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Forcepoint debate CASB no Mind The Sec 2017

por em11 Setembro 2017 102 acessos
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A Forcepoint, junto da parceira Net Connection, participa do Mind The Sec 2017, um dos principais eventos de cibersegurança do mercado, que será realizado em 12 e 13 de setembro em São Paulo, no Grand Hyatt São Paulo.

No dia 12, William Rodrigues, Senior Sales Engineer da Forcepoint, estará no no painel de debates com a apresentação “O perímetro acabou, como proteger uma rede sem limites?”, com foco nas soluções CASB (Cloud Access Security Broker), que permitem total visibilidade e controle das aplicações na nuvem.

As organizações estão enfrentando novos desafios de segurança ao tentar adotar serviços de nuvem. Embora os aplicativos da nuvem e as políticas  BYOD sejam conhecidos por aumentar a produtividade do usuário e reduzir os custos operacionais, eles também são responsáveis ​​pelos riscos que os controles de segurança tradicionais não são projetados para lidar. Isso inclui os pontos cegos de segurança devido à visibilidade reduzida, as lacunas na cobertura das ferramentas de segurança tradicionais, o aumento acentuado no número de endpoints gerenciados e não gerenciados, e insiders mal-intencionados ou usuários privilegiados comprometidos.

“As equipes de TI podem não controlar os endpoints ou os aplicativo em nuvem, mas  ainda são responsáveis ​​pelos recursos de informações da empresa. Embora a combinação de infraestrutura existente e as ferramentas de segurança da nuvem possam ser alavancadas para ajudar as organizações a descobrir aplicativos em cloud, ainda assim não podem fornecer a visibilidade e o controle necessários para uma solução abrangente”, explica Rodrigues.

De acordo com o executivo, essa abrangência só é viável através de soluções CASB. “Elas são essenciais para identificar brechas de segurança, que passaram a existir com a alta utilização de serviços de nuvem. Com essa adoção, as informações começaram a sair das organizações de uma forma que as tecnologias de segurança tradicionais não conseguem realizar, como contar com a governança das informações dentro das diversas aplicações na nuvem, com políticas consistentes e controle de acessos por usuário ou dispositivos corporativos e pessoais (BYOD). E, além da visibilidade do controle granular das atividades dentro das aplicações, as equipes de TI ainda têm visibilidade de pontos cegos criados por aplicações nuvem não homologadas pela empresa, como Shadow IT”.

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