensíveis à operação.

Da mesma forma, um fone de ouvido que incorpora realidade virtual juntamente com uma câmera e capacidades de comunicação podem fornecer aos técnicos o acesso a informações e dados remotos. Imagine que um técnico seja enviado, no meio do inverno, para isolar um problema em uma linha subterrânea de telecomunicação. Utilizando o fone de ouvido - que sobrepõe informações sobre a localização da linha e pontos de referência físicos relevantes - a tecnologia poderia literalmente olhar além da neve para identificar a seção correta do cabo e até mesmo localizar a entrada mais próxima para acessá-lo.

Uma vez que é subterrâneo, o que a tecnologia vê, seria exibido de volta na sede para que o especialista remoto pudesse fornecer insights e sugestões em tempo real. Além disso, o fone de ouvido poderia sobrepor os diagramas diretamente no cabo, fornecendo ao técnico no local, orientações claras sobre como resolver o problema.

Embora muitos desses wearables ainda estejam engatinhando, é fácil enxergar seu potencial. É apenas uma questão de tempo até que provem seus méritos e viabilidade no mundo real.

Wagner Tadeu é Gerente Geral da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

A Stratasys coopera com o Instituto de Robótica e Mecatrônica (Institut für Robotik und Mechatronik) do Centro Aeroespacial Alemão (Das Deutsche Zentrum für Luft- und Raumfahrt e.V) na produção de um TransRoPorter para missões não tripuladas à Marte

Minneapolis & Rehovot, Israel – A Stratasys Ltd. (Nasdaq:SSYS), empresa de soluções em impressão 3D e manufatura aditiva, acaba de anunciar que o Centro Aeroespacial Alemão (Das Deutsche Zentrum für Luft- und Raumfahrt e.V.) está utilizando a impressão 3D FDM para a produção de um protótipo totalmente funcional do ‘TransRoPorter’ (TRP).

O TransRoPorter, construído no Instituto de Robótica e Mecatrônica (Institut für Robotik und Mechatronik), é um robô de exploração projetado para voos não tripulados à Marte e previsto para ser lançado em quatro ou cinco anos. Para que a exploração de Marte por meio de um robô seja bem-sucedida, o projeto e a funcionalidade são fatores essenciais para alcançar os objetivos da missão. Utilizando uma Impressora 3D Fortus 900mc, de tecnologia FDM da Stratasys, a equipe de pesquisa imprimiu um protótipo funcional em 3D, reduzindo significativamente os tempos de produção se comparados aos dispendidos nos métodos tradicionais. Isso possibilita à equipe testar, antecipadamente, o projeto e a funcionalidade do robô sob condições extremas simuladas.

Kaj Führer, Head de Tecnologia de Sistema de Construção do Sul (Leiter Systemhaus Technik Süd), está desenvolvendo e testando o protótipo 3D do robô, em conjunto com seus colegas, Stefano Seriani e Armin Wedler. O TransRoPorter é formado por dois componentes: o TRP Rover-Unit, produzido para navegar em terrenos desestruturados, e o Payload-Module (PM), que leva as peças de substituição, a tecnologia de comunicação e as ferramentas científicas. Testes rigorosos são exigidos de modo a garantir a funcionalidade e a viabilidade do protótipo 3D.

Produção rápida

Ao desenvolver o protótipo do TransRoPorter, é fundamental que a peça se encaixe ao projeto, seja customizada conforme as especificações exatas e possua propriedades específicas do material. “Para nós, estava claro que um protótipo feito de metal seria muito caro e sua produção muito complexa”, explica Führer. Por isso, a equipe decidiu utilizar um protótipo 3D que não só é produzido mais rapidamente do que a alternativa de metal, como também trazia menos custos associados. A alternativa de metal também precisaria ser finalizada após a produção – mais trabalho com custos adicionais.

“Durante o planejamento deste projeto, sempre preferimos a tecnologia de impressão 3D. Ficou claro para nós que utilizar a impressão 3D para a produção do TransRoPorter seria, de fato, a solução mais barata, rápida e elegante. Todos os envolvidos no projeto estão encantados com o resultado”, continua Führer.

Otimizando a funcionalidade

Além das economias de tempo e custo, a funcionalidade do protótipo foi fundamental para Führer e sua equipe. "Geralmente, nossos protótipos são muito complexos e costumam forçar os limites do que é possível", diz Führer. "Portanto, é importante escolher o método e material de produção apropriados para que possamos alcançar a funcionalidade desejada sem quaisquer limitações".

Ao utilizar a Impressora 3D de Produção Fortus900mc da Stratasys, a equipe de pesquisa pode imprimir em 3D grandes peças em materiais termoplásticos FDM. De acordo com Führer, os materiais ASA foram especialmente preparados para testar o protótipo do TransRoPorter, permitindo, assim, que a equipe produzisse uma caixa forte o suficiente para conter toda a tecnologia interna com segurança.

“Era extremamente importante que o ajuste fosse certo, que a caixa pudesse ser montada nos trilhos e que a porta de encaixe funcionasse”, ele explica. “Utilizando a tecnologia de impressão 3D FDM da Stratasys, descobrimos que o material basicamente não tem distorção. A decisão pelo material ASA foi feita de maneira consciente, já que é o ideal para nossos propósitos e manipulação".

Stefano Seriani acrescenta: "A estabilidade do material ASA também desempenhou um papel importante para nós. Precisávamos de um protótipo totalmente funcional que pudesse realizar todos os testes e suportar a tensão do projeto. As propriedades fortes e rígidas do material da Stratasys foram, portanto, ideais para testar a funcionalidade do TransRoPorter para sua jornada à Marte".

Adquirindo conhecimentos valiosos

Segundo Führer, a impressão em 3D também auxilia em outros objetivos estratégicos. "Uma nova tecnologia leva a novos processos de pensamento. Nos últimos anos, muitos colegas vinham pensando em 3D e estão envolvendo a manufatura aditiva em seus planos para outros projetos ainda em fase inicial. Este novo conhecimento os direcionou a um novo conjunto de possibilidades na área de desenvolvimento de produtos", reforça o Head de Tecnologia.

Andy Middleton, presidente da Stratasys EMEA, conclui: "estamos orgulhosos por apoiar o Centro Aeroespacial Alemão (Das Deutsche Zentrum für Luft-und Raumfahrt) na realização de sua missão a Marte. O projeto é um excelente exemplo de como nossa tecnologia e materiais de impressão FDM 3D podem permitir que projetos sejam testados rapidamente em condições extremas, sendo particularmente importantes na indústria aeroespacial, para a qual são necessárias geometrias complexas e cada peça precisa ser qualificada. Estamos ansiosos para ver como a manufatura aditiva será adotada ao longo do desenvolvimento do TransRoPorter".

GPCOM Comunicação Corporativa – Assessoria da Stratasys

Clezia Martins Gomes - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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