RIP o marketing de influência, Viva a Influência


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Com o aumento do bloqueio de anúncios e das marcas exigindo publicamente transparência nos resultados da publicidade, adicionado à preocupação em torno de onde os anúncios serão colocados através de novos processos automatizados on-line. Podemos já definir que 2017 é o ano do “marketing de influência” e este vai ser Rei e estará em grande forma. E com isso vem um novo zumbido, ou termo que pode facilmente ser mal interpretado ou mal utilizado que é: como focar nos influenciadores e quem são estes.

 

O mundo da influência é complicado, com parcerias de todas as formas e tamanhos – desde aqueles que influenciam culturalmente até aqueles cuja influência pode ser comprada (e muito cara). Assim, este mundo do “marketing de influência” não deve simplesmente ser traduzido como um novo canal de transmissão alternativa.

 

Aqueles que verdadeiramente influenciam, se conectam e se envolvem com sua comunidade cultural, e o fazem porque amam o que estão fazendo, precisam sim da sua atenção, valorização e estratégia. Por sua vez, a sua comunidade se transforma em advogados para todo o projeto ou tipo de atitudes, ações que o influenciador toma junto a sua marca, compartilhando de sua experiência através do social (cada vez mais escuro este universo) e do bom e velho boca a boca, ou seja, eles irão punir se algo for errado.

Essa associação e advocacia é cobiçada e inestimável e, claro, difícil de medir.

Afinal, as pessoas confiam nas pessoas, não nas marcas.

 

As marcas envolvidas no “influenciador de marketing” precisam contribuir positivamente para essa cultura – não basta simplesmente ficar à margem ou tentar comprar ou forçar o seu caminho. Ter um ponto de vista, um propósito que a marca representa é relevante para essa cultura e muito fundamental. As atividades precisam ressoar com essa comunidade e geralmente não envolvem a marca abertamente – uma associação clara é suficiente para o seu público e precisa ser suficiente para as marcas.

 

Nesta mudança toda e com este objetivo e área, a melhor maneira de fazer isso é trabalhar em estreita colaboração com aqueles que moldam essa cultura, aqueles que autenticamente influenciam a comunidade – é sobre colaboração criativa e benefício mútuo, e não simplesmente transação financeira pura.

 

Para as marcas, a flexibilidade fora das diretrizes delas podem ser uma coisa assustadora. Mas realmente não precisa ser assim sempre. Assegurar que a escolha dos parceiros culturais das marcas seja igualada pelos seus valores, características e / ou finalidade, geralmente isto resulta em uma atividade ainda mais impactante e conteúdo subsequente.

 

De nenhuma maneira isso anula a necessidade de uma mídia tradicional, comprada ou conteúdo de marca – na verdade, é a orquestração da compra, de propriedade, do ganhar (alimentado por pesquisa e social pago) e da mídia compartilhada que pode fazer uma marca verdadeiramente voar e se conectar com ambos: a comunidade cultural e o público em geral.rip


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